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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O DIÁRIO – PARTE 5 – POR UMA COM MUITOS NOMES

Por Suzanne Lie PhD
Em 07 de agosto de 2015



O RETORNO
V
O DIÁRIO
AS SETE PASSAGENS

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“O medo é um mensageiro que está lhe dizendo para estar atenta e ser cuidadosa”, Beverly canaliza em seu diário. “Sem o medo você poderia não sobreviver na terceira dimensão onde há muitos perigos. Portanto, quando lhe conto minha história, lembre-se de que o medo é realmente um amigo. O propósito do medo é avisar e proteger. É a lembrança e a ameaça do medo que é o inimigo.”

“Se medos antigos não puderem ser liberados, eles se tornam uma carga cada vez mais pesada. E também, se você não confiar que os avisos adequados virão no momento necessário, então há medo do futuro. Medo do passado é a mensagem que já se foi e medo do futuro é a mensagem que ainda não chegou.”

“Quando você pode viver em total confiança e entrega ao seu EU Superior, você é capaz de liberar todos os medos antigos para suas vibrações mais altas onde eles podem ser transmutados de volta em luz e amor. Você também confiará que todos os seus avisos serão pontuais e a levarão na direção que sempre lhe proporcionará a proteção maior.”

“Nós aprendemos essas lições em Antares, e elas são lições que nos permitiram aprender como elevar nossa vibração para os nossos eus dimensionalmente superiores. Por favor, lembre-se de que estou traduzindo minhas palavras para o inglês para você entender melhor. E também, eu não sou da sua linha temporal.”

“Portanto, ao perceber você, eu experimento todas as suas vidas em um pacote, como um livro. Eu posso observar qualquer parte fora da sequência, ou até mudar a sequência de sua vida. É da mesma maneira em que você pode perceber a minha vida. É por isso que você frequentemente se sente confusa sobre as linhas temporais de minha vida antariana.”

“Para sua percepção, eu estou em todas essas épocas de uma vez só e você pode ver qualquer período que desejar. Eu sou um jovem tenente (termo seu) no mesmo momento em que sou um homem mais velho. Talvez ao aprender e lembrar mais de nossa vida antariana você será capaz de abraçar meu modo de percepção multidimensional. Então você pode ser até capaz de lembrar e entender mais conceitos antarianos.”

~ LISA ~
“Jaqual acaba de dizer “nossa” vida significando que minha mãe estava lá com ele?” perguntou-se Lisa em voz alta. “Ah, agora estou falando comigo mesma, tal como minha mãe costumava fazer.” Esse conceito assustou Lisa, pois ela estava encontrando muitos modos em que ela era como sua mãe. Deveria ela continuar lendo como sua mãe disse ou apenas chamar a polícia? “Terminar a leitura!” ela disse, fingindo seguir o conselho de sua mãe. Na verdade, ela realmente queria saber o que o diário tinha para dizer.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
25 de setembro de 1997
“Querida Beverly, é Jaqual”, Beverly canaliza em seu diário. “Eu desejo lhe falar agora sobre o nosso Templo da Recordação. O Templo da Recordação é onde retornamos após nosso serviço à comunidade estar concluído e estamos prontos para retornar às dimensões superiores de nosso mundo. Antes de podermos entrar no Templo nós precisamos passar por uma série de sete passagens cada uma ressoando a uma frequência mais alta.”

“Há sete passagens. Quando podemos entrar em cada passagem, nós devemos atravessar o limiar e caminhar pelo corredor perante essa porta. Cada série de limiar, corredor e porta é de uma frequência mais alta, que emana a próxima cor de frequência, vibração e tom mais altos.”

“Cada uma das passagens representa uma ‘revisão de vida’ para uma diferente fase de nossa vida. Para atravessar cada frequência da passagem nós somos convocados para transmutar todas as experiências dimensionalmente inferiores dessa fase de nossa encarnação.”

“Desta maneira, nós vivenciamos uma íntima revisão de vida pela qual nós podemos transmutar nossas lembranças, pensamentos, emoções e ações tridimensionais temerosas de cada época sucessiva de nossa vida em amor incondicional pentadimensional.”

“Através do poder de nosso amor incondicional, nós podemos transmutar de volta em nossa verdadeira forma de Corpo de Luz. Se morremos em serviço ao nosso povo, nós automaticamente atravessamos todas as passagens e vamos para a dimensão mais alta.”

“A primeira passagem é vermelha e representa nossa primeira infância.
A segunda passagem é laranja e representa a chegada à maioridade.
A terceira passagem é amarela e representa nosso dever com um Guerreiro Espiritual.
A quarta passagem é verde e representa nossa época de casar e ser pai.
A quinta passagem é azul e representa nossa transição de pai para líder.
A sexta passagem é índigo e representa o despertar de nossas percepções superiores.
A sétima passagem é violeta e representa nossas transições de volta ao Corpo de Luz.

“Agora irei lhe contar minha jornada pelo Templo da Recordação. A primeira passagem é vermelha e representa minha primeira infância. Eu lhe contarei minha história no AGORA, pois é como ela vive em minha consciência.”

“Estou na frente da Porta do Templo da Recordação. Eu sempre me considerei ser um homem de porte muito grande, até pelos padrões antarianos. É muito normal um homem ter 2,45 m de altura e muitas das mulheres têm 2,13 ou até 2,45 de altura também.”

“E a minha é de 2,90 m (de acordo com suas medidas terrenas) e sempre estou com minha cabeça acima da maioria das pessoas. Entretanto, quando estou perante as Portas da Lembrança no Templo da Recordação eu me sinto muito pequeno.”

“Há uma série de passagens sem portas que levam à verdadeira porta. Cada uma dessas passagens emana uma vibração diferente. Portanto, cada passagem é de uma cor diferente e emite um tom diferente.”

“Eu sinto um impulso em meu corpo ao estar perante o primeiro limiar. Fui instruído que ao cruzar cada limiar e estar no corredor antes da próxima passagem, eu vivenciarei lições e desafios diferentes. Essas lições e desafios precisam ser clarificados e equilibrados antes de eu poder prosseguir para o próximo limiar.”

“A primeira passagem é muito próxima da sua cor vermelha. Ao cruzar o limiar sou inundado com a lembrança dos meus pais. Não pensei neles por muitos anos. Eu vejo os brilhantes olhos violeta de minha mãe e o verde escuro dos olhos de meu pai. Sinto a dedicação deles e sei que estudaram por muitos anos para me dar um corpo.”

“Eu percebo meu eu bebê, pois estou despertando para a minha forma tridimensional. Tudo é muito vermelho e laranja e estou ouvindo o canto de minha mãe e o riso de meu pai. Sinto-me seguro e totalmente cercado por amor. Eu ainda posso me lembrar do mundo sem forma do qual acabo de emergir. Sinto falta do sentimento de ser UM com todos e com tudo, mas ainda me sinto seguro porque eu sou UM com meus pais.”

“Agora minha memória avança para a época quando tenho cerca de quatro anos. Estou num corpo de casca dura (o termo que nós usamos para nossa forma tridimensional porque nossas outras formas são muito mais fluidas) e atingi por volta de 1,83m de altura. Em Antares nós somos independentes de nossos pais aos três anos de idade e aos sete já temos o corpo de adulto.”

“Agora eu vivo em uma das casas comunitárias com as outras crianças. Há certos adultos que gerenciam essas casas, mas nós somos livres para ir a qualquer lugar em nossa comunidade e passar tempo com qualquer um que nos agrade. Minha mãe é uma artista e passa muito do seu tempo na quarta e na quinta dimensão, mas me visita frequentemente. Meu pai vem me ver uma vez por ano. Ele é um Sacerdote em um de nossos templos assistindo aqueles que desejam entrar no Templo da Recordação.”

“Repentinamente, eu sinto minha primeira experiência de medo porque estou me lembrando do ataque dos Draconianos em nossa pequena comunidade. Eu estava no jardim da casa de meus pais visitando-a com minha Mãe. Ela adorava visitar comigo o lugar e constantemente me instruía sobre as muitas flores lindas que crescem em nosso planeta. A querida amiga de minha mãe, Alicia, acabara de sair do jardim para nos buscar chá de aboromium quando ouvimos um grito horrível vindo da casa.”

“Mamãe e eu corremos para ver qual era o problema e encontramos Alicia no chão em uma poça de sangue. Dois homens reptilianos draconianos enormes estavam ao lado dela. Mamãe correu para o lado de sua amiga e um dos draconianos a agarrou pelos cabelos e a levantou para ela olhar nos olhos dele. Eu não conseguia pensar nem planejar. Reflexivamente corri para ajudar minha mãe. Eu era muito menor do que o guerreiro draconiano e riu quando bati nele para libertar minha mãe.”

“Nunca vou me esquecer da risada enquanto os dois homens observavam um garoto tentando resgatar sua mãe. Finalmente, o guerreiro se cansou desse jogo e usou o corpo de minha mãe para me afastar dele como um pequeno inseto.”

“O outro guerreiro então me pegou e me jogou pela janela para o jardim. Nunca vou entender por que eles não saíram para acabar comigo. Talvez pensassem que eu estava morto. Tenho certeza de que eu devia ter parecido morto. Minhas duas pernas e um dos meus braços estavam quebrados. O lado esquerdo do meu rosto estava esmagado e eu estava coberto de sangue. Ainda tenho a cicatriz acima do meu olho esquerdo. Quando finalmente recobrei a consciência tudo estava silencioso e parado.”

“Arrastei meu corpo com meu braço bom até a casa e encontrei minha mãe morta ao lado de sua amiga. Não ouso pensar no que eles fizeram a ela. Foi então que eu jurei que seria um guerreiro pelo tempo que levasse para procurar vingança e encontrar paz. Temo que não posso cruzar este primeiro limiar de vermelho sangue antes de liberar minha necessidade de vingança. Somente então eu encontrarei minha paz interior. Talvez, Beverly, você e eu podemos procurar isso juntos.”

(Nota de Beverly: Eu estava tão triste e assustada com a história de Jaqual que não continuei nossa comunicação. Ao invés disso, eu voltei a conversar com Mytria.)

~ LISA ~
“Não entendo por que mamãe parou de se comunicar com Jaqual. Eu sei que eu deveria ir dormir, mas primeiro quero saber o que Mytria tem para dizer”. Lisa murmurou para si mesma.

O Diário
~ Meu Retorno a Mytria ~

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
15 de junho de 1999
“Querida Mytria, é a Beverly. Eu li a história de Jaqual a respeito da morte da mãe dele, e fiquei tão perturbada que parei de registrar com ele. Como pude abandoná-lo? Por que sou tão fraca? Por favor, ajude-me. Eu sei que preciso de mais força e coragem. Eu também percebo que de alguma forma estranha eu não quero me aproximar demais dele.”

“Preciso admitir que eu tenho medo de me conectar com um homem que está num planeta diferente em um sistema solar diferente porque não me restabeleci a partida de meu marido. Por favor, ajude-me, Mytria. Eu preciso de alguma força. Eu fiquei tão fraca que não pude contatar nenhum de vocês por quase dois anos.

“Preciso admitir que foram dois anos muito sombrios. Algo se partiu em mim quando soube da história de Jaqual, e fiquei longe de todos os meus registros. Eu voltei à terapia, mas não podia colocar minha mente nela. Então tentei algumas aulas de meditação, o que realmente ajudou.”

“Na verdade, eu somente tenho a coragem de voltar agora porque estive meditando por mais de uma hora. Eu descobri que era melhor eu levantar o mais cedo possível, antes do sol nascer. Então eu estou em minha cadeira, velas acesas e música suave, meditando enquanto começa o dia. O tratamento com meditação tem continuado já por talvez uns oito meses, então encontrei a coragem para retornar.”

“Eu sei que pode parecer tolo para você. Por que eu preciso de coragem para falar com seres maravilhosos como você e Jaqual? Você vê que não se trata de você. Trata-se de mim. Como posso garantir que não estou louca ou criando você enquanto dou continuidade? Eu realmente não creio que ESTOU louca, mas estou me enlouquecendo com todas as minhas dúvidas e autojulgamento. Mytria, por favor, me ajude.”

~ LISA ~
Tal como Beverly duvidou de sua sanidade, Lisa duvidou da dela. Como poderia ser real que ela simplesmente levantou e deixou seu marido e os filhos? Ela sabia que deveria ligar para sua família assim que eles tivessem acordado, mas ela não tinha certeza se faria a ligação. Lisa sempre se viu como uma pessoa muito responsável que sempre fazia tudo que seu marido e filhos precisavam.

A casa era limpa, a família era alimentada e ela sempre preparava as crianças para a escola, levava-as, pegava-as e as ajudava com a lição de casa. Ela era uma mãe muito melhor do que a sua. Ela tentava não pensar isso sobre sua própria mãe, mas seu verdadeiro sentimento simplesmente escapava.

Eram 5 horas, então ela ficaria acordada e continuaria lendo para que pudesse ligar para os filhos às 7. Ela se perguntou como seu marido estava se dando com levar as crianças para a cama e acordá-las na hora para prepará-las para a escola. Ela estava fora por somente uns poucos dias, mas parecia como várias vidas.

Talvez ela devesse falar com seu marido nesta manhã, ela pensou ao retornar ao diário para encontrar a resposta de Mytria ao pedido de ajuda de sua mãe.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Minha queridíssima Beverly”, escreveu Mytria através da mão de Beverly. “Por favor, saiba que todos os desafios de sua vida tridimensional são simplesmente óculos que criam a projeção da ilusão 3D conhecida como vida física. Visto que hoje você me chamou, creio que está preparada para eu falar do meu lar no Templo Violeta de Alycone, Plêiades.”

“Sim, minha querida, você merece e agora é um membro dessa grande hierarquia. Eu venho para lembrá-la disso para que você não se perca nas tarefas do dia a dia da sobrevivência. E também, eu não quero que você se julgue porque sente que você não é ‘boa o suficiente’.”

“Seu plano físico está passando por uma grande transformação. Estou lhe enviando imagens internas de sua/nossa vida nas Plêiades, para que você possa se lembrar de que essa realidade é criada pelo seu estado de consciência. Eu também ouço seu pensamento: ‘Se eu crio minha própria vida, por que eu criei uma realidade onde somente há trabalho e luta?’”

“Minha querida Beverly. Você tem se julgado por sua vida inteira pelo critério de sua sociedade externa. Entretanto, você constantemente seguiu o chamado de sua alma. Esse chamado não a levava a focalizar sua atenção no que a sociedade considerava como sucesso. Agora você precisa se amar e amar a vida que você tem criado.”

“Agora se veja no Templo Violeta de Alycone. Sim, a primeira coisa que vê é você voando logo acima da sua casa pleiadiana. É pequena e feita de cristal; é cheia de luz e cercada por lindas árvores. Você poderia imediatamente se projetar para a sua casa, mas você gosta do ato de voar em sua forma pentadimensional.”

“Ao entrar em sua morada, você vê que está cheia de lindas flores e plantas. Você tem pássaros que voam pela sua casa e outro animal pequeno que parece com um cão, mas anda com as pernas traseiras e tem polegares em suas mãos. Nós os chamamos de larnacks. Eles são amigos leais e gostam dos deveres domésticos.”

“Seu larnack não é um empregado, mas um querido amigo. Ele gosta do que faz para você e vocês se amam muito. Ao passar pelo seu dia, você mais e mais se lembra de sua morada e da vida pessoal que você aprecia aqui nas Plêiades. Eu focalizei em sua vida pessoal ao invés do templo porque essa é a área de sua vida que tem os maiores desafios.”

“Agora você está descobrindo a linha entre negação e aceitação. Você esta descobrindo como fazer o melhor que pode sob as circunstâncias em que você está e aceitar os resultados como sendo lindos. Em outras palavras, você está aprendendo a viver sua vida a partir de seu próprio ponto de vista ao invés da perspectiva da sua sociedade.”

“Agora, Beverly, continue seu dia e sinta-me dentro de você. Saiba que um de seus verdadeiros eus é o ser flutuante violeta que você vê como eu, Mytria. Lembrem-se de que todas as suas realidades são criadas pela sua consciência e que os desafios de sua vida tridimensional simplesmente são óculos que criam as projeções da ilusão conhecida como vida física.”

“Aprecie suas ilusões. Em breve elas não existirão mais, e você viverá na realidade do seu verdadeiro eu. Não existe tempo. Portanto, não há pressa. Você precisa ser gentil com você mesma. Não adicione mais desafios à sua vida. Você já teve o suficiente e em breve até mais virão por conta própria.”

~ LISA ~
“Ah, não, mais desafios não”, disse Lisa, como se Mytria estivesse falando para ela. Bem, talvez todos eles estivessem falando para ela. Isto é, sua mãe, Mytria e Jaqual. Lisa fechou o diário, o colocou numa mesa ao lado e levantou da cadeira. Ela foi para a cozinha tentando decidir se tomava vinho, café ou chá.

Principalmente, ela precisava se afastar daquele livro, das divagações insanas de sua mãe com seres desconhecidos e, sobretudo, ela precisava se afastar da sensação de que as pessoas no diário pareciam muito reais e até familiares.

“Não, este não é um pensamento aceitável”, ela disse ao fechar o armário após pegar um novo copo de vinho. Lisa tinha que admitir que queria vinho, apesar de ainda ser antes do amanhecer.

“Não é hora de pensar sobre isso”, ela disse enquanto servia o vinho. “Estou sozinha aqui e não tem ninguém para me julgar. Se quero esse vinho, vou tomá-lo”, Lisa declarou para si mesma em voz alta, enquanto voltava ao diário.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O DIÁRIO – PARTE 3 – POR UMA COM MUITOS NOMES

Por Suzanne Lie PhD
Em 30 de julho de 2015



Parte 3 de O DIÁRIO
Lembrando o Sonho

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
26 de janeiro de 1996
“Querida Mytria”, Beverly escreveu. “Eu gostaria de uma palavra rápida de você a respeito da minha pesquisa sobre OVNIS. Eu gastei muito tempo tentando encontrar alguma informação e tudo que encontrei foi informação sobre os Zetas.”

“Querida Beverly”, Mytria respondeu escrevendo no diário.
Realmente há poucos humanos que podem dar o salto de se comunicar conosco desta maneira. Fazer alguma coisa sozinho sem o apoio de outros para validar sua experiência não é algo que muitas pessoas são valentes o suficiente para fazer.

Entretanto, você tem se sentido sozinha dentro de si mesma sua vida inteira. Você sempre guardou segredos porque você aprendeu que não era seguro compartilhar o que você sabia dentro de você. Agora você está ficando forte o suficiente para começar a compartilhar seu conhecimento. Entretanto, há certa quantidade de autopreparação que precisa acontecer antes que você possa sair em “público” com sua informação.

Quando você estiver preparada para estar totalmente aberta com o que você sabe, você encontrará outros que estão fazendo a mesma coisa. Nós Pleiadianos estamos nos comunicando com algumas poucas pessoas. Entretanto, passará um tempo ainda até você poder falar entre vocês pela sua Internet. As pessoas ainda precisam de certa quantidade de prova para validar suas experiências. Não fique preocupada. Nós estamos aqui com você.

~ LISA ~
Para sua surpresa, Lisa continuou lendo. Havia alguma coisa com essa pessoa Mytria que era boa, parecia familiar. Entretanto, ela não poderia contar isso para ninguém. Iriam pensar que ela estava louca. Lisa continuou lendo. Na verdade, ela nem se levantou para pegar mais café.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
10 de março de 1996
Querida Mytria, escreveu Beverly. Hoje você tem uma mensagem para mim?

Queridíssima Beverly,
Estou contente por ver que você está atingindo a paz com suas experiências tri e tetradimensionais. Perdoar o outro e você mesma, de fato, é a chave, pois o perdão é o campo de energia que permite você liberar aquilo que chegou ao fim. Seus sentimentos de solidão e competição fazem parte desse processo de transmutação.

Primeiro você tinha que sentir e liberar a tristeza de eras. Essa tristeza é uma ilusão porque era baseada na separação. A separação é a ilusão máxima. Agora você não está nem nunca esteve separada das muitas versões do seu EU Superior. Sinta essa unidade divina e a veja brilhando através da névoa que está clareando.

~ LISA ~
“Espera aí. O meu sonho! Agora me lembro do sonho. Eu estava totalmente sozinha, mas o Sol estava brilhando através da névoa e era tão gostoso. NÃO, Lisa, NÃO! Você somente está precisando dormir. Não comece acreditar nessa bobagem.” – disse Lisa para si mesma. Entretanto, ela não parecia ficar tão irritada quanto antes. O que está acontecendo? Ela precisava ir para casa, para sua vida “normal”. Mas ela não se levantou ou foi embora. Ela ficou em sua “cadeira da lição de casa” na casa de sua mãe e continuou a ler.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Sinta o carinho da Verdade da Unidade com o TUDO QUE É, continuou Mytria. Saiba que agora você é UMA com seu eu divino. Você é os dedos da mão que está conectada ao coração, mente e espírito do Criador.

Eu, Mytria, sou você numa vibração mais alta. Eu sou uma de suas realidades alternativas e eu recebo seu conhecimento no meu mundo. Meu verdadeiro relacionamento com você é um conceito difícil para sua mente tridimensional entender. Apenas ouça. Eu sou você, mas eu sou também mais que você. Entretanto, você também é mais que eu.

Eu não sou melhor que você só porque eu vibro em uma frequência mais alta. É apenas que de minha perspectiva mais alta eu sou capaz de ver tudo de você. Por outro lado, você somente pode ver partes de você na sua dimensão. Portanto, eu posso servir você.

Da minha perspectiva eu posso ver você em muitas realidades tridimensionais. Eu sou particularmente atraída para as vidas em que você serviu a Deusa, pois era muito harmônica com o nosso propósito nessa realidade. Ficarei feliz por assisti-la na sua comunicação sobre o redespertar da Deusa em seu planeta.

Entretanto, voltando à minha visão de você, além de ver suas muitas vidas tri e tetradimensionais, eu posso ver as vidas em que você escolheu encarnar em outros planetas e nas vibrações mais altas. Você tem conseguido sentir as ligações com certos planetas tais como Vênus, Arcturos, Antares, Sirius, e aqui em Alcyone. Posso ver um bom sistema nervoso de luz que está crescendo cada vez que você se abre para comunicações com essas partes de você.

Realmente há outras encarnações galácticas além das que eu mencionei, mas você tem se concentrado naquelas que você tem atração mais forte e lembrança mais clara. Permita sua memória ser despertada enquanto você visualiza seu sistema nervoso cheio de luz. Sinta-se indo além do tempo e espaço. Lembre-se de suas outras realidades como você se lembra do que comeu no café da manhã.

Você se lembra de quando deixou Arcturos para iniciar sua aventura de encarnação nas vibrações mais baixas? Primeiro você foi para Vênus para experimentar esta galáxia e se preparar para sua encarnação na Terra. Quando você ouviu “o chamado”, você veio para o planeta Terra e começou suas muitas encarnações tridimensionais.

Como sua primeira encarnação, você foi feminina que eventualmente se tornou uma Sacerdotisa Atlante. Após a queda de Atlântida, você ficou na Terra das Fadas na quarta dimensão até sua próxima encarnação nos primórdios da Inglaterra. Nessa realidade, você era meio fada e meio humana. Escreva essa história, Lisa. Vai ajudá-la a clarear sua mente e abrir seu coração.

~ LISA ~
“Espere, diz aí Lisa? Deve ser um erro de digitação”, - a zombou Lisa. “Mamãe sempre cometeu muitos erros datilográficos. Exceto que agora não há muitos. Tenho certeza de que imaginei isso.” Entretanto, Lisa não voltou para verificar o texto. Ela queria que fosse para ela?

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Após cada vida de grande realização espiritual, Mytria continuou, você foi capaz de elevar sua vibração o suficiente para encarnar em planos mais altos de realidade. Você retornou muitas vezes para Vênus para descansar e relaxar. De Vênus você frequentemente retornava para Arcturos.

Lembre-se dessas jornadas, pois essa lembrança reforçará mais seu plexo de luz. As lembranças de Vênus e Arcturos são as mais fortes em sua mente porque elas têm a maior vibração de amor. Como você já se lembrou, após cada uma de suas vidas espirituais você foi capaz de assumir uma realidade alternativa, que realmente era de seu passado e também de seu futuro.

Você simplesmente terá que aceitar esta declaração porque é muito difícil para você entender neste momento na Terra. Todas essas realidades extraterrestres foram criadas antes de suas vidas terrenas e também criadas depois delas. Isso é tudo para “agora”. Terei prazer em comunicar mais. Lembre-se de me chamar antes de ir dormir e então anote seus sonhos assim que você acordar.
Mytria

~ LISA ~
“Lembre-se de lembrar seus sonhos”, ficou rodopiando na mente de Lisa. Mas ela afastou. Chega desta leitura e mentiras; talvez fosse hora de chamar a polícia? Entretanto, a próxima postagem de Mytria pegou seu olho, então ela decidiu ler apenas mais um pouquinho.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
11 de março de 1996
Querida Mytria,
Eu tive um sonho esta noite com um formato familiar que vim a chamar de “Sonhos do Templo”. Nesses sonhos eu me percebo como voando para uma área nebulosa e etérea. No começo só consigo ver o que parece ser névoa, mas então eu pareço alterar meu curso e lentamente voo para baixo, para outra área nebulosa, que brilha com uma luz cintilante.

Gradualmente eu me adapto a uma visão em que eu estou com um grupo de pessoas. Elas estão sentadas sob um grande domo que é mantido com pilares enormes. Todos nós nos sentamos em silêncio enquanto ouvimos um ser magnífico que parece muito com o meu amigo nuvem de minha infância. Entretanto, o ser nuvem nem sempre tem a mesma sensação para mim, então creio que seres superiores diferentes falam em ocasiões diferentes.

Após o ser nuvem concluir seu discurso, um ser que eu chamo de meu “guia” aparece do nada e acena para eu segui-lo. Meu guia, que sempre parece o mesmo ser, também é uma presença nebulosa com luz cintilante. Meu guia me transporta para um local desconhecido onde eu tenho uma experiência, que eu chamo de “o sonho”.

~ LISA ~
“Espera um pouco”, Lisa diz com surpresa. “Creio que tive um sonho assim! Não, não, Lisa”, ela diz para si mesma. “Chega desse Diário. Estou ficando tão doida quanto minha mãe. Foi excesso de isolamento. Eu realmente preciso telefonar para a polícia”. Mas Lisa não ligou para a polícia. Ela não afastou o diário, como já tinha feito muitas vezes. Ela queria saber mais sobre esse sonho, então continuou lendo.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“No ‘sonho’ havia três grupos que estavam fazendo algum tipo de competição”, Beverly escreveu no diário. “Para a minha surpresa, eu era o líder de um grupo e, ainda mais chocante, meu ex-marido, David, era o líder de outro grupo. Nós estávamos num anfiteatro e cada grupo dava a volta em um grande círculo dentro de um período de tempo de 28 segundos. Um terceiro grupo já tinha terminado sua corrida, mas isso é tudo de que lembro sobre esse grupo. Por alguma razão esse sonho pareceu importante. Querida Mytria, pode me assistir na compreensão do que significava?

Minha querida Beverly, Mytria escreveu, eu fico feliz em assisti-la na compreensão de seu sonho. Os 28 segundos reduzidos ao número 10 em numerologia, que reduz mais para o número 1. A numerologia é uma parte de seu conhecimento, não é? O número 1 representa um novo começo.

Os três grupos são três ondas de evolução. O primeiro grupo não concluiu o ciclo no tempo que lhe fora atribuído. Portanto, eles tiveram que voltar para os seus lugares, ou corpos físicos. Em outras palavras, eles não concluíram sua corrida.

Todos dos dois grupos que restaram estavam muito animados pela sua oportunidade de “ganhar a corrida”, mas os membros mais antigos e sábios do grupo sabiam que os inícios exigem muita paciência e consciência calma para realizá-los totalmente. Você também sabia que a jornada não estava terminando, mas apenas começando.

David, seu ex-marido representava a parte masculina do seu EU dimensionalmente superior e você estava na forma de mim, Mytria. Tal como eu, Mytria, sou das Plêiades, David é do planeta Antares e atualmente chama-se Jaqual.

Os Anciões na frente do anfiteatro eram da Federação dos Planetas. Você parece ter esquecido essa parte do sonho, mas quando você levantou para fazer seu ciclo/corrida, você lembrou que o Amor é a chave para completar com sucesso o ciclo.

~ LISA ~
Agora bastava para Lisa. O pensamento que seu pai, que ela não via há tempos, de alguma forma participando de uma corrida com sua mãe, era demais para suportar. Além disso, o que é Antares? Ela não estava preparada para telefonar para a polícia, mas quando ela leu essa parte da mensagem ela começou a chorar.

Fechar o diário com força não a fez parar de chorar. Na verdade, ela chorou mais ainda e alto. Ela estava sozinha e ninguém podia ouvi-la, então por que finalmente não chorar muito? Quando ela precisou de lenço, os únicos que ela conseguiu lembrar estavam na cama de sua mãe. Ela foi até o quarto e dirigiu-se para a mesa de cabeceira para pegar o lenço e começou a chorar quase que histericamente.

Quando não podia mais chorar, ela deitou na cama da mãe, tal como ela adorava fazer quando era criança. Apesar de sua mãe ter partido sabe-se lá há quanto tempo, ela ainda podia sentir o cheiro de sua mãe quando puxou a colcha para se deitar. Os soluços se acalmaram, tal como sempre se acalmavam quando ela ia pedir conforto para sua mãe.

“O que aconteceu conosco? Sempre fomos tão próximas!” foi o último pensamento quando ela caiu num sono muito profundo. Na verdade, foi o melhor sono que ela tivera em meses. Imediatamente antes de acordar de seu tão necessário sono, ela teve um sonho em que Mytria dizia à sua mãe:

“Agora vou lhe dizer o que realmente aconteceu ontem à noite. Você Beverly, que é uma frequência mais baixa de mim, Mytria, e David, que é uma frequência mais baixa de Jaqual, estavam numa reunião da Federação. Beverly/Eu e David/Jaqual conversavam sobre o processo de ascensão do seu planeta e sobre como os despertos da Terra poderiam assistir.”

“A primeira sugestão foi gerar excitação para sacudir os adormecidos e conscientizá-los. Entretanto, nós decidimos que a excitação provaria ser uma distração excessiva do processo de despertar, e nós não tínhamos o ‘tempo’ para arriscar essa distração.”

“A segunda ideia/corrida era fazer uma aterrissagem em massa de nossas naves. Entretanto, era muito cedo para essa ideia, pois a humanidade ainda sustentava a lavagem cerebral de que ‘os ETs são maus’. Então nós decidimos que aqueles que estavam despertos e cientes por uma parte de seu tempo terreno seriam bons líderes se eles pudessem compartilhar seu processo. Na verdade, compartilhar seu processo seria um bom modelo para os outros.”

“A terceira foi a nossa melhor ideia em que todos poderiam perceber que a ascensão exige paciência estável, amor incondicional e grande coragem. Entretanto, não há humanos suficientes que possuem e podem manter ‘paciência estável, amor incondicional e grande coragem’.”

“Finalmente decidimos que nós, os membros de sua família galáctica, precisaríamos nos bilocar nos corpos dos humanos já encarnados que mostravam alguma capacidade de manter as três qualidades de paciência, amor e coragem.”

“Bilocação significa que ainda estamos em nosso eu galáctico e em nossa consciência multidimensional, mas nós também compartilhamos nossa essência com um humano que está disposto a aceitar nossa presença. Portanto, eu biloquei em você, Beverly, e Jaqual bilocou no seu marido David.”

Lisa acordou com a mensagem de Mytria em sua mente. Antes que pudesse retornar ao seu eu cético, ela automaticamente pegou o bloco e a caneta que sua mãe sempre mantinha na cama e anotou.

“A terceira foi a nossa melhor ideia em que todos poderiam perceber que a ascensão exige paciência estável, amor incondicional e grande coragem. Entretanto, não há humanos suficientes que possuem e podem manter ‘paciência estável, amor incondicional e grande coragem’.”

“Finalmente decidimos que nós, os membros de sua família galáctica, precisaríamos nos bilocar nos corpos dos humanos já encarnados que mostravam alguma capacidade de manter as três qualidades de paciência, amor e coragem.”

“Bilocação significa que ainda estamos em nosso eu galáctico e em nossa consciência multidimensional, mas nós também compartilhamos nossa essência com um humano que está disposto a aceitar nossa presença. Portanto, eu biloquei em você, Beverly, e Jaqual bilocou no seu marido David.”

Muito zonza para perceber o que fizera, ela caiu no sono de novo e dormiu até estar escuro.

Ela acordou assustada por encontrar a casa completamente escura. Ela se virou para acender a luz e percebeu o bloco e a caneta. “Ah”, disse ela. “Mais coisa esquisita escrita pela minha mãe.” Ela não percebeu que era a letra dela, pois precisava urgentemente ir ao banheiro.

Ela estava sozinha no meio da noite e se sentia um pouco assustada, então percorreu a casa acendendo as luzes. Então foi até a despensa e encontrou sopa enlatada e um pacote fechado de biscoitos. Enquanto a sopa esquentava, ela colocou um copo de água e os biscoitos na pequena mesa da cozinha.

Quando a sopa estava pronta, ela a pôs numa tigela e sentou numa cadeira na mesma mesa que sempre esteve ali sua vida inteira. Após tomar a sopa e comer os biscoitos, ela percebeu que escolhera sua tigela e copo favoritos e sentara do seu “lado” da mesa.

“Por que mamãe manteve todas essas coisas?” ela disse alto. Ela começou a sentir a irritação familiar surgir dentro dela quando ouviu: “Porque eu amo você”.

“Não, NÃO, não foi a voz da minha mãe que eu ouvi!” gritou Lisa. Mas parecia a voz de sua mãe e Lisa começou a perceber quanta falta ela sentia de sua mãe.

Deixando a louça suja na mesa, ela voltou para sua cadeira da lição de casa para continuar a leitura. Quando ela leu os três últimos parágrafos ela percebeu que já os tinha lido antes.

“Não estou preparada para ler isso agora”, ela disse quando encontrou o remoto da TV e procurou um filme antigo para se distrair. Quando a luz do amanhecer entrou na sala, ela acordou. Todas as luzes estavam acesas, então ela começou a apagá-las.

Quando chegou ao quarto da mãe, ela decidiu arrumar a cama e viu o bloco perto da luz. “Ei, foi isso que acabei de ler.” Ela não percebeu que era a sua letra até terminar de arrumar a cama e deixar cair o bloco no chão. Quando ela o pegou, finalmente estava preparada para ver que era sua letra.

Ela correu para o livro para ver que a mensagem que ela anotara era exatamente a mesma mensagem do livro que foi escrita em 1996. Chocada demais para pensar, ela colocou o bloco na gaveta da mesa de cabeceira de sua mãe.

“Agora estou começando a ter alucinações. Excesso de leitura desse diário, meu corpo está duro de ficar sentada nessa cadeira. Preciso dar uma andada”, ela exclamou.

Lisa tentou escapar do fato de que ela escrevera exatamente o que sua mãe escrevera muito tempo atrás. Ela devia ter lido aqueles parágrafos antes, ela disse a si mesma. “Mas como pude reproduzir exatamente todas as palavras?” ela resmungou ao começar a correr.

Quando ela voltou para casa (ela estava chamando de sua casa?) e tomou um banho, ela se esqueceu do incidente dos “três parágrafos”. Ela finalmente fez algumas ligações para sua amiga e para seu marido, sabendo que elas iriam para a caixa postal naquele horário. Então foi à mercearia para comprar comida decente. Ela se preparou um bom jantar e abriu outra garrafa de vinho. Ela estava bebendo demais ultimamente? Ela decidiu NÃO se fazer essa pergunta.

Quando ela abriu o diário para ler enquanto comia, ela convenientemente abriu no capítulo seguinte, em que ela conheceu Jaqual. Ela sabia em seu interior, mas conscientemente havia se esquecido, que Mytria era sua mãe e Jaqual era seu pai. Ela ainda não conseguia trazer seu pai para o quadro, ou ela poderia se posicionar completamente.

Portanto, ela inconscientemente decidiu esquecer sobre a identidade superior de seus pais por zombar da ideia inteira de outras realidades. Ela estava mais do que ocupada tentando descobrir como continuar em apenas uma realidade física e não parecia estar indo tão bem nisso. Então, o relacionamento de seus pais com Mytria e Jaqual foi convenientemente esquecido.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O DIÁRIO – PARTE 2 – POR UMA COM MUITOS NOMES

Por Suzanne Lie PhD
Em 28 de julho de 2015



Queridos Leitores,
Aqueles de vocês que me seguem por anos podem estar familiarizados com algumas dessas histórias, mas eu espero que possam se unir a mim enquanto nós tecemos a tapeçaria da história.

II
O DIÁRIO
~ Conhecendo Mytria ~

~ LISA ~
Lisa foi para o restaurante que ela raramente ia, mas sabia que ele tinha belas mesas em pequenas áreas privativas. A última coisa que ela queria era encontrar alguém que ela conhecia. Ela pediu a refeição e chá, pois não aguentava mais tomar café, e decidiu que iria examinar o Diário enquanto aguardava pela comida. Ela abriu o diário na página seguinte de onde parara para encontrar a próxima parte, que era sobre descobrir Mytria.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Estou feliz por anunciar que meu “amigo nuvem” finalmente voltou. Foi um processo longo, que contarei neste diário. Estou lhe falando da reconexão esperada por tanto tempo com o meu amigo invisível, que agora conheço como “o Arcturiano”, pois é somente por causa desse apoio contínuo que sou capaz de escrever este diário.

Eu creio que agora é importante compartilhar minhas experiências com outros porque nossa consciência em eterna expansão manifesta nossos pensamentos e sentimentos praticamente instantaneamente. Portanto, se pensamos que estamos com ansiedade ou alguma doença, então essa é a nossa realidade. Por outro lado, se pensamos que temos sintomas de despertar, então essa é a nossa realidade.

Claro, há vezes em que estamos doentes ou feridos. Essas vezes vêm quando há emoções e lembranças antigas que precisam ser depuradas. Portanto, nós criamos determinado cenário em que temos que ficar parados e centrar nossa atenção em nosso EU, para que possamos concluir essa depuração.

Visto que me sinto “mal” já faz um tempo, eu sei que é o AGORA de contar minha história. E também, ontem à noite tive um sonho em que conectei com um medo muito profundo de minha infância que está na hora de liberar. De novo, espero não ofender ninguém pela minha confissão, mas é a minha verdade, e eu jurei dizer somente a minha verdade aqui. E também, eu sei que não sou a única que tem essas experiências.

Quando eu era criança minha imaginação me levava para muitas das minhas realidades alternativas, normalmente conhecidas como vidas “passadas”. Essas aventuras pararam na adolescência, mas retornaram quando comecei a trabalhar com o meu primeiro mestre espiritual. Por muitos anos, minhas aventuras eram vinculadas à Terra e incluíam muitas épocas diferentes em que eu era homem ou mulher.

Já adulta, comecei a ter visitas/imaginações fora do mundo e em outros planetas. Primeiro foi Vênus. Então comecei a ter notícias de Mytria das Plêiades. Eu sei que poderia ter tido uma experiência desperta de visitar uma nave espacial, mas ainda sinto um medo submerso sempre que penso nisso.

Pelas minhas aventuras em Vênus e com Mytria, eu percebi que esse medo era devido ter sido abduzida quando criança e adolescente. Eu lembrei mais, lembrei que meu medo, na verdade, foi implantado em mim pelos Zetas, que haviam me abduzido. Então eles colocaram um implante no meu cérebro para que tivesse muito medo de falar sobre minha experiência com alguém.

Claro, contar para as pessoas não era um problema para mim, pois eu não podia contar para as pessoas nem os meus sonhos ou experiências psíquicas. Entretanto, não há muito que eu possa dizer sobre essa experiência, pois ainda tenho que recuperar a maioria dos detalhes.

Meu sonho de ontem à noite também me disse que minha criança ferida precisava de minha atenção e eu tinha que curá-la antes de poder passar para o próximo nível de meu despertar. Nesse sonho, eu senti o terror da minha desconexão do meu eu físico adormecido e meu desespero para retornar ao meu corpo que dormia. Acordei sabendo que eu tinha que tratar essa questão da minha criança/adolescente ferida e abduzida.

Começarei por compartilhar o pouco que eu me lembro dessas experiências. Eu lembro claramente de estar numa mesa fria de metal com rostos olhando para mim. Eu me lembro de coisas afiadas, muitas coisas afiadas. Eu sou uma adulta e nunca passei por nenhuma cirurgia e eu odeio ir ao dentista.

Eu também sei exatamente onde está o meu implante, e posso sentir um medo bem agora enquanto compartilho isso. Os Arcturianos me disseram esta manhã que o implante deixa uma mensagem incorporada para nunca compartilhar o que aconteceu. Há um pouco mais, mas já basta por enquanto.

Esta manhã me foi dito que o melhor modo de curar minha criança abduzida é contar a minha história, tal como estou para compartilhar as outras realidades que tenho experimentado. Eu SEI que eu quero visitar os Arcturianos na nave deles em minha mente totalmente consciente. Portanto, estou comprometida a concluir esse processo de compartilhar minha vida com outros.

Eu vejo a redação deste diário como uma ação consciente que mostra que estou pronta para limpar meus medos antigos para eu poder contribuir com meu amor total e minha luz neste despertar planetário para a verdade! Entretanto, eu não sei se mais alguém será capaz de começar a acreditar que as experiências que estou para contar poderiam ser verdadeiras.

No entanto, contarei minha história, mesmo se somente traga clareza para a minha própria vida. Talvez algumas das pessoas que eu amo serão capazes de ainda me aceitar e me amar, mas temo que a maioria não aceitará. Então, apesar de escrever este diário, eu posso precisar lançá-lo sob um nome falso. Por outro lado, talvez se elas lerem o que tenho experimentado em minha vida, elas podem aprender a me aceitar mais.

~ LISA ~
“Mãe, isso é um desafio?” Lisa disse para seu chá. Entretanto, com o banho e um pouco de boa comida, ela estava se sentindo melhor e teve que admitir como ela se zangava com sua mãe. “O que ela realmente me fez além do que acreditar em coisas diferentes do que eu acreditava?” disse Lisa continuando a abrandar. Lisa até pediu sobremesa e continuou sua leitura enquanto esperava seu pedido.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Por volta de 1995 e comecei a receber mensagens internas de uma mulher Pleiadiana. Eu tomei conhecimento dos Pleiadianos em algum lugar, e visto que eu começara a me lembrar da abdução na infância, eu estava procurando por um alienígena mais amável e bondoso. Os Pleiadianos são altos, loiros e muito atraentes. Eles também parecem bem humanos. Portanto, eu perguntei aos meus canais internos se eu poderia falar com um Pleiadiano e eu recebi o nome “Mytria”.

Antes de continuar, talvez eu devesse explicar sobre o que quero dizer com meus “canais internos”. Eu cresci indo à igreja, e estava num grupo de adolescentes da igreja, então falar com seres superiores invisíveis não era um evento incomum. Na verdade, quando eu era criança eu frequentemente falava com o meu ser nuvem e o chamava de Jesus. Eu continuei com essas conversas na minha adolescência – por um tempo.

Quando eu era jovem, eu chamava o que faço para me conectar com outros seres de “orar”. Quando me tornei adulta e fui a muitos mestres espirituais e aulas de meditação, eu passei a chamar de “meditar”. Eu sabia que muitas pessoas não recebiam as respostas profundas que eu recebia, mas talvez fosse porque elas não anotavam o que experimentavam.

Resumindo, agora eu adiciono os meus primeiros encontros com Mytria e a mensagem:

20 de novembro de 1995
“Querida Mytria, eu pedi para falar com um Pleiadiano e recebi seu nome. Estou me abrindo para sua resposta, pois eu desejo falar com você. Eu espero ter me purificado o suficiente para poder ter uma recepção clara de sua mensagem.”

Fiquei muito surpresa ao receber:

“Querida Beverly, de fato você tem se aberto para mim e, ao fazê-lo, você pode conscientemente receber mensagem de um ser dimensionalmente superior como eu. Eu sou de Alycone e eu sou um dos Guardiões do Fogo Sagrado. Agora falo com você da quinta dimensão, embora eu também poderia me comunicar de dimensões mais altas. Já que é o nosso primeiro contato, eu vou assumir a minha vibração mais baixa para facilitar sua compreensão.”

“Embora eu seja Guardiã da Chama Sagrada, não há necessidade de proteger A Chama de algum perigo no nosso mundo, pois ninguém aqui danificaria qualquer coisa. Os seres na quinta dimensão sabem que qualquer ação os afeta tanto quanto afeta aqueles que os rodeia. Você também está aprendendo essa lição. Então, eu altero minha declaração para informar que seria mais correto dizer que eu assisto aqueles que desejam entrar no Fogo Violeta.”

“O Fogo Sagrado é um portal pelo qual se pode passar para viajar para qualquer lugar do Multiuniverso. No nosso mundo Pleiadiano pentadimensional nós podemos entrar e sair de nosso corpo com a mesma facilidade que você coloca seu vestido. Entenda: nossos corpos podem ser facilmente transmutados para uma dimensão mais alta pelo retorno ao espírito puro para viajar para outra dimensão.”

“Exploradores espirituais vêm para o Fogo Sagrado e deixam seus corpos ali enquanto viajam em espírito. Quando eles retornam de suas viagens, eles projetam sua essência no Fogo Sagrado para retornar ao corpo. Enquanto o corpo está na Chama Sagrada eles podem viajar com segurança através de sua consciência para qualquer lugar que desejarem.”

“Eu sou uma das Sacerdotisas Pleiadianas que supervisionam esse processo. Portanto, eu acho que seria melhor dizer que eu protejo o corpo de viajante ao invés da Chama. Entretanto, o título é ‘Guardiã da Chama’. Você, minha querida, contatou comigo porque estou aberta para comunicações com quem é de outras dimensões, e porque eu conheço você.”

“Na verdade, você poderia dizer que eu sou uma frequência mais alta de seu você físico. É por isso que você sempre teve um intenso desejo de ir além de seu mundo terreno. De fato, quando você combinar com as expressões de frequência mais alta de si mesma, você será capaz de se comunicar com quantos seres superiores que desejar.”

“Agora você entende como sua vida inteira esteve em preparação para esse serviço?”

~ LISA ~
“Uau, Mãe, estou começando a seguir seu livro, mas isso já é exagerado”. Lisa acidentalmente disse em voz alta, enquanto afastava o diário, quase derramando seu chá. Tentando pensar nas palavras ao invés de dizê-las, ela pensou: “Não é de se estranhar que Papai deixou você. Se ele tivesse uma dica deste tipo de mentalidade, ele teria internado você num hospício”.

Desta vez Lisa nem tentou entender sua mãe. Ela obviamente estava alucinada. Abriu sua bolsa para pegar o dinheiro do jantar e saiu da mesa apressada.

“Senhorita”, ela ouviu atrás dela. “Você deixou seu livro.” A jovem garçonete sorria docemente enquanto trazia o livro para Lisa, que tentou sorrir e resmungou: “Obrigada”. Lisa não sabia o que era pior, ter que pegar o livro maluco ou a garçonete tê-la chamado de “senhorita”.

Lisa começou a chorar outra vez. Exatamente quando ela pensou em ir até sua mãe em busca de ajuda com sua vida, ela encontra esse diário com essa redação maluca. Caminhando o mais rápido possível para o carro, Lisa ao procurar pelas chaves quase deixou o livro cair na lama.

Ela ficou bem surpresa por ter escolhido que as chaves caíssem ao invés do diário. “Ah, meu Deus”, ela pensou. “Espero que essa coisa não seja contagiosa.” Ela teve que sorrir enquanto clicou a chave para destrancar o carro, jogou o estúpido diário no assento traseiro, pôs o cinto de segurança e voltou para a casa vazia de sua mãe.

Felizmente a eletricidade ainda estava ligada, pois já estava escuro quando ela chegou. Lisa estacionou o carro na entrada e saiu do carro. Para sua surpresa, ela abriu a porta de trás e pegou o diário, enquanto resmungava: “Bem, não tem mais nada para fazer aqui. Além disso, talvez se eu ler essa coisa eu possa descobrir onde ela está”.

Lisa pôs de lado o medo distante de que sua mãe estava morta ou perdida ou sofrera algum crime. “Agora estou sendo tão tola como a Mamãe”, disse Lisa enquanto abria a porta da frente, acendia a luz e ia para o quarto trocar de roupa. Ela sabia que não dormiria muito. Só no caso de haver alguma coisa além das estórias bobas, ela sabia que tinha que ler esse Diário.

Assim que Lisa acendeu algumas luzes, ligou o aquecedor e colocou o pijama, ela tomou um copo de vinho e sentou-se na sua cadeira preferida para ler. Essa cadeira estava onde ela normalmente fazia a lição de casa antes de sair para o colégio. Sua mãe a deixara exatamente do modo que era, apesar de que ela tinha mudado algumas outras mobílias.

“Isso significa que ela estava esperando minha visita?” ela pensou com mais do que um pouco de culpa ao abrir o livro. Ela se preparou para saber mais sobre a mulher Pleiadiana que era “Guardiã da Chama”.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Mytria começou por dizer: “A fusão de seus eus alternativos começa pela comunicação com eles”.

~ LISA ~
“Eu preferiria ‘fundir’ com a minha mãe!” Lisa resmungou ao dar um gole de vinho. Talvez ela devesse pegar a garrafa? Ela poderia precisar estar um pouco alta para entender esse absurdo.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Agora você vê Kepier comigo?” disse Mytria. “Kepier e eu somos irmãs na Luz. Eu estudei em Arcturos, que é de onde ela é e ela estudou em Alycone. Querida Beverly, tire um momento do seu tempo para perceber como parece ser capaz de se mover de galáxia para galáxia com menos esforço do que é necessário para você dirigir até a mercearia.”

~ LISA ~
Lisa virou os olhos, mas continuou. Isto é, ela continuou após beber bastante vinho.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Kepier está parecendo muito feminina aqui, embora ela seja uma andrógina porque a vibração de nosso planeta é muito feminina. Quando ela está em Arcturos, ela parece muito diferente e muito com o seu ‘amigo nuvem’ Arcturiano”, Mytria continuou.

“Agora vou lhe contar algumas coisas de nossa vida aqui nas Plêiades. Nós vivemos em simplicidade em grandes casas centrais abertas e pequenos alojamentos para dormir/meditar. A hora para dormir não é como na Terra. Agora nós permanecemos totalmente conscientes e o que você chamaria de dormir, nós chamamos meditar. Portanto, é melhor se estamos sozinhos porque entramos profundamente em nossa consciência para expandir nossa atenção e então integrar o que nós aprendemos em nossas vidas diárias.”

“Nós também usamos nossos alojamentos para fundir com nossos parceiros, se escolhermos ter um. Alguns aqui desejam viver com seus Complementos Divinos como homem e mulher, e outros desejam integrar seus dois componentes e viver como um ser andrógino. É puramente uma questão de escolha nesta dimensão. Nas dimensões superiores, a divisão de gênero é desconhecida.”

“Nós recebemos nossos filhos da Chama como é feito em Vênus, mas algumas ainda desejam ter a experiência da gravidez e do parto. Quando eu digo ‘nós’ recebemos nossa criança da Chama, quero dizer ‘nós’ como um casal de Complementos Divinos masculino e feminino, ou ‘nós’ como um ser andrógino.”

“De qualquer forma, nós meditamos e treinamos pelo que seriam anos do seu tempo para nos prepararmos para a grande honra de ser genitor. Somente casais que são Complementos Divinos criam juntos. Quando nossos professores nos dizem que nossa vibração alcançou um lindo tom violeta-prateado, nós vamos para A Chama com o nosso Complemento Divino (ou como um ser unificado andrógino).”

“Quando estamos perante a Chama Violeta, nós contatamos as dimensões superiores para ver se um Espírito deseja assumir uma vida em nosso mundo. Assim que um Espírito tiver decidido escolher a experiência de encarnação na quinta dimensão das Plêiades, os pais e o Espírito trabalham juntos para começar o processo do que você chamaria de ‘nascimento’.”

“Juntos os pais e o filho determinam se é melhor para todos eles permanecer na Chama até o Espírito estar pronto para assumir uma vida em seu mundo Pleiadiano, ou se o Espírito entra no feminino e passa por uma gravidez, muito parecida com a de sua Terra. Aqui, entretanto, o masculino e o feminino estão igualmente envolvidos na gravidez.”

“O masculino precisa subir e descer na Chama regularmente para que o Espírito possa puxar o suficiente de sua essência para a quinta dimensão para criar e habitar uma forma. Por outro lado, o feminino precisa ficar afastado da Chama, pois é a força de ancoragem para a nova vida.”

“Quando o masculino retorna da Chama, tendo a essência do Espírito, ele a coloca no ventre da mulher para oferecer ao feto o amor de uma mãe. O homem então abraça tanto a mãe como o filho, pois ambos os genitores enviam ao seu filho amor incondicional e paz infinita. Os três permanecem interligados até o Espírito da criança gradualmente poder se adaptar à nossa realidade pentadimensional.”

“Se esta forma de ‘gravidez’ não é escolhida, o casal, ou o ser andrógino, deve morar perto e entrar e sair da Chama, até o Espírito estar preparado para criar para si uma forma pentadimensional. Assim que o Espírito é um ‘bebê’ ele, ela, ou um andrógino (aqui as crianças podem nascer andróginas) muda com os pais, ou genitores unificados, para a Sala Central.”

“A Sala Central é a área de convivência onde toda a nossa ‘família maior’ vive. A palavra que usamos para essa sala é difícil de ouvir em Inglês. Ela soa como ‘scrdala’. A scrdala é composta pelos membros de uma mesma Superalma. Na sétima dimensão a Superalma é um ser. Quando as novas ‘crianças’ de nossa sociedade entram nas dimensões mais baixas, a Superalma protege seu fragmento pentadimensional enquanto ele desce para os reinos mais baixos através do Fogo Violeta.”

“Cada um desses fragmentos permanece em contato constante com seu eu hexadimensional na Chama Violeta até sua nova forma poder conter sua grande força de vida. Os pais mantêm seu ‘bebê’ em conexão constante com a mãe, pai, ou ambos para assistir seu filho na ancoragem de sua consciência na frequência mais baixa.”

“Os membros da ‘família maior’ dos novos pais, que também estão vivendo temporariamente na scrdala, trabalham em unidade para ajudar os novos membros de nossa realidade Pleiadiana a se habituarem à sua nova vida. Este grupo é mais do que uma família, pois eles funcionam como UM ser de amor paternal que está recebendo a nova vida em nosso mundo.”

“Quando cada família deixa a scrdala, as escolhas das situações de vida diferem com a frequência a que eles ressoam. Um ser que é capaz de estar desperto em muitas vibrações diferentes de uma só vez, como eu, terá situações muito diferentes em cada plano. Isto é muito parecido com sua situação.”

“Na terceira dimensão você leva uma vida calma e reservada. Na quarta dimensão, você vive na Terra das Fadas com suas amadas fadas e criaturas da Natureza e na quinta dimensão você é eu! Sim, querida, você e eu somos UMA.”

“Nós somos expressões diferentes da mesma Superalma, do mesmo Ser. Kepier é outra expressão do seu ser. IlliaEm é a expressão octadimensional de nossa Superalma. E, Jaqual é um membro Antariano de nossa Superalma.”

“Também há muitas outras expressões de nossa Superalma que você ainda não conheceu, entretanto, em breve conhecerá. É assim para TODOS os aterrados na Terra. Todos vocês têm oitavas do seu EU que se expressam em inúmeros tempos, mundos e dimensões. Porque você está encarnada na Terra em ascensão, sua consciência multidimensional repartiu-se em inúmeras expressões em preparação para o seu aterramento no planeta pentadimensional em desenvolvimento.”

“Na sexta dimensão você está em Vênus, onde você é capaz de visitar e se comunicar com suas expressões Pleiadianas e Antarianas do EU. Seu eu Arcturiano ressoa da oitava à décima dimensão e pode se mover entre inúmeros locais porque você não tem necessidade de um Lar planetário. Seu eu hexadimensional viaja frequentemente para Antares e também para Arcturos, Sírio, ou para cá, as Plêiades.”

“Posso ver sua pergunta mental sobre se essas diferentes partes do seu EU sempre se encontram ou não. A resposta é: claro! Não estamos fazendo isso agora? Entretanto, cada EU também está em uma realidade diferente. Semelhante às diferentes realidades que você experimentou e se lembrou do seu eu tridimensional. No mundo físico essas partes do seu eu estão separadas pelo tempo e espaço. Nas outras dimensões, os eus diferentes ou realidades ressoam a diferentes vibrações.”

~ LISA ~
“Certo”, zombou Lisa. “Já deu para mim. Chega desse livro e chega desse vinho! Não tenho certeza se estou mais aborrecida por causa desse livro ou por causa do fato de que Mamãe me deixou sem dizer uma palavra”.

Porém, ela teve que admitir que sua mãe ligara algumas vezes e que ela estava muito “ocupada” para retornar as ligações. Mas, ela ainda não estava preparada para assumir a responsabilidade de nada. Ela nem podia admitir que estava muito feliz por estar longe de casa, do seu marido e até das crianças.

O que estava acontecendo com ela ultimamente? Ela se sentia vazia por dentro, como se ela não tivesse mais nada para dar. Então ela veio para a casa de sua mãe para entender alguma coisa e sua mãe tinha partido! Ela empurrou o copo de vinho vazio na mesa, quase que o quebrou, deixou o diário cair no chão e foi para o quarto de hóspedes da casa da Mãe para dormir um pouco.

Ela tentou não se perguntar por que se lembrou de pegar o diário e levá-lo consigo.

Lisa acordou às 10 da manhã. Ah, que tipo de Paraíso era esse? Entretanto, assim que se sentou e sentiu a dor de cabeça, o Paraíso acabou. Apesar da cabeça latejando, ela tinha uma estranha sensação de paz e calma. Então, num sobressalto, ela se deu conta de que não tinha ligado para as crianças ou seu marido, ou sua amiga que estava ajudando com as crianças.

Ela tão zangada por sua mãe não se comunicar com ela, e ela fez a mesma coisa com seus próprios filhos. “Tal mãe, tal filha”, ela disse enquanto pegava seu telefone, que estava sem bateria. Então foi procurar na bagagem. “Ah, por favor, eu me lembrei SIM de trazer o carregador”, ela disse para si mesma.

Felizmente o carregador foi encontrado, o telefone ligado e para sua surpresa, ela NÃO ligou primeiro para seu marido. NÃO, ela ligou para sua amiga e descobriu que ela fora a santa que sempre foi e tinha alimentado todas as crianças, as dela e as de Lisa e levado para a escola. Dando continuidade ao seu comportamento santo, ela nem perguntou à Lisa quando viria para casa.

Lisa estava tão feliz por não ter que mentir para uma amiga tão grande. Só que ela não podia dizer a verdade à amiga porque ela não sabia. “Ah, sim, Cindy, minha mãe desapareceu completamente e estou lendo o diário sobre o eu Pleiadiano dela.” E ela não podia dizer a Cindy que estava muito feliz por estar só por um tempo. Havia alguma coisa que ela tinha que compreender, isto é, além do paradeiro de sua mãe desaparecida.

Por que ela não telefonou para a polícia? Como ela sabia que sua mãe estava bem? O gato tinha uma casa, a eletricidade e os aspersores estavam ligados e o telefone ainda funcionava. Ela não poderia ter ido embora há muito tempo, ou tudo isso estaria desligado. Mas por que sua mãe não lhe disse onde estava? Ah, sim, os telefonemas ignorados.

Após um longo banho quente e mais café, ela voltou para Mytria. Claro, ela teria que ir à loja, ligar para os amigos de sua mãe, se ela conseguisse achar a agenda telefônica de sua mãe e, ah, sim, ligar para seu marido. Mas ele não tinha ligado para ela, então por que ela precisava ligar para ele? Entretanto, ela NÃO se lembrou de olhar as chamadas não atendidas. Seus filhos estavam bem e Cindy estava cuidando deles.

Após o banho e o café, ela estava preparada para o diário, que estava bem ao lado de sua cama. Com o café na mãe, ela pegou o diário e foi para sua “cadeira da lição de casa” para ver o que mais Mytria tinha para dizer.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Cada realidade, ou vida, é separada até você ser capaz de ficar consciente dela, então ela é uma parte do todo”, disse Mytria. “Sua percepção do ‘todo’ aumenta conforme sua consciência expande.”

“Além disso, cada componente do seu eu pode ser individual dentro da unidade do seu EU Multidimensional. Nós Pleiadianos normalmente gostamos de manter nossos ‘fragmentos’ individualizados para que possamos explorar cada realidade com intensidade e intimidade.”

“Eu, Mytria, sou capaz de elevar minha vibração para a sétima dimensão onde eu posso me comunicar com todos os outros aspectos do meu EU. Cada um de nós é individual e também UNO. Claro, esse cenário somente é possível quando nossos corpos ressoam além do tempo e espaço.”

~ LISA ~
“O quê?” perguntou Lisa, não tão desdenhosamente como teria perguntado no dia anterior. Alguma coisa a estava incomodando. Sim, foi um sonho. Ela não conseguia se lembrar do sonho, mas a sensação dele a perturbou.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Agora quero responder seu pensamento sobre por que você demorou tanto tempo para sentir minha presença”, continuou Mytria. “Sua conexão a mim foi difícil de sentir porque ela começa na quinta dimensão, e sua consciência somente pode expandir para essa frequência quando você está calma e meditando.”

“E também, se fosse para se comunicar comigo antes desta época, seria muito confuso para você. Você vê quanta dificuldade você tem mesmo agora com os conceitos que tenho lhe apresentado?”

~ LISA ~
“Sim”, Lisa respondeu sem perceber. Desta vez sua resposta não foi zangada. Talvez fosse por causa de seu sonho.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“É bom que você esteja expandindo sua imaginação e consciência para aceitar o que em breve virá em seu mundo”, escreveu Mytria. “Acima de tudo, a Deusa, a Mãe Terra, Gaia está despertando. Em breve ela ouvirá o chamado de Seu Complemento Divino e não tolerará mais qualquer injustiça ao Seu ser.”

“Gaia será uma noiva se preparando para seu casamento. Ela irá ficar bonita, e qualquer um que tentar impedi-la não gostará das consequências. Será uma época maravilhosa. Você e outros como você ficarão finalmente felizes por nascer na Terra numa forma tridimensional.”

“Então, porque todos vocês aprenderão a amar totalmente a vida na terceira dimensão, vocês serão capazes de liberar essa vida. Vocês não precisarão liberar sua forma, claro, mas liberarão todas as limitações e separações dela. Então, quando desejarem um ‘veículo’ novo e melhorado para a sua consciência, vocês facilmente substituirão o antigo. Só que vocês NÃO precisarão pegar um emprestado. Vocês criarão, de graça e sem impedimento, o veículo de sua escolha.”

“Espero muito por outras comunicações com você e aguardo sua próxima visita ao meu mundo.”

“Mytria”

~ LISA ~
Lisa não entendeu por que ela não ficou zangada como antes. Mas, era bom não ficar zangada por um minuto. Na verdade, quando ela NÃO esteve zangada, ela começou a entender como andava zangada.

Não, a irritação não era por causa de sua mãe. Não era nem por causa do seu marido. Ela estava irritada porque alguma coisa estava faltando e ela não sabia o que era. Ela quase se sentiu bem até sua mãe mudar para os OVNIS.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A HISTÓRIA PASSADA E PRESENTE DE NOSSA JORNADA PARA O LAR

Mytria e a Família Galáctica
Por Suzanne Lie PhD
Em 23 de julho de 2015



Queridos Leitores,
Eu fui orientada para a mensagem abaixo no meu site multidimensions.com. Eu a escrevi muito tempo atrás, talvez na década de 90. Esta é a Parte 1 dessa mensagem.
Um dos melhores modos de entender quem nós somos AGORA é entender quem nós éramos.

NO COMEÇO

Queridos,
Eu sou Mytria e retornei para lhes falar mais sobre o Pensamento com o Cérebro Todo. O Pensamento com o Cérebro Todo surge da atividade cognitiva, que equilibra perfeitamente os hemisférios direito e esquerdo do seu cérebro. Para explicar melhor, permitam-me tomar um desvio e lhes falar da história multidimensional antiga da Terra.

Antes de a Terra cair para a atual vibração tridimensional, de fato, até antes de a Terra cair para a quarta dimensão, NÃO havia polaridades. Masculino e feminino, próton e elétron, receber e projetar eram o mesmo.

A polarização de masculino e feminino começou com o átomo, e é por isso que o primeiro humano polarizado recebeu o nome de Adão. Muito antes da queda de Atlântida, quando Gaia ainda era pentadimensional, havia um continente que preenchia muito de seu Oceano Pacífico chamado Lemúria.

Na Era Lemuriana, SOMENTE havia a Consciência de Unidade. Então, não havia polaridades e todos os seres eram andróginos. Bastante interessante, foram os Lemurianos que começaram os experimentos para criar um Ser polarizado em gênero masculino ou feminino.

VIDA DIMENSIONALMENTE INFERIOR

Os Lemurianos fizeram experimentos para criar um ser dimensionalmente inferior, pois eles sabiam que Gaia tinha se voluntariado para descobrir a dimensão mais baixa em que a vida senciente poderia sobreviver. Os Lemurianos começaram seus experimentos de polarização por separar o átomo em polaridades de carga positiva/próton/masculino e carga negativa/elétron/feminino.

Eles decidiram fazer seu humano dimensionalmente inferior masculino, pois eles pensaram que a ação dinâmica da carga masculina seria vital para uma sociedade separada da Unidade da quinta dimensão. Por alguma razão, eles não consideraram ter ambos os seres, masculino e feminino. Talvez tenha sido assim porque eles estavam com dificuldade de encontrar algum ser que pudesse sobreviver em uma ressonância tão baixa.

Os Lemurianos, que trocavam as formas tão facilmente quanto vocês trocam de roupa, viam ter “apenas” uma forma como um conceito estranho. Entretanto, sua mente telepática grupal lhes disse que o destino do planeta era que a frequência de energia ia cair drasticamente.

Eles formularam toda possível solução para este cataclismo iminente, mas estava ESCRITO no holograma planetário e eles não podiam mudá-lo. Portanto, eles sabiam que teriam de assistir na criação de uma forma terrena que pudesse sobreviver em uma dimensão baixa, possivelmente tão baixa quanto à terceira dimensão.

Por fim, acreditando que seus experimentos falharam, eles então passaram sua pesquisa para os Atlantes. Eles fizeram isso principalmente porque as ESCRITAS holográficas diziam que eram os Atlantes que seriam os responsáveis por causar a grande catástrofe.

IDA PARA O SUBTERRÂNEO

Os Lemurianos aceitaram o fato de que alguns deles iriam para o subterrâneo até poderem ajustar sua vibração para a frequência ressonante em que o planeta finalmente estabilizaria. Essa frequência acabou sendo a terceira dimensão.

Foram milênios antes que as formas graciosas dimensionalmente superiores pudessem criar um corpo tridimensional polarizado com “contornos” de carne e “bases” de ossos. Os cientistas Lemurianos descobriram que os ossos poderiam manter sua história, pois os ossos pareciam ser mais duráveis do que qualquer outra forma biológica tridimensional.

Eles acreditavam ou esperavam que poderiam incorporar a história de sua Civilização Lemuriana no DNA da medula óssea da forma que eles no final assumiriam. Desta maneira, sua história resistiria nos ossos enterrados por muito tempo depois de expirar o tempo de vida limitado de um ser dimensionalmente inferior. Os Lemurianos descobriram que eles realmente podiam esconder esta informação em 97% do DNA que os cientistas ocidentais rotularam como “lixo”.

Visto que esse DNA lixo podia criar uma forma de linguagem que funcionava no mesmo princípio da linguagem, os Lemurianos sabiam que ninguém nem pensaria em olhar nos ossos enterrados de seus ancestrais até que a civilização estivesse bastante avançada.

Esperançosamente essa civilização seria avançada o suficiente para usar os grandes segredos Lemurianos SOMENTE para criar e não para destruir. Entretanto, se seus segredos seriam armazenados em ossos, alguns deles teriam que ter formas físicas até a entrada seguinte no Cinturão de Fótons doze mil anos depois.

Os outros Lemurianos retornariam ao seu EU Multidimensional e sua Superalma para compartilhar todas as suas aventuras maravilhosas. Alguns Lemurianos se voluntariaram para supervisionar a Terra e orientar aqueles que elevariam sua consciência o suficiente para se comunicar com eles.

Esses Lemurianos manteriam sua ressonância uma ou duas oitavas mais alta do que a dos humanos polarizados. Esta ressonância acabou sendo a quarta dimensão média e alta.

Um terceiro grupo de Lemurianos desceria para grutas e cavernas da Terra para lentamente baixar sua vibração para igualar à de Gaia. Seriam Eles que por fim assumiriam uma forma tridimensional. Somente os Lemurianos mais evoluídos foram escolhidos para essa tarefa, pois os Videntes sabiam que os desafios de entrar na polaridade escura seriam imensos.

POLARIZAÇÃO DA HUMANIDADE

Quando, de fato, a faixa vibratória do planeta caiu para a quarta inferior e finalmente para a terceira dimensão, a polarização dos seres, depois conhecidos como humanidade, estava concluída.

Realmente os Atlantes contribuíram muito na criação da experiência da individualidade polarizada. Eles experimentaram com muitos seres vibracionalmente inferiores por criar uma combinação do “humano” Espírito/Andrógino e animal que tinha sido polarizado em um gênero.

No final, foi o egoísmo e a crueldade desses experimentos que provaram realmente baixar a vibração. Vejam vocês, na Unidade da quarta alta e da quinta dimensão todos compartilham seus sentimentos, pensamentos e experiências com todos os outros. Por causa disso, ninguém prejudica o outro ou eles se prejudicam também.

Entretanto, determinados “cientistas” Atlantes descobriram uma forma de Magia Negra que permitia a eles se blindar da dor dos outros. Eles fizeram isso por descobrir modos de temporariamente extinguir sua Luz ao “desligar” seu ATMA, a chama trina da VIDA em seu coração.

Isso era realmente perigoso, pois sua Alma poderia sair do corpo enquanto seu ATMA estava desligado. No entanto, se eles o ligassem novamente a tempo, eles poderiam retornar sua Alma para o corpo. Infelizmente, só depois de muito tempo eles aprenderam que sua vibração se tornava cada vez mais baixa toda vez que eles realizavam essa “magia”.

Finalmente, sua Alma deixou o corpo, pois a vibração era baixa demais e eles se tornaram Vasos Terrenos sem uma Alma. Sem a Alma integrada em seu corpo, eles poderiam fazer qualquer coisa a qualquer um sem sentir a dor da outra pessoa. Foi assim que a crueldade começou.

Quando eles acabaram numa vibração dentro da ressonância 3D, eles descobriram que tinham corpos diferentes. Alguns tinham um corpo polarizado masculino com uma essência mais projetiva/agressiva/intelectual, enquanto que outros tinham uma forma polarizada feminina com uma essência mais receptiva/criativa/emocional.

UM PLANETA POLARIZADO

Quando o planeta inteiro se tornou tridimensional, todos que escolheram ficar com Gaia tinham uma forma tridimensional. E também, todos tinham uma forma que era ou masculina ou feminina.

Infelizmente, os primeiros a baixar para a terceira dimensão eram aqueles que haviam praticado Magia Negra. Eram os mesmos que aprenderam sobre a crueldade e eles estavam no planeta muito mais tempo e conheciam as regras de sobrevivência na realidade 3D.

Então, os Escuros tornaram-se os líderes. Com esses Escuros impiedosos no poder, havia tanta crueldade e dor que a espécie humana esteve em risco de extinção.

Havia Sacerdotes e Sacerdotisas da Atlântida que decidiram viver na terceira dimensão, mas eles mantinham para eles e pouco se importavam com as pessoas “comuns”. Portanto, um chamado foi enviado para as dimensões superiores para encontrar Seres de Luz que estivessem dispostos a assumir forma com as “pessoas comuns” para equilibrar a Escuridão.

Felizmente muitos Seres de Luz responderam ao chamado; infelizmente muitos deles se perderam na Escuridão. Entretanto, uns poucos deles foram fortes o suficiente para permanecer em sua Luz. Então, a polarização entre Luz e Escuridão começou.

Essa polaridade expandiu, pois os Seres de Luz faziam coisas “amorosas - poder interior”, e os Seres Escuros faziam coisas “temerosas – poder sobre os outros”. Os Seres de Luz somente podiam sobreviver por puxar constantemente poder das forças da luz vibracionalmente mais alta.

Essa força mais tarde ficou conhecida como Graça, Prana e/ou AMOR Incondicional. Por outro lado os Escuros puxavam poder da essência de outros humanos 3D.

Os Escuros eram tão extremamente impiedosos que as pessoas comuns aterrorizadas permitiam sua essência sair de seus corpos atormentados na presença desses líderes cruéis.

Os Escuros então roubavam essa essência para eles. Esta experiência de ser atormentado depois se tornou conhecida como “Medo”. Desta maneira, Amor e Medo tornaram-se polaridades.

Conforme o planeta se tornou mais e mais polarizado, a faixa vibratória se tornou mais e mais baixa. Os Escuros sabiam que se eles pudessem fazer a vibração do planeta baixar muito, todos os Seres de Luz teriam que ir embora ou arriscar cair na escuridão.

Portanto, eles permaneceram tão cruéis quanto podiam. Eles descobriram que gostavam de ter o poder sobre as pessoas, animais, e até sobre o planeta que os alojava.

RETORNO DOS LEMURIANOS

Os Lemurianos finalmente foram capazes de assumir corpos 3D e tornaram-se os “povos nativos”, tais como Americanos Nativos, Inuítes, Sami (também conhecido como Lapões), Polinésios, Aborígenes, Maoris e outros povos indígenas da África e América do Sul.

Até hoje esses descendentes dos Lemurianos servem à Deusa Terra e respeitam as antigas tradições que já foram Lemurianas. Infelizmente, essas sociedades eventualmente tornaram-se “povos conquistados”, pois eles não eram páreo para a crueldade dos Escuros que NÃO conheciam a unidade com outros, com o planeta ou com sua própria luz esmorecida.

Os Lemurianos aguardaram de novo. Eles jamais perderiam sua conexão com a terra e com Gaia e secretamente usariam seus rituais e cerimônias para proteger a Terra. Alguns Lemurianos assumiram formas de seres aquáticos, tais como os cetáceos.

Felizmente, porque a Alma Lemuriana era UMA com Gaia, eles também eram UM com a Galáxia. Por causa disso, eles sabiam da entrada iminente da Grande Luz quando eles entrassem na Era de Aquário e no braço do Cinturão de Fótons.

Esses descendentes dos Lemurianos teriam apenas que “esperar” até Gaia se aproximar do Cinturão de Fótons e a frequência do planeta começaria a se elevar. (Nota de Sue: essa época é AGORA.) Nesse ponto, as forças da Escuridão teriam ou que receber mais luz ou se tornar extinta com o resto da terceira dimensão em declínio. (Nota: este evento também está ocorrendo AGORA). Os Lemurianos não teriam a intenção de punir ninguém, pois através de sua conexão com Gaia, eles podiam também se conectar com Tudo Que É.

Na Consciência de Unidade não há necessidade de punir os outros, pois não há “outros”, há somente a UNIDADE. Essa UNIDADE preenche o Cinturão de Fótons, e os Lemurianos sabiam.

Eles também sabiam que a Luz do Cinturão de Fótons gradualmente despolarizaria o planeta. O espectro entre carga negativa/feminina (-) e a carga positiva/masculina (+) então gradualmente diminuiria até o equilíbrio de masculino e feminino ocorrer.

Nesse ponto, toda “carga” polarizada seria retirada de Gaia,
e então, de todos os seus habitantes.

EQUILÍBRIO DAS POLARIDADES

Visto que Gaia é um holograma, todos os habitantes da Terra têm Sua “luz” dentro deles, tal como Gaia tem a luz dos habitantes da Terra dentro Dela. O local no corpo humano que tem a chave para o Equilíbrio das polaridades Masculina e Feminina é o Triângulo Sagrado do cérebro.

O casamento interior das polaridades masculina e feminina, o Casamento Místico no Triângulo Sagrado, equilibra as polaridades no cérebro. Assim que essas polaridades são equilibradas, o Pensamento com o Cérebro Todo é ativado.

As glândulas pineal e pituitária são polarizadas no que tange que a Glândula Pineal é feminina/receptiva e a Glândula Pituitária é masculina/projetiva. Portanto, assim que essas duas glândulas conseguem compartilhar, combinar e fundir sua essência no terceiro ventrículo do cérebro, as cargas/polaridades são gradualmente equilibradas nos Vasos Terrenos de toda vida em Gaia.

Claro, nada realmente será retirado. Tal como o equilíbrio das polaridades masculina e feminina se equipara a uma bateria totalmente carregada, um equilíbrio do masculino e feminino no cérebro se equipara a um computador biológico totalmente carregado.

Sem o desequilíbrio causado pelas polaridades masculina e feminina, machos e fêmeas tornar-se-ão andróginos. O hemisfério/negativo/elétron direito e o hemisfério/positivo/próton esquerdo se combinarão no Cérebro Todo.

No mesmo AGORA, o Terceiro olho se abrirá para ver a VERDADEIRA Visão, que brilhará no Coração Superior para ativar o ATMA da unidade da Sabedoria Infinita, Poder Multidimensional e Amor Incondicional.

Quando o Terceiro Olho e o Coração se fundirem em UM, o Corpo de Luz pentadimensional acenderá para perceber, acreditar e habitar a expressão pentadimensional do querido planeta Terra de Gaia.

Esses humanos, muitos deles inicialmente foram Lemurianos, concluíram uma jornada muito longa pela vida-morte-vida-morte na Roda da Encarnação. Ah, a unidade do encontro com sua verdadeira família somente pode ser percebida, acreditada e reunida através do seu verdadeiro EU Corpo de Luz.

Enquanto isso, seu DNA tem a memória de serem Seres Multidimensionais de Luz andróginos. Quando seu cérebro retornar ao EQUILÍBRIO do masculino e feminino, o NOVO computador biológico se ativará e vocês começarão a jornada para o LAR, para a quinta dimensão e acima. (Nota: Essa parte DEFINITIVAMENTE é AGORA!)

A Nave Espacial Terra, a Nave Mãe, com milhões de pequenos Vasos de Luz, Corpos de Luz, começará o grande Tour Galáctico. Não percam essa viagem.

Ela promete ser “FORA DE SÉRIE”!

Boa viagem, Gaia.
Você merece umas férias.

Mytria

(reunião)



Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br