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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O DIÁRIO – PARTE 2 – POR UMA COM MUITOS NOMES

Por Suzanne Lie PhD
Em 28 de julho de 2015



Queridos Leitores,
Aqueles de vocês que me seguem por anos podem estar familiarizados com algumas dessas histórias, mas eu espero que possam se unir a mim enquanto nós tecemos a tapeçaria da história.

II
O DIÁRIO
~ Conhecendo Mytria ~

~ LISA ~
Lisa foi para o restaurante que ela raramente ia, mas sabia que ele tinha belas mesas em pequenas áreas privativas. A última coisa que ela queria era encontrar alguém que ela conhecia. Ela pediu a refeição e chá, pois não aguentava mais tomar café, e decidiu que iria examinar o Diário enquanto aguardava pela comida. Ela abriu o diário na página seguinte de onde parara para encontrar a próxima parte, que era sobre descobrir Mytria.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Estou feliz por anunciar que meu “amigo nuvem” finalmente voltou. Foi um processo longo, que contarei neste diário. Estou lhe falando da reconexão esperada por tanto tempo com o meu amigo invisível, que agora conheço como “o Arcturiano”, pois é somente por causa desse apoio contínuo que sou capaz de escrever este diário.

Eu creio que agora é importante compartilhar minhas experiências com outros porque nossa consciência em eterna expansão manifesta nossos pensamentos e sentimentos praticamente instantaneamente. Portanto, se pensamos que estamos com ansiedade ou alguma doença, então essa é a nossa realidade. Por outro lado, se pensamos que temos sintomas de despertar, então essa é a nossa realidade.

Claro, há vezes em que estamos doentes ou feridos. Essas vezes vêm quando há emoções e lembranças antigas que precisam ser depuradas. Portanto, nós criamos determinado cenário em que temos que ficar parados e centrar nossa atenção em nosso EU, para que possamos concluir essa depuração.

Visto que me sinto “mal” já faz um tempo, eu sei que é o AGORA de contar minha história. E também, ontem à noite tive um sonho em que conectei com um medo muito profundo de minha infância que está na hora de liberar. De novo, espero não ofender ninguém pela minha confissão, mas é a minha verdade, e eu jurei dizer somente a minha verdade aqui. E também, eu sei que não sou a única que tem essas experiências.

Quando eu era criança minha imaginação me levava para muitas das minhas realidades alternativas, normalmente conhecidas como vidas “passadas”. Essas aventuras pararam na adolescência, mas retornaram quando comecei a trabalhar com o meu primeiro mestre espiritual. Por muitos anos, minhas aventuras eram vinculadas à Terra e incluíam muitas épocas diferentes em que eu era homem ou mulher.

Já adulta, comecei a ter visitas/imaginações fora do mundo e em outros planetas. Primeiro foi Vênus. Então comecei a ter notícias de Mytria das Plêiades. Eu sei que poderia ter tido uma experiência desperta de visitar uma nave espacial, mas ainda sinto um medo submerso sempre que penso nisso.

Pelas minhas aventuras em Vênus e com Mytria, eu percebi que esse medo era devido ter sido abduzida quando criança e adolescente. Eu lembrei mais, lembrei que meu medo, na verdade, foi implantado em mim pelos Zetas, que haviam me abduzido. Então eles colocaram um implante no meu cérebro para que tivesse muito medo de falar sobre minha experiência com alguém.

Claro, contar para as pessoas não era um problema para mim, pois eu não podia contar para as pessoas nem os meus sonhos ou experiências psíquicas. Entretanto, não há muito que eu possa dizer sobre essa experiência, pois ainda tenho que recuperar a maioria dos detalhes.

Meu sonho de ontem à noite também me disse que minha criança ferida precisava de minha atenção e eu tinha que curá-la antes de poder passar para o próximo nível de meu despertar. Nesse sonho, eu senti o terror da minha desconexão do meu eu físico adormecido e meu desespero para retornar ao meu corpo que dormia. Acordei sabendo que eu tinha que tratar essa questão da minha criança/adolescente ferida e abduzida.

Começarei por compartilhar o pouco que eu me lembro dessas experiências. Eu lembro claramente de estar numa mesa fria de metal com rostos olhando para mim. Eu me lembro de coisas afiadas, muitas coisas afiadas. Eu sou uma adulta e nunca passei por nenhuma cirurgia e eu odeio ir ao dentista.

Eu também sei exatamente onde está o meu implante, e posso sentir um medo bem agora enquanto compartilho isso. Os Arcturianos me disseram esta manhã que o implante deixa uma mensagem incorporada para nunca compartilhar o que aconteceu. Há um pouco mais, mas já basta por enquanto.

Esta manhã me foi dito que o melhor modo de curar minha criança abduzida é contar a minha história, tal como estou para compartilhar as outras realidades que tenho experimentado. Eu SEI que eu quero visitar os Arcturianos na nave deles em minha mente totalmente consciente. Portanto, estou comprometida a concluir esse processo de compartilhar minha vida com outros.

Eu vejo a redação deste diário como uma ação consciente que mostra que estou pronta para limpar meus medos antigos para eu poder contribuir com meu amor total e minha luz neste despertar planetário para a verdade! Entretanto, eu não sei se mais alguém será capaz de começar a acreditar que as experiências que estou para contar poderiam ser verdadeiras.

No entanto, contarei minha história, mesmo se somente traga clareza para a minha própria vida. Talvez algumas das pessoas que eu amo serão capazes de ainda me aceitar e me amar, mas temo que a maioria não aceitará. Então, apesar de escrever este diário, eu posso precisar lançá-lo sob um nome falso. Por outro lado, talvez se elas lerem o que tenho experimentado em minha vida, elas podem aprender a me aceitar mais.

~ LISA ~
“Mãe, isso é um desafio?” Lisa disse para seu chá. Entretanto, com o banho e um pouco de boa comida, ela estava se sentindo melhor e teve que admitir como ela se zangava com sua mãe. “O que ela realmente me fez além do que acreditar em coisas diferentes do que eu acreditava?” disse Lisa continuando a abrandar. Lisa até pediu sobremesa e continuou sua leitura enquanto esperava seu pedido.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Por volta de 1995 e comecei a receber mensagens internas de uma mulher Pleiadiana. Eu tomei conhecimento dos Pleiadianos em algum lugar, e visto que eu começara a me lembrar da abdução na infância, eu estava procurando por um alienígena mais amável e bondoso. Os Pleiadianos são altos, loiros e muito atraentes. Eles também parecem bem humanos. Portanto, eu perguntei aos meus canais internos se eu poderia falar com um Pleiadiano e eu recebi o nome “Mytria”.

Antes de continuar, talvez eu devesse explicar sobre o que quero dizer com meus “canais internos”. Eu cresci indo à igreja, e estava num grupo de adolescentes da igreja, então falar com seres superiores invisíveis não era um evento incomum. Na verdade, quando eu era criança eu frequentemente falava com o meu ser nuvem e o chamava de Jesus. Eu continuei com essas conversas na minha adolescência – por um tempo.

Quando eu era jovem, eu chamava o que faço para me conectar com outros seres de “orar”. Quando me tornei adulta e fui a muitos mestres espirituais e aulas de meditação, eu passei a chamar de “meditar”. Eu sabia que muitas pessoas não recebiam as respostas profundas que eu recebia, mas talvez fosse porque elas não anotavam o que experimentavam.

Resumindo, agora eu adiciono os meus primeiros encontros com Mytria e a mensagem:

20 de novembro de 1995
“Querida Mytria, eu pedi para falar com um Pleiadiano e recebi seu nome. Estou me abrindo para sua resposta, pois eu desejo falar com você. Eu espero ter me purificado o suficiente para poder ter uma recepção clara de sua mensagem.”

Fiquei muito surpresa ao receber:

“Querida Beverly, de fato você tem se aberto para mim e, ao fazê-lo, você pode conscientemente receber mensagem de um ser dimensionalmente superior como eu. Eu sou de Alycone e eu sou um dos Guardiões do Fogo Sagrado. Agora falo com você da quinta dimensão, embora eu também poderia me comunicar de dimensões mais altas. Já que é o nosso primeiro contato, eu vou assumir a minha vibração mais baixa para facilitar sua compreensão.”

“Embora eu seja Guardiã da Chama Sagrada, não há necessidade de proteger A Chama de algum perigo no nosso mundo, pois ninguém aqui danificaria qualquer coisa. Os seres na quinta dimensão sabem que qualquer ação os afeta tanto quanto afeta aqueles que os rodeia. Você também está aprendendo essa lição. Então, eu altero minha declaração para informar que seria mais correto dizer que eu assisto aqueles que desejam entrar no Fogo Violeta.”

“O Fogo Sagrado é um portal pelo qual se pode passar para viajar para qualquer lugar do Multiuniverso. No nosso mundo Pleiadiano pentadimensional nós podemos entrar e sair de nosso corpo com a mesma facilidade que você coloca seu vestido. Entenda: nossos corpos podem ser facilmente transmutados para uma dimensão mais alta pelo retorno ao espírito puro para viajar para outra dimensão.”

“Exploradores espirituais vêm para o Fogo Sagrado e deixam seus corpos ali enquanto viajam em espírito. Quando eles retornam de suas viagens, eles projetam sua essência no Fogo Sagrado para retornar ao corpo. Enquanto o corpo está na Chama Sagrada eles podem viajar com segurança através de sua consciência para qualquer lugar que desejarem.”

“Eu sou uma das Sacerdotisas Pleiadianas que supervisionam esse processo. Portanto, eu acho que seria melhor dizer que eu protejo o corpo de viajante ao invés da Chama. Entretanto, o título é ‘Guardiã da Chama’. Você, minha querida, contatou comigo porque estou aberta para comunicações com quem é de outras dimensões, e porque eu conheço você.”

“Na verdade, você poderia dizer que eu sou uma frequência mais alta de seu você físico. É por isso que você sempre teve um intenso desejo de ir além de seu mundo terreno. De fato, quando você combinar com as expressões de frequência mais alta de si mesma, você será capaz de se comunicar com quantos seres superiores que desejar.”

“Agora você entende como sua vida inteira esteve em preparação para esse serviço?”

~ LISA ~
“Uau, Mãe, estou começando a seguir seu livro, mas isso já é exagerado”. Lisa acidentalmente disse em voz alta, enquanto afastava o diário, quase derramando seu chá. Tentando pensar nas palavras ao invés de dizê-las, ela pensou: “Não é de se estranhar que Papai deixou você. Se ele tivesse uma dica deste tipo de mentalidade, ele teria internado você num hospício”.

Desta vez Lisa nem tentou entender sua mãe. Ela obviamente estava alucinada. Abriu sua bolsa para pegar o dinheiro do jantar e saiu da mesa apressada.

“Senhorita”, ela ouviu atrás dela. “Você deixou seu livro.” A jovem garçonete sorria docemente enquanto trazia o livro para Lisa, que tentou sorrir e resmungou: “Obrigada”. Lisa não sabia o que era pior, ter que pegar o livro maluco ou a garçonete tê-la chamado de “senhorita”.

Lisa começou a chorar outra vez. Exatamente quando ela pensou em ir até sua mãe em busca de ajuda com sua vida, ela encontra esse diário com essa redação maluca. Caminhando o mais rápido possível para o carro, Lisa ao procurar pelas chaves quase deixou o livro cair na lama.

Ela ficou bem surpresa por ter escolhido que as chaves caíssem ao invés do diário. “Ah, meu Deus”, ela pensou. “Espero que essa coisa não seja contagiosa.” Ela teve que sorrir enquanto clicou a chave para destrancar o carro, jogou o estúpido diário no assento traseiro, pôs o cinto de segurança e voltou para a casa vazia de sua mãe.

Felizmente a eletricidade ainda estava ligada, pois já estava escuro quando ela chegou. Lisa estacionou o carro na entrada e saiu do carro. Para sua surpresa, ela abriu a porta de trás e pegou o diário, enquanto resmungava: “Bem, não tem mais nada para fazer aqui. Além disso, talvez se eu ler essa coisa eu possa descobrir onde ela está”.

Lisa pôs de lado o medo distante de que sua mãe estava morta ou perdida ou sofrera algum crime. “Agora estou sendo tão tola como a Mamãe”, disse Lisa enquanto abria a porta da frente, acendia a luz e ia para o quarto trocar de roupa. Ela sabia que não dormiria muito. Só no caso de haver alguma coisa além das estórias bobas, ela sabia que tinha que ler esse Diário.

Assim que Lisa acendeu algumas luzes, ligou o aquecedor e colocou o pijama, ela tomou um copo de vinho e sentou-se na sua cadeira preferida para ler. Essa cadeira estava onde ela normalmente fazia a lição de casa antes de sair para o colégio. Sua mãe a deixara exatamente do modo que era, apesar de que ela tinha mudado algumas outras mobílias.

“Isso significa que ela estava esperando minha visita?” ela pensou com mais do que um pouco de culpa ao abrir o livro. Ela se preparou para saber mais sobre a mulher Pleiadiana que era “Guardiã da Chama”.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
Mytria começou por dizer: “A fusão de seus eus alternativos começa pela comunicação com eles”.

~ LISA ~
“Eu preferiria ‘fundir’ com a minha mãe!” Lisa resmungou ao dar um gole de vinho. Talvez ela devesse pegar a garrafa? Ela poderia precisar estar um pouco alta para entender esse absurdo.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Agora você vê Kepier comigo?” disse Mytria. “Kepier e eu somos irmãs na Luz. Eu estudei em Arcturos, que é de onde ela é e ela estudou em Alycone. Querida Beverly, tire um momento do seu tempo para perceber como parece ser capaz de se mover de galáxia para galáxia com menos esforço do que é necessário para você dirigir até a mercearia.”

~ LISA ~
Lisa virou os olhos, mas continuou. Isto é, ela continuou após beber bastante vinho.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Kepier está parecendo muito feminina aqui, embora ela seja uma andrógina porque a vibração de nosso planeta é muito feminina. Quando ela está em Arcturos, ela parece muito diferente e muito com o seu ‘amigo nuvem’ Arcturiano”, Mytria continuou.

“Agora vou lhe contar algumas coisas de nossa vida aqui nas Plêiades. Nós vivemos em simplicidade em grandes casas centrais abertas e pequenos alojamentos para dormir/meditar. A hora para dormir não é como na Terra. Agora nós permanecemos totalmente conscientes e o que você chamaria de dormir, nós chamamos meditar. Portanto, é melhor se estamos sozinhos porque entramos profundamente em nossa consciência para expandir nossa atenção e então integrar o que nós aprendemos em nossas vidas diárias.”

“Nós também usamos nossos alojamentos para fundir com nossos parceiros, se escolhermos ter um. Alguns aqui desejam viver com seus Complementos Divinos como homem e mulher, e outros desejam integrar seus dois componentes e viver como um ser andrógino. É puramente uma questão de escolha nesta dimensão. Nas dimensões superiores, a divisão de gênero é desconhecida.”

“Nós recebemos nossos filhos da Chama como é feito em Vênus, mas algumas ainda desejam ter a experiência da gravidez e do parto. Quando eu digo ‘nós’ recebemos nossa criança da Chama, quero dizer ‘nós’ como um casal de Complementos Divinos masculino e feminino, ou ‘nós’ como um ser andrógino.”

“De qualquer forma, nós meditamos e treinamos pelo que seriam anos do seu tempo para nos prepararmos para a grande honra de ser genitor. Somente casais que são Complementos Divinos criam juntos. Quando nossos professores nos dizem que nossa vibração alcançou um lindo tom violeta-prateado, nós vamos para A Chama com o nosso Complemento Divino (ou como um ser unificado andrógino).”

“Quando estamos perante a Chama Violeta, nós contatamos as dimensões superiores para ver se um Espírito deseja assumir uma vida em nosso mundo. Assim que um Espírito tiver decidido escolher a experiência de encarnação na quinta dimensão das Plêiades, os pais e o Espírito trabalham juntos para começar o processo do que você chamaria de ‘nascimento’.”

“Juntos os pais e o filho determinam se é melhor para todos eles permanecer na Chama até o Espírito estar pronto para assumir uma vida em seu mundo Pleiadiano, ou se o Espírito entra no feminino e passa por uma gravidez, muito parecida com a de sua Terra. Aqui, entretanto, o masculino e o feminino estão igualmente envolvidos na gravidez.”

“O masculino precisa subir e descer na Chama regularmente para que o Espírito possa puxar o suficiente de sua essência para a quinta dimensão para criar e habitar uma forma. Por outro lado, o feminino precisa ficar afastado da Chama, pois é a força de ancoragem para a nova vida.”

“Quando o masculino retorna da Chama, tendo a essência do Espírito, ele a coloca no ventre da mulher para oferecer ao feto o amor de uma mãe. O homem então abraça tanto a mãe como o filho, pois ambos os genitores enviam ao seu filho amor incondicional e paz infinita. Os três permanecem interligados até o Espírito da criança gradualmente poder se adaptar à nossa realidade pentadimensional.”

“Se esta forma de ‘gravidez’ não é escolhida, o casal, ou o ser andrógino, deve morar perto e entrar e sair da Chama, até o Espírito estar preparado para criar para si uma forma pentadimensional. Assim que o Espírito é um ‘bebê’ ele, ela, ou um andrógino (aqui as crianças podem nascer andróginas) muda com os pais, ou genitores unificados, para a Sala Central.”

“A Sala Central é a área de convivência onde toda a nossa ‘família maior’ vive. A palavra que usamos para essa sala é difícil de ouvir em Inglês. Ela soa como ‘scrdala’. A scrdala é composta pelos membros de uma mesma Superalma. Na sétima dimensão a Superalma é um ser. Quando as novas ‘crianças’ de nossa sociedade entram nas dimensões mais baixas, a Superalma protege seu fragmento pentadimensional enquanto ele desce para os reinos mais baixos através do Fogo Violeta.”

“Cada um desses fragmentos permanece em contato constante com seu eu hexadimensional na Chama Violeta até sua nova forma poder conter sua grande força de vida. Os pais mantêm seu ‘bebê’ em conexão constante com a mãe, pai, ou ambos para assistir seu filho na ancoragem de sua consciência na frequência mais baixa.”

“Os membros da ‘família maior’ dos novos pais, que também estão vivendo temporariamente na scrdala, trabalham em unidade para ajudar os novos membros de nossa realidade Pleiadiana a se habituarem à sua nova vida. Este grupo é mais do que uma família, pois eles funcionam como UM ser de amor paternal que está recebendo a nova vida em nosso mundo.”

“Quando cada família deixa a scrdala, as escolhas das situações de vida diferem com a frequência a que eles ressoam. Um ser que é capaz de estar desperto em muitas vibrações diferentes de uma só vez, como eu, terá situações muito diferentes em cada plano. Isto é muito parecido com sua situação.”

“Na terceira dimensão você leva uma vida calma e reservada. Na quarta dimensão, você vive na Terra das Fadas com suas amadas fadas e criaturas da Natureza e na quinta dimensão você é eu! Sim, querida, você e eu somos UMA.”

“Nós somos expressões diferentes da mesma Superalma, do mesmo Ser. Kepier é outra expressão do seu ser. IlliaEm é a expressão octadimensional de nossa Superalma. E, Jaqual é um membro Antariano de nossa Superalma.”

“Também há muitas outras expressões de nossa Superalma que você ainda não conheceu, entretanto, em breve conhecerá. É assim para TODOS os aterrados na Terra. Todos vocês têm oitavas do seu EU que se expressam em inúmeros tempos, mundos e dimensões. Porque você está encarnada na Terra em ascensão, sua consciência multidimensional repartiu-se em inúmeras expressões em preparação para o seu aterramento no planeta pentadimensional em desenvolvimento.”

“Na sexta dimensão você está em Vênus, onde você é capaz de visitar e se comunicar com suas expressões Pleiadianas e Antarianas do EU. Seu eu Arcturiano ressoa da oitava à décima dimensão e pode se mover entre inúmeros locais porque você não tem necessidade de um Lar planetário. Seu eu hexadimensional viaja frequentemente para Antares e também para Arcturos, Sírio, ou para cá, as Plêiades.”

“Posso ver sua pergunta mental sobre se essas diferentes partes do seu EU sempre se encontram ou não. A resposta é: claro! Não estamos fazendo isso agora? Entretanto, cada EU também está em uma realidade diferente. Semelhante às diferentes realidades que você experimentou e se lembrou do seu eu tridimensional. No mundo físico essas partes do seu eu estão separadas pelo tempo e espaço. Nas outras dimensões, os eus diferentes ou realidades ressoam a diferentes vibrações.”

~ LISA ~
“Certo”, zombou Lisa. “Já deu para mim. Chega desse livro e chega desse vinho! Não tenho certeza se estou mais aborrecida por causa desse livro ou por causa do fato de que Mamãe me deixou sem dizer uma palavra”.

Porém, ela teve que admitir que sua mãe ligara algumas vezes e que ela estava muito “ocupada” para retornar as ligações. Mas, ela ainda não estava preparada para assumir a responsabilidade de nada. Ela nem podia admitir que estava muito feliz por estar longe de casa, do seu marido e até das crianças.

O que estava acontecendo com ela ultimamente? Ela se sentia vazia por dentro, como se ela não tivesse mais nada para dar. Então ela veio para a casa de sua mãe para entender alguma coisa e sua mãe tinha partido! Ela empurrou o copo de vinho vazio na mesa, quase que o quebrou, deixou o diário cair no chão e foi para o quarto de hóspedes da casa da Mãe para dormir um pouco.

Ela tentou não se perguntar por que se lembrou de pegar o diário e levá-lo consigo.

Lisa acordou às 10 da manhã. Ah, que tipo de Paraíso era esse? Entretanto, assim que se sentou e sentiu a dor de cabeça, o Paraíso acabou. Apesar da cabeça latejando, ela tinha uma estranha sensação de paz e calma. Então, num sobressalto, ela se deu conta de que não tinha ligado para as crianças ou seu marido, ou sua amiga que estava ajudando com as crianças.

Ela tão zangada por sua mãe não se comunicar com ela, e ela fez a mesma coisa com seus próprios filhos. “Tal mãe, tal filha”, ela disse enquanto pegava seu telefone, que estava sem bateria. Então foi procurar na bagagem. “Ah, por favor, eu me lembrei SIM de trazer o carregador”, ela disse para si mesma.

Felizmente o carregador foi encontrado, o telefone ligado e para sua surpresa, ela NÃO ligou primeiro para seu marido. NÃO, ela ligou para sua amiga e descobriu que ela fora a santa que sempre foi e tinha alimentado todas as crianças, as dela e as de Lisa e levado para a escola. Dando continuidade ao seu comportamento santo, ela nem perguntou à Lisa quando viria para casa.

Lisa estava tão feliz por não ter que mentir para uma amiga tão grande. Só que ela não podia dizer a verdade à amiga porque ela não sabia. “Ah, sim, Cindy, minha mãe desapareceu completamente e estou lendo o diário sobre o eu Pleiadiano dela.” E ela não podia dizer a Cindy que estava muito feliz por estar só por um tempo. Havia alguma coisa que ela tinha que compreender, isto é, além do paradeiro de sua mãe desaparecida.

Por que ela não telefonou para a polícia? Como ela sabia que sua mãe estava bem? O gato tinha uma casa, a eletricidade e os aspersores estavam ligados e o telefone ainda funcionava. Ela não poderia ter ido embora há muito tempo, ou tudo isso estaria desligado. Mas por que sua mãe não lhe disse onde estava? Ah, sim, os telefonemas ignorados.

Após um longo banho quente e mais café, ela voltou para Mytria. Claro, ela teria que ir à loja, ligar para os amigos de sua mãe, se ela conseguisse achar a agenda telefônica de sua mãe e, ah, sim, ligar para seu marido. Mas ele não tinha ligado para ela, então por que ela precisava ligar para ele? Entretanto, ela NÃO se lembrou de olhar as chamadas não atendidas. Seus filhos estavam bem e Cindy estava cuidando deles.

Após o banho e o café, ela estava preparada para o diário, que estava bem ao lado de sua cama. Com o café na mãe, ela pegou o diário e foi para sua “cadeira da lição de casa” para ver o que mais Mytria tinha para dizer.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Cada realidade, ou vida, é separada até você ser capaz de ficar consciente dela, então ela é uma parte do todo”, disse Mytria. “Sua percepção do ‘todo’ aumenta conforme sua consciência expande.”

“Além disso, cada componente do seu eu pode ser individual dentro da unidade do seu EU Multidimensional. Nós Pleiadianos normalmente gostamos de manter nossos ‘fragmentos’ individualizados para que possamos explorar cada realidade com intensidade e intimidade.”

“Eu, Mytria, sou capaz de elevar minha vibração para a sétima dimensão onde eu posso me comunicar com todos os outros aspectos do meu EU. Cada um de nós é individual e também UNO. Claro, esse cenário somente é possível quando nossos corpos ressoam além do tempo e espaço.”

~ LISA ~
“O quê?” perguntou Lisa, não tão desdenhosamente como teria perguntado no dia anterior. Alguma coisa a estava incomodando. Sim, foi um sonho. Ela não conseguia se lembrar do sonho, mas a sensação dele a perturbou.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Agora quero responder seu pensamento sobre por que você demorou tanto tempo para sentir minha presença”, continuou Mytria. “Sua conexão a mim foi difícil de sentir porque ela começa na quinta dimensão, e sua consciência somente pode expandir para essa frequência quando você está calma e meditando.”

“E também, se fosse para se comunicar comigo antes desta época, seria muito confuso para você. Você vê quanta dificuldade você tem mesmo agora com os conceitos que tenho lhe apresentado?”

~ LISA ~
“Sim”, Lisa respondeu sem perceber. Desta vez sua resposta não foi zangada. Talvez fosse por causa de seu sonho.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“É bom que você esteja expandindo sua imaginação e consciência para aceitar o que em breve virá em seu mundo”, escreveu Mytria. “Acima de tudo, a Deusa, a Mãe Terra, Gaia está despertando. Em breve ela ouvirá o chamado de Seu Complemento Divino e não tolerará mais qualquer injustiça ao Seu ser.”

“Gaia será uma noiva se preparando para seu casamento. Ela irá ficar bonita, e qualquer um que tentar impedi-la não gostará das consequências. Será uma época maravilhosa. Você e outros como você ficarão finalmente felizes por nascer na Terra numa forma tridimensional.”

“Então, porque todos vocês aprenderão a amar totalmente a vida na terceira dimensão, vocês serão capazes de liberar essa vida. Vocês não precisarão liberar sua forma, claro, mas liberarão todas as limitações e separações dela. Então, quando desejarem um ‘veículo’ novo e melhorado para a sua consciência, vocês facilmente substituirão o antigo. Só que vocês NÃO precisarão pegar um emprestado. Vocês criarão, de graça e sem impedimento, o veículo de sua escolha.”

“Espero muito por outras comunicações com você e aguardo sua próxima visita ao meu mundo.”

“Mytria”

~ LISA ~
Lisa não entendeu por que ela não ficou zangada como antes. Mas, era bom não ficar zangada por um minuto. Na verdade, quando ela NÃO esteve zangada, ela começou a entender como andava zangada.

Não, a irritação não era por causa de sua mãe. Não era nem por causa do seu marido. Ela estava irritada porque alguma coisa estava faltando e ela não sabia o que era. Ela quase se sentiu bem até sua mãe mudar para os OVNIS.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A HISTÓRIA DE JAQUAL - PARTE 4

ENCONTRANDO O AMOR
Por Suzanne Lie PhD
Em 17 de agosto de 2014



SUE FALA:

Querido Jaqual, eu não o contatei por alguns dias.

Sim, andei atarefada, mas eu também sei que você estava indo para a batalha.

Eu sempre cubro os olhos quando a “batalha” começa em filmes ou programas.

Entretanto sempre me interessei por exército, provavelmente esse interesse seja por causa das minhas lembranças inconscientes de você e de Mytre.

Dito isto, estou pronta para lhe pedir que continue a história de sua ida para a batalha.


JAQUAL FALA:

Eu falo novamente com você de dentro da Terceira Passagem Amarela de se tornar um Guerreiro Espiritual.

Eu descobri dentro de mim o campo de energia de ser um Guerreiro Espiritual.

Agora compartilharei minha experiência de servir como um Guerreiro Espiritual.

Eu parei dizendo aos treze membros sob meu novo comando como transmutar para o Corpo de Luz.

Assim que todos nós nos unimos através de nossos Corpos de Luz e através da consciência de unidade que já havíamos estabelecido, nós estávamos preparados para confrontar os Draconianos.

Havia apenas uns poucos de nós e tínhamos que ludibriar e lutar e vencer cerca de uns cem Dracs.

Entretanto, nós tínhamos duas coisas que eram impossíveis para esses Dracs guerreiros.

Nós tínhamos uma conexão multidimensional com nosso próprio Corpo de Luz e tínhamos uma profunda consciência de unidade com todos os outros.

Armados com nossas armas invisíveis, nós partimos para resgatar nosso povo.

Minha nave era muito superior às outras, então eu assumi a liderança.

Escolhemos uma rota que estava fora dos planos de voo para que chegássemos à base Draconiana por uma direção que eles não suspeitassem.

Até onde sabíamos, os Dracs pensavam que todos de nossa colônia estavam mortos e que qualquer um que voltasse ao nosso mundo não teria como determinar o que havia acontecido ou como encontrar as pessoas desaparecidas.

Nossa esperança é que eles tivessem ficado negligentes com essa ilusão.

Entretanto, negligência não era uma característica draconiana comum.

Por outro lado, eles adoravam imensamente uma comemoração eufórica pós batalha, o que os distrairia, nós esperávamos.

Nosso plano era projetar nosso povo para as nossas naves, pois eles não caberiam em uma só nave.

Mas antes tínhamos que localizar onde eles estavam no acampamento draconiano.

Decidimos usar nossa conexão telepática com o homem com quem estivemos nos comunicando telepaticamente.

Novamente ele foi de grande ajuda e nos disse exatamente onde encontrá-los.

Ele também nos disse que tínhamos que agir imediatamente, pois eles seriam embarcados no dia seguinte.

Nós tínhamos que tirar os Dracs do planeta e entrar com nossas naves.

Nós precisávamos de uma distração, que teria que ser eu.

Minha nave era um objeto que eles reconheceriam como especial e iriam me seguir para capturá-la.

Quando sobrevoei o acampamento, pude vê-los correr para suas naves.

Eles não queriam me abater, pois eles queriam aquela nova forma de nave espacial intacta.

Afinal de contas, havia muitas naves deles e somente uma minha.

Então eu os atraí para o ar, deixando somente uns poucos Dracs para vigiar os prisioneiros.

Sabendo que havia ajuda próxima, os prisioneiros começaram seus próprios planos para dominar os guardas que ficaram.

Uma habilidade que nós Antarianos tínhamos, e que nenhum Draconiano possuía, era a capacidade de mudar para a nossa forma tetradimensional superior.

Visto que essa dimensão era invisível para a percepção dos Dracs, um por um seus prisioneiros sumiram da visão dos guardas.

O ego draconiano os deixou atrapalhados.

Eles não consideravam que um bando de “escravos” feridos e abatidos poderiam realmente se transportar para uma frequência além de sua visão.

Agora que eles sabiam que poderiam ser resgatados, os prisioneiros “invisíveis” podiam facilmente manobrar seus carrascos.

Os prisioneiros invisíveis pegaram as armas dos guardas e as utilizaram contra eles.

Logo os guardas que ficaram no planeta estavam todos mortos e nós começamos a projetar nosso povo.

Infelizmente, um dos guardas pediu ajuda, e nós sabíamos que mais Dracs logo retornariam à sua base.

Nós precisávamos de outra distração, que novamente era a minha nave.

Comecei a atirar nas naves Dracs e então me retirei na esperança de que eles me seguissem.

Escolhi essa tática como uma isca para chamar a atenção deles.

Então, enquanto as nossas outras naves voltavam para o nosso planeta com nosso povo, eu poderia levar os Dracs para uma direção diferente.

Eu sabia que provavelmente eu seria morto, mas seria uma morte boa.

E, visto que eu já tinha enganado a morte, assumi que eu tinha sorte de ser capaz de ser abatido como um guerreiro protetor ao invés de uma criança ferida.

Assim que vi os Draconianos nos meus sensores eu tomei a direção oposta das naves com nosso povo.

Os Dracs não eram bobos, então alguns deles seguiram na direção de nosso planeta.

Eu fui atrás deles e consegui eliminar cerca de metade dessas naves antes de ser atingido.

Felizmente, eu tinha dado tempo suficiente para os outros chegarem no wormhole secreto que havíamos descoberto em nosso caminho para o acampamento Draconiano.

As naves se encaminharam para o acampamento pensando que eles sempre poderiam voltar ao nosso planeta.

Eu sabia que isso era verdade, então eu tinha que destruir todos.

Minha luta foi muito corajosa, mas no final eu fui abatido e levado como prisioneiro.

Eu tinha acionado a autodestruição da minha nave, então, aqueles que restaram para tomar minha nave iriam explodir junto com ela.

Infelizmente, eu fui tirado da nave, então eu não podia perecer com ela.

Não discutirei o que ocorreu comigo enquanto prisioneiro deles, mas você pode muito bem imaginar que NÃO foi agradável.

Como eu não proporcionava qualquer informação, eles decidiram colocar um implante no meu cérebro para que pudessem sempre me rastrear.

Pior ainda, o implante bloqueou minha capacidade de voltar para as minhas frequências mais altas do eu.

Então eles me deixaram numa cela na esperança de que alguém tentaria me resgatar, então poderia ser capturado também.

Claro, esse alguém era o meu caríssimo amigo Comandante Malteese.

Com o implante no meu cérebro, eu não podia me comunicar através da telepatia pentadimensional, então não pude avisá-lo que meu aprisionamento era uma armadilha.

Entretanto, ele podia me rastrear.

Eu não sei por quanto tempo fui um prisioneiro, mas foi tempo suficiente para meus amigos voltarem por mim após nosso povo ter retornado ao planeta.

Enquanto no nosso planeta, Malteese encontrou a especificação da nave nova exatamente onde eu lhe dissera que estaria.

A partir da informação, os Antarianos foram capazes de colocar um dispositivo de camuflagem na nave do Comandante Malteese.

Para grande surpresa minha CM, como todos nós o chamávamos, conseguiu me projetar de minha cela.

Uma vez na nave dele eu o avisei do meu implante.

Ele não ficou surpreso, mas muito triste por não poder me levar para casa.

Entretanto, ele combatera os Dracs por décadas e estava preparado para a probabilidade de meu implante.

Antes de virmos resgatá-lo, disse CM, nós encontramos um planeta distante e criamos um domo pentadimensional que os Dracs não podem penetrar.

Nós deixamos uma nave lá para que você não fique preso naquele planeta.

Nós sabemos que até com seu rastreador interior você pode ludibriar e lutar e vencer os Dracs.

Com um lugar seguro para se esconder você pode manter a luta enquanto nós relocamos nossa comunidade para um novo local.

Assim que isto estiver concluído, nós encontraremos um meio de remover ou desabilitar seu implante e voltaremos para levá-lo para casa.

Até lá você estará seguro.

Em silêncio voamos para o planeta, que era fora tanto do território draconiano como do antariano.

CM pousou fora do domo pentadimensional e me conduziu por uma passagem para eu entrar na minha zona secura.

Senti-me cego e aleijado por não poder diferenciar o domo pentadimensional dos arredores enquanto limitado às minhas percepções 3D.

Uma vez dentro do domo CM disse:

Nosso povo está eternamente grato pelo seu sacrifício, e nós NÃO o decepcionaremos.

Nós ENCONTRAREMOS um modo de ajudá-lo e voltaremos para levá-lo para casa.

Com estas últimas palavras, meu querido amigo disse:

Até logo por enquanto, enquanto me abraçava, voltou para sua nave e decolou.

Eu estava sozinho.

Até onde eu sabia não havia mais ninguém no planeta, mas eu estava seguro e tinha o resto de minha vida para me curar.


(Sue) Agora volto à parte da história de Jaqual que recebi em 2007.

Eu continuei a lutar por muitas décadas, mas sem qualquer paixão.

Eu lutava bravamente sem medo de morrer, mas era como se eu estava protegido e nada poderia me matar.

Até me tornei imprudente, o que simplesmente destruiu minha nave e me prendeu por muitos anos num planeta isolado.

Foi durante esses anos em que eu estava completamente sozinho naquele planeta deserto que comecei minha ascensão.

Eu tinha que comer de maneira simples, pois havia somente umas poucas raízes e plantas que eram comestíveis.

Entretanto havia água suficiente e muitas fontes termais em que eu passava horas refletindo sobre a minha vida.

Havia bastante vida animal que eu poderia comer, mas eu estava tão cansado de matar que eu preferi passar forme a matar outra coisa vivente.

Felizmente a vida vegetal que eu encontrei era suficiente, apenas, para a minha saúde.

Entretanto, isso me deixou com pouca vitalidade e eu passava a maioria dos meus dias em contemplação ou caminhadas exploratórias casuais.

Visto que eu também viajara mais do que qualquer pessoa necessitava, eu me mantinha perto do meu local do acidente e também do conforto relativo de minha nave.

O dispositivo de comunicação estava danificado praticamente além de reparo.

Infelizmente, com meu implante eu era incapaz de expandir minha consciência para a quinta dimensão e me comunicar através da telepatia.

Por outro lado, eu consegui reparar o rádio o suficiente para enviar mensagens de SOS.

Infelizmente, o alcance desta mensagem era muito pequeno e poderia ser ouvido pelo inimigo e também pelas minhas próprias tropas.

Então eu não o usava frequentemente.

Na verdade, eu somente o usava quando meus instintos me diziam que não havia naves inimigas no alcance.

Sim, eu perdi minha capacidade de comunicação via telepatia, mas viver tão próximo do solo aprimorou minhas “comunicações animais”, para que meus instintos estivessem em um estado muito elevado.

As longas horas de contemplação e vivendo como UM com a natureza continuamente me despertava para a voz interior que ficara escondida por trás do meu constante choro de culpa e tormento por que eu não tinha salvado minha comunidade.

Essa voz calma e amorosamente me lembrava e relembrava de que eu era apenas uma criança quando os Dracs chegaram à nossa cidade e não havia nada que eu poderia ter feito para salvá-los.

Na verdade, a voz me recordava de que se eu não “fingisse estar morto” não haveria ninguém vivo para resgatar os sobreviventes de uma vida de escravidão longa e horrível.

Mas eu ainda vivia em remorso e culpa sobre a morte de minha mãe.

NÃO, a voz me recordava.

Sua mãe ficou feliz por partir e retornar às dimensões superiores para estar com o seu pai.

Na verdade, ela logo o faria porque você já tinha idade para ser deixado com as famílias da cidade.

Contudo, ainda levou anos deste diálogo interior até eu poder aceitar o que essa voz interior estava me dizendo.

Saber que minha mãe estava planejando me deixar porque sentia falta de sua vida dimensionalmente superior era útil.

Lentamente minha dor enfraqueceu e eu comecei a experimentar a liberdade do constante fardo da culpa e autorremorso.

Finalmente eu comecei a me conscientizar de que minha vida tinha sido boa.

Eu havia mais do que cumprido minha obrigação como um guerreiro para proteger as colônias da destruição draconiana e tinha sido um bom líder e um amigo leal.

No final, comecei a sonhar que estava caminhando por um longo corredor.

Claro, eu sabia que esses sonhos representavam minha entrada no Templo da Recordação, mas por mais que tentasse, eu nunca conseguia chegar à porta.

Em todos os sonhos, eu via a passagem no final do corredor zombando de mim para eu abrir a porta.

Mas quando eu tentava caminhar para a porta, meus pés não se moviam.

Então eu soube que não poderia fazer essa jornada em meu estado de sonho.

Eu precisaria encarar quaisquer barreiras autoconstruídas fossem deixadas antes que eu pudesse prosseguir.

Já que somente levava umas poucas horas diárias para colher meu alimento e manter minha sobrevivência, eu tinha muito tempo para pesquisar dentro de mim.

Em outra época de minha vida eu teria explorado o planeta inteiro, que acabou sendo realmente um asteroide.

Entretanto, desta vez em minha vida, eu queria apenas ver dentro do meu eu – finalmente!!

Foi quando comecei a ter sonhos, meditações e reflexões, e tudo tinha um tema semelhante.

Eu estava sendo orientado de volta à toda escuridão e medo de minha longa vida.

Lembranças depois de lembranças de minhas experiências de tristeza, raiva e medo foram lentamente curadas com a luz em expansão da compreensão, perdão, aceitação e amor pelo meu eu.

Surpreendentemente, comecei a viver num estado de gratidão pela paz e alegria única de finalmente curar uma longa vida de dor.

Onda após onda de dor foi liberada.

Quando eu me perdoei, minha antiga dor foi substituída por gratidão de ter o tempo e o espaço para fazer esta jornada interior e também a sabedoria para escolher fazê-la.

Pouco a pouco, o medo foi substituído por amor, a raiva foi substituída pela gratidão, e a tristeza foi substituída pela alegria.

Eu levava uma vida bastante simples.

Minha paz interior fazia a noite fria ficar quente e os dias quentes ficarem frescos.

A comida simples passou a ser deliciosa, a nave arruinada tornou-se meu lar amoroso, minhas caminhadas tornaram-se meditações em movimento e as lagoas quentes se tornaram nirvana.

Quando minha mente se curou, as muitas contusões, cortes e ferimentos menores do meu acidente também se curaram.

Minha mente ficou clara e isenta de negatividade, meu corpo tornou-se forte e saudável e meu coração se abriu totalmente para as alegrias simples da vida cotidiana.

Quando a voz interior me disse que era hora de ligar o farol SOS, eu praticamente me recusei a fazê-lo.

Não, a voz repetiu.

Você precisa confiar em mim e seguir meu conselho.

Ao continuar resistindo, eu percebi que esta era uma iniciação final para ver se eu podia confiar no meu eu interior.

Tal como tive que aceitar que não estava “louco” por conversar comigo mesmo, eu tive que aceitar que minha voz interior estava uma oitava mais alta do EU Multidimensional que eu acreditava que o implante tomara de mim.

A persistência da minha voz interior finalmente me levou a acender o farol.

Para minha surpresa, eu descobri não uma nave me resgatando, mas outra nave que estava necessitando de resgate.

Imediatamente liguei minhas comunicações para que eu pudesse direcionar a nave avariada para a minha localização.

Não, eu pensei.

Agora meu refúgio maravilhoso será destruído.

Pouco eu sabia de como estava errado.

Passaram-se muitos ciclos até que Servania pousasse sua nave danificada no meu lar silvestre.

Porque eu finalmente ouvi à minha orientação interna e liguei minhas comunicações, eu fui capaz de passar a ela as coordenadas de minha localização.

As coordenadas não faziam parte da minha mensagem de SOS por medo que os Dracs a recebessem.

Eu tive de caminhar um dia inteiro para encontrar a localização dela, mas ela não estava tão danificada.

Com minha força e energia renovadas, eu consegui facilmente levá-la para meu acampamento.

Ela também era uma Antariana e podia me dar notícias de nosso lar.

Não era possível até eu começar a sentir saudade.

Entretanto, minha saudade acabou rapidamente quando comecei a me apaixonar por Servania.

Sim, eu, Jaqual, me apaixonei.

Foi o amor de Selvania que me mostrou como caminhar pelos corredores, pois ela os trilhou junto comigo.

***

Esta é a última mensagem do “passado” que posso encontrar do Jaqual, mas eu sei que há mais que receberei no meu AGORA.

Por cruzar a Quarta Passagem Verde, Jaqual lembro-se de como ele encontrou o amor.

E também, por seguir a história de Jaqual estar preso no planeta, eu percebi por que me levou tanto tempo para me lembrar de suas mensagens.

Sinto que todos nós estamos nessa mesma jornada interior, tal como Jaqual.

É importante que tiremos “tempo” para estar com a terra de Gaia, comer simplesmente, meditar todos os dias e encontrar nossas próprias alegrias de estarmos vivos.

Nós podemos ficar tão envolvidos nas “batalhas” da vida 3D que nos esquecemos de que somos muito mais do que nosso vaso terreno e do que “fazemos” em nosso mundo físico.

Descobrir quem nós verdadeiramente SOMOS é vital neste ponto de nossa ascensão pessoal e planetária.

Todos nós perdemos nossa capacidade de retornar às expressões superiores de nosso EU Multidimensional quando nascemos em nosso corpo físico.

Assim, nós também precisamos focalizar em nossa própria voz interior e na voz de nosso planeta para recuperar nossas capacidades inatas que nos foram tomadas por uma sociedade largamente liderada pelos Draconianos disfarçados em humanos.

A história de Jaqual veio ao meu conhecimento neste AGORA para nos lembrar de que todos NÓS somos os mestres de nosso destino.

Então, todos nós podemos encontrar o amor pela vida por interiorizar para curar nossa dor e recuperar o nosso amor.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DE JAQUAL PARTE 2

A CONSCIÊNCIA MULTIDIMENSIONAL DE UNIDADE
Por Suzanne Lie PhD
Em 04 de agosto de 2014



Jaqual fala:

Estou no Limiar da Entrada Laranja para rever meu “amadurecimento” pessoal.

Minha situação era única no que se refere eu ter “progredido” para a fase adulta pelos membros de minha comunidade que tiveram uma relocação não planejada para as dimensões superiores.

Por causa de nosso contato constante com as dimensões superiores, nós não temos uma palavra para o que você chamaria de “morte”.

Nós celebramos quando nossos amigos e entes queridos aceleram sua consciência para as dimensões superiores.

Se nós sentimos saudade deles, nós simplesmente usamos nossa capacidade de comunicação multidimensional para nos conectarmos com a essência deles.

Portanto, quando eles mudam para os mundos superiores, nós nos alegramos por eles, pois nós sabemos que a razão deles para encarnar foi concluída e eles estão prontos para retornar aos mundos superiores.

Eu não estava ciente, ainda, se minha família (pois todos em Antares é nossa família) tinha conseguido concluir sua missão.

Talvez eles estejam fazendo isso agora através de mim.

Eu estarei com todos eles em meu coração enquanto volto à minha história.

Eu compartilhei minha jornada pela primeira entrada vermelha e AGORA estou perante o limiar para a segunda entrada laranja.

Enquanto cruzo o limiar e caminho pelo corredor, eu percebo que transmutei meu medo e a vingança da infância em foco mental e pureza de propósito.

Agora estou preparado para viver a recordação do meu “amadurecimento” prematuro.


04 de agosto de 2014

“Eu sou Jaqual, voltei à sua consciência para continuar minha história.”

(Na verdade eu escrevi a mensagem abaixo antes de receber quaisquer introduções. Esta manhã eu abri meu computador para verificar e-mails e ouvi interiormente que havia uma mensagem de Jaqual. Entrei no meu arquivo de Mensagens Antarianas para fazer uma pergunta. Entretanto, a pergunta não foi necessária, pois assim que meus dedos estavam no teclado eles imediatamente receberam a mensagem a seguir. Eu li tudo pela primeira vez enquanto escrevia.)


Jaqual continua:

Visto que os Draconianos acreditavam que todos foram mortos ou capturados e todas as nossas naves foram destruídas, eles não tentaram esconder seu rastro.

E também, a nave nova que eu estava usando era equipada com sensores que podiam receber informação de distâncias muito maiores do que nossas outras naves.

E o mais importante de tudo, esta nave tinha um dispositivo de camuflagem.

Então, eu não podia ser detectado pelos sensores deles.

Enquanto eu minuciosamente investigava a nave, eu pude perceber que meu Pai tinha muito a ver com esta tecnologia avançada.

Eu nunca soubera dessa parte dele, o que me deixou triste.

Sempre pensei que estudaria com ele quando fosse o meu AGORA de entrar para o Templo da Recordação.

Apesar de que, de certo modo, eu estava com ele.

Era como se ele tivesse deixado um pequeno componente de sua essência dentro de mim quando ele entrou em minha forma para mostrar-me como operar a nave.

Com esse pensamento, eu senti um reconhecimento interior dessa verdade.

Sim, de alguma forma ele deixara um fragmento de sua essência pessoal em mim.

Eu me perguntei o que isso custaria a ele em seu próprio retorno pessoal às dimensões superiores.

Eu recuperarei essa centelha de minha essência quando nosso povo estiver de volta. – eu o ouvi dizer dentro de mim.

Minha consciência se elevou com essa mensagem simples.

Eu me conscientizei de que NÃO estava sozinho.

Na verdade, quando eu me permiti me entregar à essência dele, eu senti a essência reunida de todos de nossa comunidade que haviam assistido na minha cura.

Nós estaremos com você, querido Jaqual, até sua mente estar tão amadurecida quanto o seu corpo. – eles disseram como UM ser.

Com essas pequenas mensagens do meu povo nas dimensões superiores, todas as minhas inseguranças foram apagadas.

Eu NÃO estava sozinho.

Minha família de luz nos planos superiores estava comigo em meu coração e mente.

Obrigado por liberar nossos corpos. – foi a mensagem final deles.

Eu sabia que seria crescentemente mais difícil para nos comunicarmos enquanto eu voava cada vez mais para longe de nosso planeta.

Nós fomos ensinados que nosso planeta era vivo e servia como um “farol de luz” para a nossa consciência retornar, comunicar com e/ou por ele.

Então, mesmo se nossas naves se desativassem, nós ainda podíamos nos comunicar com o nosso povo no planeta pela essência de vida massiva de nosso mundo lar.

Entretanto, se estivéssemos longe demais do planeta, a comunicação não funcionaria ou haveria um tempo longo de retardo.

Eu estava me afastando rapidamente do planeta que havia sempre sido meu lar.

Entretanto, era o meu AGORA de “chegar à idade adulta” e eu tinha que fazer isso sozinho enquanto viajava por territórios crescentemente desconhecidos do espaço.

Com o apoio de muitos que eu conhecera e amara e também com os pedidos de socorro daqueles que foram capturados, eu facilmente liberei o que eu já considerara como minha adolescência.

Saber que nenhum de minha família antariana tinha realmente “morrido”, mas apenas havia retornado para as dimensões superiores, aliviou minha dor e me permitiu focalizar em minha missão.

Eu enviara minha mensagem ao nosso povo que estava fora do planeta antes da nave decolar, mas eu não ousei enviar uma mensagem através da tecnologia enquanto no espaço, pois os Dracs poderiam facilmente interceptá-la.

Felizmente as mensagens de minha família dimensionalmente superior me deram uma ideia.

Se eu podia tão facilmente me comunicar através das dimensões com minha mente, então com toda certeza poderia me comunicar com minha própria família enquanto na mesma dimensão.

Então eu coloquei a nave no piloto automático com os alertas sonoros acionados para que eu fosse imediatamente informado se havia algum perigo enquanto eu estivesse em comunicação telepática.

Durante minhas visitas anuais com meu Pai, ele me ensinou a comunicação interdimensional e também a comunicação planetária de longa distância.

Ao repassar tudo que meu Pai me ensinou, eu percebi que ele sabia sobre a realidade possível que acabara de ocorrer.

Não era questão de muita imaginação que os Dracs nos invadiriam, pois éramos seus inimigos mortais durante toda a Guerra Galáctica persistente.

As forças do Poder-Interior e Poder-Sobre estavam em batalha no coração e mente de toda a nossa família galáctica.

Então, ela se desenrolava na terceira/quarta dimensão como uma guerra intergaláctica.

Minha mente caiu na interrogação de se eu viveria para ver o fim desta guerra.

NÃO. – eu disse a mim.

Não é hora de pensar no futuro. Os guerreiros precisam viver no AGORA de todas as situações.

Com essa recordação, comecei a lembrar de tudo que meu pai me ensinou sobre telepatia a longa distância.

Instintivamente eu soube que tinha que focalizar SOMENTE no amor que eu tinha pelo meu povo, pois esta era uma onda portadora que os Dracs não podiam perceber.

O Amor era uma experiência desconhecida para a sociedade deles.

Os Draconianos eclodiam de um buraco no chão em que eram enterrados por sua segurança.

Os primeiros a eclodir eram os mais próximos da superfície e os menos maduros.

A maioria desses primeiros eclodidos era devorada por predadores, incluindo outros Dracs, e pelos eclodidos mais maduros que eclodiam após eles.

Em nosso mundo a nossa consciência estava reunida no UM e todos nós procurávamos o nosso poder-interior.

Entretanto, nos mundos draconianos, UM significava cada indivíduo.

Portanto, não existia nenhum apego a outros Dracs.

Sua mãe deixava o ninho assim que os primeiros ovos começavam a eclodir e jamais voltava para amá-los ou protegê-los.

Se os novos Dracs sobrevivessem aos primeiros momentos de sua eclosão e de alguma forma encontrassem um local seguro para se esconder, suas chances de viver até a fase adulta eram muito pequenas.

Entretanto, porque sua sobrevivência estava sempre em perigo e porque sua sobrevivência era focalizada somente em si mesmo, eles eram os guerreiros mais violentos no nosso quadrante do espaço.

O fato de que eles estavam tomando escravos revelou-me que sua sociedade estava em decadência.

Antes eles tomavam somente a tecnologia e matavam todos.

Agora, seu número diminuíra tanto por causa da guerra contínua que eles precisavam de humanoides para cuidar dos elementos de sua vida que não podiam ser realizados por máquinas.

Chega de pensar! – eu me ouvi dizer.

Sim, era o AGORA de me comunicar telepaticamente com nossos guerreiros fora do planeta.

Eu me perdoei por meu devaneio mental, pois eu entendia perfeitamente que qualquer especificação de medo em minha consciência seria uma mensagem forte enviada diretamente para os Dracs.

Como predadores, eles eram peritos em sentir o medo.

Verifiquei os controles na nave mais uma vez e então entrei em transe profundo.

Lembrei-me de me conectar com o amor profundo sendo-me enviado por minha família dimensionalmente superior e enviei um farol de amor incondicional.

Eu sabia que o amor incondicional ressoava à quinta dimensão, a qual estava acima do conhecimento dos Draconianos.

Portanto, eles não poderiam interceptar minha mensagem.

Antes de fazer o primeiro contato com o meu povo na nave espacial ou fora do mundo, eu vi um projeto em minha mente de um modo de adaptar o sistema de comunicação da nave à frequência pentadimensional.

Então ouvi meu pai me dizer que ele estava trabalhando nisso antes do ataque.

Ele até me disse onde havia escondido seus planos na nave.

Eu anotei essa localização em minha mente e então me focalizei no grande sentimento de amor que eu tinha por toda a minha família antariana.

Não demorou minha consciência mais alta ouvir:

Comandante Malteese aqui. Estou recebendo sua mensagem telepática na onda transportadora de amor incondicional.

Sabendo que os Dracs não podem perceber esta frequência, estou respondendo sua chamada.

Resumidamente contei a ele tudo que havia acontecido e lhe dei minha localização.

Ele estava totalmente ciente de que não era sábio nos comunicarmos através de nossa tecnologia, pois os Dracs poderiam conseguir interceptar.

Portanto, ele me disse para manter meu estado de consciência enquanto ele se conectava com os outros da missão dele.

Já que eu estava no AGORA da quinta dimensão, eu não fazia ideia quanto tempo se passou até ele retornar.

Eu acionara o alarme sonoro da nave para que eu pudesse ouvir se houvesse quaisquer problemas com ela.

Claro, a nave era impecável em seu desempenho, graças, novamente, ao meu Pai.

Eu não ousei procurar em minha mente pelo meu Pai, pois eu tinha que manter contato total com o Comandante Malteese.

E também, eu sabia que a tristeza de ele não estar comigo poderia baixar minha consciência.

Em vez disso, focalizei na recordação de todas as lições de “mente sobre matéria” que aprendi enquanto visitando meu Pai no Templo.

Meu devaneio foi repentinamente interrompido pelo retorno do Comandante Malteese à nossa conexão telepática.

Nós estamos aqui. – ele disse.

Reuni outros doze com quem podemos nos comunicar desta maneira.

Então eu projetei minha experiência inteira para as mentes dos treze, enquanto constantemente os lembrava de que nossa conexão seria perdida se eles vivenciassem medo ou tristeza.

Como guerreiros treinados, eles permaneceram num estado mental de clareza, equilíbrio e não-reação.

Eles assimilaram toda a informação com a intenção única de resgatar nosso povo.

Logo se formou um plano e eu seria o líder.

Tentei dizer a eles que somente era um adulto há um momento, mas todos eles concordaram que eu havia merecido esse título.

Além disso, eu sabia mais que podia ser transmitido através da telepatia.

Em meu inconsciente estavam as faces dos Dracs que tinham entrado em nossa casa.

E também, pensando que todos nós estávamos morto, eu de repente, com a assistência de nossa ligação-mental, lembrei-me de que eles tinham discutido sobre o local para onde eles levariam nosso povo.

Minha habilidade com a linguagem draconiana não era exata, mas enquanto eu compartilhava o que eu sabia, os outros foram capazes de me assistir com a tradução apropriada.

Decidimos nos encontrar em um planeta Classe M próximo da destinação dos Dracs, mas distante o suficiente para ser seguro nos encontrarmos.

Nós éramos em número muito menor.

Então, somente teríamos uma chance para surpreender os Dracs o bastante para resgatar nosso povo.

Teria de ser perfeito na primeira vez.

Portanto, precisávamos ter um plano estratégico e trabalhar como UMA pessoa.

Para dificultar mais as coisas, nós sabíamos que era preciso agir antes que nosso povo fosse enviado para localizações diferentes para servir como escravos draconianos.

Com esse pensamento, de repente nosso grupo sentiu dois dos antarianos capturados unindo-se à nossa comunicação.

Agora nós sabíamos exatamente onde eles estavam sem qualquer necessidade de consultar nossa tecnologia.

Esta foi uma notícia excelente, pois os Dracs eram a raça tecnologicamente mais avançada de nosso quadrante.

Felizmente para nós, tudo que os Dracs podiam fazer com sua tecnologia avançada,
nós podíamos conseguir com a nossa consciência multidimensional de unidade.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DE JAQUAL PARTE 1

O TEMPLO DA RECORDAÇÃO
Por Suzanne Lie PhD
Em 03 de agosto de 2014


ONDE PARAMOS:

Jaqual fala:

Sinto uma atração em meu corpo enquanto estou diante do primeiro limiar.
Fui instruído que quando atravessar cada limiar e ficar no corredor perante a próxima entrada, eu irei vivenciar lições e experiências diferentes.
Essas lições e desafios precisam ser limpos e equilibrados antes de eu seguir para o próximo limiar.
Continuarei minha história em nosso próximo encontro.
Lembre-se de me chamar para sua vida diária.

(Nota da Sue: Eu duvido de ter me lembrado de chamá-lo todos os dias, exceto quando estava escrevendo a história dele, que eu não consigo encontrar.)


Jaqual fala:
24 de julho de 1997

A primeira entrada é bastante próxima da sua cor vermelha.

Ao cruzar o limiar sou inundado com a lembrança de meus pais.

Não pensei neles por muitos anos.

Vejo os olhos brilhantes de cor violeta de minha mãe e verde escuro de meu pai.

Sinto a dedicação deles a mim e sei que eles estudaram por muitos anos para me dar um corpo.

Acabo de despertar para a minha forma tridimensional.

Tudo está vermelho e laranja; e eu ouço minha mãe cantando e meu pai rindo.

Sinto-me seguro e totalmente envolvido por amor.

Ainda posso me lembrar do mundo sem forma do qual acabo de sair.

Sinto falta da sensação de ser UM com todos e com tudo, mas ainda me sinto seguro porque sou UM com meus pais.

Agora a minha lembrança avança para quando eu tenho quatro anos.

Estava em um corpo rígido (a palavra que usamos para nossa forma tridimensional porque nossas outras formas são muito mais fluidas) e alcancei a altura de 1,80 m..

Em Antares somos independentes de nossos pais aos três anos e atingimos nossos corpos adultos com sete anos.

Agora eu vivo em um dos lares comunitários com outras crianças.

Há determinados adultos que administram esses lares, mas somos livres para ir para qualquer lugar em nossa comunidade e passar o tempo com qualquer um que quisermos.

Minha mãe é uma artista e passa muito de seu tempo na quarta e na quinta dimensão, mas ela me visita frequentemente.

Meu pai vem me ver uma vez por ano.

Ele é um Sacerdote em um dos nossos templos e ajuda outros a entrar no Templo da Recordação.

De repente sinto minha primeira experiência de medo porque me lembro do ataque dos Draconianos à nossa pequena comunidade.

Eu estava visitando com minha Mãe o jardim da casa dos meus pais.

Ela adorava visitar o jardim comigo e constantemente me ensinava sobre as muitas flores lindas que crescem no nosso planeta.

Uma amiga querida de minha Mãe, Alicia, acabara de deixar o jardim para nos pegar chá de aboromium quando ouvimos um grito horrível vindo da casa.

Mamãe e eu corremos para ver o que acontecera e encontramos Alicia no chão numa poça de sangue.

Dois homens reptilianos Draconianos enormes estavam atrás dela.

Mamãe correu para o lado de sua amiga e um dos Draconianos a agarrou pelo cabelo e a levantou até a altura de seus olhos.

Eu não pude pensar nem planejar.

Eu reflexivamente corri para ajudar minha mãe.

Eu era muito menor que o guerreiro Draconiano e ele riu quando investi contra ele para soltar minha mãe.

Jamais esquecerei a risada dos dois homens observando um garotinho tentando salvar sua mãe.

Finalmente o guerreiro se cansou da brincadeira e usou o corpo de minha mãe para me afastar dele como seu fosse um pequeno inseto.

Então o outro guerreiro me pegou e me atirou pela janela, jogando-me no jardim.

Jamais entenderei porque eles não saíram para me matar.

Talvez eles pensassem que já estava morto.

Tenho certeza de que parecia morto.

Minhas duas pernas e um braço estavam quebrados.

O lado esquerdo do meu rosto estava esmagado e eu estava coberto de sangue.

Ainda tenho a cicatriz no meu olho esquerdo.

Quando recuperei a consciência, não sei quanto tempo depois, tudo estava quieto e estático.

Arrastei meu corpo até a casa usando o braço que estava bom e encontrei minha mãe morta ao lado de sua amiga.

Não posso suportar pensar no que eles fizeram com ela.

Foi quando eu jurei ser um guerreiro pelo tempo necessário para procurar vingança e encontrar paz.

Eu sei que não posso cruzar este primeiro limiar vermelho antes de liberar minha necessidade de vingança.

Só então encontrarei minha paz interior.

Talvez, Suzille, você e eu possamos procurá-la juntos.


Nota da Sue: Eu não pude continuar com esta jornada até o verão de 2002, e que eu consegui perder.

Precisarei procurar a orientação de Jaqual antes de continuar esta história.


Sue fala:

03 de agosto de4 2014

Querido Jaqual, eu o estou chamando no meu AGORA de 03 de agosto de 2014, 17 anos após sua mensagem de 24 de julho de 1997.

Eu entendo que nós também nos conectamos no verão de 2002, mas não lembro e não consigo encontrar minha anotação dessa mensagem.

Lembro-me de ter escrito o que você me dizia enquanto estava numa viagem.

Portanto era manuscrito.

Eu tenho o início e o final, agora eu preciso do meio de sua história, mas não encontro esse meio.

Imagino que encontrarei em um dos meus muitos diários manuscritos.

Entretanto, creio que não existem erros ou acidentes, então eu o chamo neste AGORA para me contar o meio de sua jornada.

Talvez haja uma realidade alternativa que ocorre durante o “tempo” que não nos comunicamos.

Eu sei que quando encontrei o final da sua história eu não me lembrava de ter anotado nada dela.

Talvez seja apenas que eu esteja em uma realidade alternativa em que agora eu posso ouvir a sua história de uma perspectiva superior.

Já estou prática em digitar canalizações dimensionalmente superiores agora, então meus dedos estão no teclado aguardando sua resposta.

Agora vou entrar em meditação para calibrar melhor minha consciência a você, meu guerreiro espiritual dimensionalmente superior.


Jaqual fala:

Saudações, Suzille.

Fico contente que você está preparada para voltar para a minha história.

E, sim, você definitivamente ressoa a uma perspectiva de frequência mais alta do que antes.

Na verdade, eu tenho enviado um raio orientador para você, que você não podia perceber antes dessa época de sua encarnação.

Antes, você apreciava minha história, mas a achava muito inquietante.

Quero que você saiba que enquanto nós não nos comunicávamos eu passei por todos os limiares e entradas.

Então, eu também ressoo a uma perspectiva mais alta.

Eu lhe contarei minha história como me foi revelada conforme eu cruzava cada limiar.

Desta maneira eu posso revelar o que aconteceu e como eu consegui transmutar cada “problema” em uma “lição” e cada “fracasso” em uma “vitória”.

Antes de continuar, eu quero lhe falar sobre o nosso Templo da Recordação.

Como eu já disse, antes de podermos entrar no Templo, nós devemos passar por uma série de sete entradas com cada uma ressoando a uma frequência mais alta.

Antes de podermos penetrar na entrada, nós precisamos cruzar o limiar e caminhar pelo corredor na frente da porta.

O que nós não sabíamos até entrarmos na sétima entrada era que uma longa escada nos esperava.

Cada série de limiar, corredor e porta é de uma frequência mais alta, que emana a próxima cor, vibração e tom da frequência acima.

Desta maneira, cada entrada representa uma época diferente de nossa encarnação.

Para passar por cada frequência de entrada, nós somos convocados a transmutar toda experiência dimensionalmente mais baixa dessa época de nossa encarnação.

Desta maneira, nós vivemos uma profunda revisão da vida pela qual nós podemos transmutar nossas lembranças tridimensionais, pensamentos, emoções e ações de cada época consecutiva de nossa vida em amor incondicional pentadimensional.

Através do poder de nosso amor incondicional, nós podemos transmutar de volta para a nossa verdadeira forma de Corpo de Luz.

A primeira entrada é vermelha e representa nossa primeira infância.
A segunda entrada é laranja e representa nosso “amadurecimento”.
A terceira entrada é amarela e representa nosso dever como um Guerreiro Espiritual.
A quarta entrada é verde e representa nossa época de casamento e paternidade/maternidade.
A quinta entrada é azul e representa nossa transição de pai/mãe para líder.
A sexta entrada é índigo e representa o despertar de nossas percepções superiores.
A sétima entrada é violeta e representa nossa transmutação de volta em Corpo de Luz.

Agora vou lhe contar a minha jornada pelo Templo da Recordação.

Quando cruzei o primeiro limiar e parei no corredor na frente da porta vermelha, eu senti vingança enchendo meu ser.

Essa frequência de vingança me deu a coragem de encarar a coisa mais assustadora que os guerreiros jamais poderiam confrontar – seus próprios medos inconscientes!

Eu novamente era uma criança pequena e tudo que eu conhecera estava perdido.

Eu estava pronto para liberar minha vida e visitar meus entes queridos nas dimensões superiores.

Quando eu permiti meu espírito frágil fluir da minha forma mortalmente ferida, eu vi meu pai que morreu protegendo o Templo e minha mãe que estavam ali para me receber.

Nosso filho querido, eles disseram em uma só voz, pois eles estavam combinados na forma UNA de seus Complementos Divinos.

Você não encontrará nosso povo aqui porque eles foram levados para serem usados como escravos.

Somente você e aqueles de nós que estavam fora do planeta restaram.

Você precisa entrar em contato com os outros para que eles possam seguir os Dracs antes que seja tarde demais para seguir o rastro de onde eles levaram nosso povo.

Mas como posso fazer isso? – eu perguntei.

Meu corpo está mortalmente ferido, não posso andar e somente tenho um braço bom.

Entre em nossa Essência, disse meu pai.

Nosso amor reunido curará seus ferimentos.

Então eu experimentei-me flutuando entre meus pais que mantiveram minha forma ferida na posição vertical enquanto me abraçaram pela frente e por trás.

Foi aí que eu percebi que estava na quinta dimensão com meus pais ascendidos.

Visto que era o único que restou vivo de nossa comunidade, eu era a única esperança para o nosso povo.

Portanto, aos meus pais foi concedido um decreto de curar minha forma física com seu Corpo de Luz pentadimensional unido.

Foi aí que eu percebi que eu também estava num estado de Corpo de Luz.

Gradualmente meu corpo físico retornou ao seu estado anterior aos ferimentos, mas meu espírito estava cheio de vingança.

Este método de se usar o Corpo de Luz para curar o corpo físico foi uma das principais coisas que meu pai trabalhou em seu Templo.

Ele podia sentir a minha vingança, mas ele sabia que eu poderia precisar dela se fosse para eu ter sucesso.

Os Draconianos haviam destruído todos os nossos sistemas de comunicação e naves disponíveis.

Entretanto meu pai me falou de uma nave protótipo que estava escondida embaixo do Templo.

Usando essa nave eu poderia convocar os nossos guerreiros que estavam fora do planeta para unirem-se a mim enquanto eu seguia o rastro dos Draconianos.

Odeio admitir, mas foi tão maravilhoso na quinta dimensão que eu quase quis ficar lá com a minha família e amigos.

Com esse pensamento, todos que haviam “morrido” para o físico se aproximaram para me envolver em sua luz multidimensional.

Lentamente meu espírito ferido foi curado e eu me encontrei voltando para a minha forma física curada.

Para a minha surpresa, minha forma havia progredido para o meu tamanho adulto, mas minha mente e emoções ainda eram de uma criança.

Eu sabia que deveria ter ido diretamente para a nave escondida, mas enquanto eu andava da casa de meus pais até o Templo, eu sabia que tinha que cuidar dos mortos.

Portanto, corri de volta para a casa para pegar a arma do meu pai que ele escondera lá pela segurança de minha Mãe.

Então, enquanto caminhava pela nossa vila em direção do Templo, eu abençoava e vaporizava cada corpo.

Eu sabia que todos eles retornaram à quinta dimensão, então não fiquei triste por eles, mas eu não podia permitir que suas formas físicas deteriorassem lentamente no sol antariano.

A nave estava exatamente onde meu pai havia dito.

Nós éramos treinados desde a infância em como operar até a mais sofisticada nave, então eu pensei que saberia exatamente como operá-la.

Primeiro retirei a camuflagem holográfica da entrada da caverna.

Então trouxe a nave até a superfície e enviei uma mensagem para todos os nossos guerreiros contando o que ocorrera.

Eu entendi por que meus pais me recolocaram numa forma adulta, porque meu corpo menor teria dificuldade de alcançar todos os controles quando sentado no banco do piloto.

Visto que esta nave era um protótipo com controles diferentes, meu pai combinou sua consciência pentadimensional com minha forma física para que ele pudesse cinestesicamente me instruir.

Eu somente posso estar com você uns poucos momentos do seu tempo, pois meu corpo está retornando para as dimensões superiores.

Portanto, preste muita atenção ao que estou fazendo e lhe falando.

Ninguém mais sabe como pilotar esta nave e eu somente conseguirei lhe mostrar uma vez.

Você precisa afastar toda dor e vingança, pois essas emoções baixarão sua consciência e você não será capaz de permanecer em conexão comigo.

Você me entende, filho?

Pai, eu entendo, mas como posso liberar essa dor dentro de mim?

Você precisa ser um Guerreiro Espiritual e somente pensar no bem maior, ele respondeu.

Eu então percebi que não podia permitir que minhas emoções afetassem meus pensamentos.

Este saber me deu a força para focalizar somente na voz de meu pai, a qual eu ouvia dentro do meu coração.

Então senti minha mãe, que era UMA com meu pai no momento, e percebi que a morte é apenas uma ilusão tridimensional.

Meu dever e honra era resgatar os membros vivos de nossa vila.

Com o alinhamento de meu coração e mente, minha consciência se alterou para a quinta dimensão e meu pai foi capaz de realmente entrar na minha forma no AGORA dele para me instruir cinestesicamente sobre todas as operações da nave.

Logo eu conheci tudo sobre a nave, agradeci meus pais e parti em minha missão para salvar nosso povo.

Com a minha infância concluída, eu me dirigi para o Limiar Laranja.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com