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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O DIÁRIO – PARTE 5 – POR UMA COM MUITOS NOMES

Por Suzanne Lie PhD
Em 07 de agosto de 2015



O RETORNO
V
O DIÁRIO
AS SETE PASSAGENS

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“O medo é um mensageiro que está lhe dizendo para estar atenta e ser cuidadosa”, Beverly canaliza em seu diário. “Sem o medo você poderia não sobreviver na terceira dimensão onde há muitos perigos. Portanto, quando lhe conto minha história, lembre-se de que o medo é realmente um amigo. O propósito do medo é avisar e proteger. É a lembrança e a ameaça do medo que é o inimigo.”

“Se medos antigos não puderem ser liberados, eles se tornam uma carga cada vez mais pesada. E também, se você não confiar que os avisos adequados virão no momento necessário, então há medo do futuro. Medo do passado é a mensagem que já se foi e medo do futuro é a mensagem que ainda não chegou.”

“Quando você pode viver em total confiança e entrega ao seu EU Superior, você é capaz de liberar todos os medos antigos para suas vibrações mais altas onde eles podem ser transmutados de volta em luz e amor. Você também confiará que todos os seus avisos serão pontuais e a levarão na direção que sempre lhe proporcionará a proteção maior.”

“Nós aprendemos essas lições em Antares, e elas são lições que nos permitiram aprender como elevar nossa vibração para os nossos eus dimensionalmente superiores. Por favor, lembre-se de que estou traduzindo minhas palavras para o inglês para você entender melhor. E também, eu não sou da sua linha temporal.”

“Portanto, ao perceber você, eu experimento todas as suas vidas em um pacote, como um livro. Eu posso observar qualquer parte fora da sequência, ou até mudar a sequência de sua vida. É da mesma maneira em que você pode perceber a minha vida. É por isso que você frequentemente se sente confusa sobre as linhas temporais de minha vida antariana.”

“Para sua percepção, eu estou em todas essas épocas de uma vez só e você pode ver qualquer período que desejar. Eu sou um jovem tenente (termo seu) no mesmo momento em que sou um homem mais velho. Talvez ao aprender e lembrar mais de nossa vida antariana você será capaz de abraçar meu modo de percepção multidimensional. Então você pode ser até capaz de lembrar e entender mais conceitos antarianos.”

~ LISA ~
“Jaqual acaba de dizer “nossa” vida significando que minha mãe estava lá com ele?” perguntou-se Lisa em voz alta. “Ah, agora estou falando comigo mesma, tal como minha mãe costumava fazer.” Esse conceito assustou Lisa, pois ela estava encontrando muitos modos em que ela era como sua mãe. Deveria ela continuar lendo como sua mãe disse ou apenas chamar a polícia? “Terminar a leitura!” ela disse, fingindo seguir o conselho de sua mãe. Na verdade, ela realmente queria saber o que o diário tinha para dizer.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
25 de setembro de 1997
“Querida Beverly, é Jaqual”, Beverly canaliza em seu diário. “Eu desejo lhe falar agora sobre o nosso Templo da Recordação. O Templo da Recordação é onde retornamos após nosso serviço à comunidade estar concluído e estamos prontos para retornar às dimensões superiores de nosso mundo. Antes de podermos entrar no Templo nós precisamos passar por uma série de sete passagens cada uma ressoando a uma frequência mais alta.”

“Há sete passagens. Quando podemos entrar em cada passagem, nós devemos atravessar o limiar e caminhar pelo corredor perante essa porta. Cada série de limiar, corredor e porta é de uma frequência mais alta, que emana a próxima cor de frequência, vibração e tom mais altos.”

“Cada uma das passagens representa uma ‘revisão de vida’ para uma diferente fase de nossa vida. Para atravessar cada frequência da passagem nós somos convocados para transmutar todas as experiências dimensionalmente inferiores dessa fase de nossa encarnação.”

“Desta maneira, nós vivenciamos uma íntima revisão de vida pela qual nós podemos transmutar nossas lembranças, pensamentos, emoções e ações tridimensionais temerosas de cada época sucessiva de nossa vida em amor incondicional pentadimensional.”

“Através do poder de nosso amor incondicional, nós podemos transmutar de volta em nossa verdadeira forma de Corpo de Luz. Se morremos em serviço ao nosso povo, nós automaticamente atravessamos todas as passagens e vamos para a dimensão mais alta.”

“A primeira passagem é vermelha e representa nossa primeira infância.
A segunda passagem é laranja e representa a chegada à maioridade.
A terceira passagem é amarela e representa nosso dever com um Guerreiro Espiritual.
A quarta passagem é verde e representa nossa época de casar e ser pai.
A quinta passagem é azul e representa nossa transição de pai para líder.
A sexta passagem é índigo e representa o despertar de nossas percepções superiores.
A sétima passagem é violeta e representa nossas transições de volta ao Corpo de Luz.

“Agora irei lhe contar minha jornada pelo Templo da Recordação. A primeira passagem é vermelha e representa minha primeira infância. Eu lhe contarei minha história no AGORA, pois é como ela vive em minha consciência.”

“Estou na frente da Porta do Templo da Recordação. Eu sempre me considerei ser um homem de porte muito grande, até pelos padrões antarianos. É muito normal um homem ter 2,45 m de altura e muitas das mulheres têm 2,13 ou até 2,45 de altura também.”

“E a minha é de 2,90 m (de acordo com suas medidas terrenas) e sempre estou com minha cabeça acima da maioria das pessoas. Entretanto, quando estou perante as Portas da Lembrança no Templo da Recordação eu me sinto muito pequeno.”

“Há uma série de passagens sem portas que levam à verdadeira porta. Cada uma dessas passagens emana uma vibração diferente. Portanto, cada passagem é de uma cor diferente e emite um tom diferente.”

“Eu sinto um impulso em meu corpo ao estar perante o primeiro limiar. Fui instruído que ao cruzar cada limiar e estar no corredor antes da próxima passagem, eu vivenciarei lições e desafios diferentes. Essas lições e desafios precisam ser clarificados e equilibrados antes de eu poder prosseguir para o próximo limiar.”

“A primeira passagem é muito próxima da sua cor vermelha. Ao cruzar o limiar sou inundado com a lembrança dos meus pais. Não pensei neles por muitos anos. Eu vejo os brilhantes olhos violeta de minha mãe e o verde escuro dos olhos de meu pai. Sinto a dedicação deles e sei que estudaram por muitos anos para me dar um corpo.”

“Eu percebo meu eu bebê, pois estou despertando para a minha forma tridimensional. Tudo é muito vermelho e laranja e estou ouvindo o canto de minha mãe e o riso de meu pai. Sinto-me seguro e totalmente cercado por amor. Eu ainda posso me lembrar do mundo sem forma do qual acabo de emergir. Sinto falta do sentimento de ser UM com todos e com tudo, mas ainda me sinto seguro porque eu sou UM com meus pais.”

“Agora minha memória avança para a época quando tenho cerca de quatro anos. Estou num corpo de casca dura (o termo que nós usamos para nossa forma tridimensional porque nossas outras formas são muito mais fluidas) e atingi por volta de 1,83m de altura. Em Antares nós somos independentes de nossos pais aos três anos de idade e aos sete já temos o corpo de adulto.”

“Agora eu vivo em uma das casas comunitárias com as outras crianças. Há certos adultos que gerenciam essas casas, mas nós somos livres para ir a qualquer lugar em nossa comunidade e passar tempo com qualquer um que nos agrade. Minha mãe é uma artista e passa muito do seu tempo na quarta e na quinta dimensão, mas me visita frequentemente. Meu pai vem me ver uma vez por ano. Ele é um Sacerdote em um de nossos templos assistindo aqueles que desejam entrar no Templo da Recordação.”

“Repentinamente, eu sinto minha primeira experiência de medo porque estou me lembrando do ataque dos Draconianos em nossa pequena comunidade. Eu estava no jardim da casa de meus pais visitando-a com minha Mãe. Ela adorava visitar comigo o lugar e constantemente me instruía sobre as muitas flores lindas que crescem em nosso planeta. A querida amiga de minha mãe, Alicia, acabara de sair do jardim para nos buscar chá de aboromium quando ouvimos um grito horrível vindo da casa.”

“Mamãe e eu corremos para ver qual era o problema e encontramos Alicia no chão em uma poça de sangue. Dois homens reptilianos draconianos enormes estavam ao lado dela. Mamãe correu para o lado de sua amiga e um dos draconianos a agarrou pelos cabelos e a levantou para ela olhar nos olhos dele. Eu não conseguia pensar nem planejar. Reflexivamente corri para ajudar minha mãe. Eu era muito menor do que o guerreiro draconiano e riu quando bati nele para libertar minha mãe.”

“Nunca vou me esquecer da risada enquanto os dois homens observavam um garoto tentando resgatar sua mãe. Finalmente, o guerreiro se cansou desse jogo e usou o corpo de minha mãe para me afastar dele como um pequeno inseto.”

“O outro guerreiro então me pegou e me jogou pela janela para o jardim. Nunca vou entender por que eles não saíram para acabar comigo. Talvez pensassem que eu estava morto. Tenho certeza de que eu devia ter parecido morto. Minhas duas pernas e um dos meus braços estavam quebrados. O lado esquerdo do meu rosto estava esmagado e eu estava coberto de sangue. Ainda tenho a cicatriz acima do meu olho esquerdo. Quando finalmente recobrei a consciência tudo estava silencioso e parado.”

“Arrastei meu corpo com meu braço bom até a casa e encontrei minha mãe morta ao lado de sua amiga. Não ouso pensar no que eles fizeram a ela. Foi então que eu jurei que seria um guerreiro pelo tempo que levasse para procurar vingança e encontrar paz. Temo que não posso cruzar este primeiro limiar de vermelho sangue antes de liberar minha necessidade de vingança. Somente então eu encontrarei minha paz interior. Talvez, Beverly, você e eu podemos procurar isso juntos.”

(Nota de Beverly: Eu estava tão triste e assustada com a história de Jaqual que não continuei nossa comunicação. Ao invés disso, eu voltei a conversar com Mytria.)

~ LISA ~
“Não entendo por que mamãe parou de se comunicar com Jaqual. Eu sei que eu deveria ir dormir, mas primeiro quero saber o que Mytria tem para dizer”. Lisa murmurou para si mesma.

O Diário
~ Meu Retorno a Mytria ~

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
15 de junho de 1999
“Querida Mytria, é a Beverly. Eu li a história de Jaqual a respeito da morte da mãe dele, e fiquei tão perturbada que parei de registrar com ele. Como pude abandoná-lo? Por que sou tão fraca? Por favor, ajude-me. Eu sei que preciso de mais força e coragem. Eu também percebo que de alguma forma estranha eu não quero me aproximar demais dele.”

“Preciso admitir que eu tenho medo de me conectar com um homem que está num planeta diferente em um sistema solar diferente porque não me restabeleci a partida de meu marido. Por favor, ajude-me, Mytria. Eu preciso de alguma força. Eu fiquei tão fraca que não pude contatar nenhum de vocês por quase dois anos.

“Preciso admitir que foram dois anos muito sombrios. Algo se partiu em mim quando soube da história de Jaqual, e fiquei longe de todos os meus registros. Eu voltei à terapia, mas não podia colocar minha mente nela. Então tentei algumas aulas de meditação, o que realmente ajudou.”

“Na verdade, eu somente tenho a coragem de voltar agora porque estive meditando por mais de uma hora. Eu descobri que era melhor eu levantar o mais cedo possível, antes do sol nascer. Então eu estou em minha cadeira, velas acesas e música suave, meditando enquanto começa o dia. O tratamento com meditação tem continuado já por talvez uns oito meses, então encontrei a coragem para retornar.”

“Eu sei que pode parecer tolo para você. Por que eu preciso de coragem para falar com seres maravilhosos como você e Jaqual? Você vê que não se trata de você. Trata-se de mim. Como posso garantir que não estou louca ou criando você enquanto dou continuidade? Eu realmente não creio que ESTOU louca, mas estou me enlouquecendo com todas as minhas dúvidas e autojulgamento. Mytria, por favor, me ajude.”

~ LISA ~
Tal como Beverly duvidou de sua sanidade, Lisa duvidou da dela. Como poderia ser real que ela simplesmente levantou e deixou seu marido e os filhos? Ela sabia que deveria ligar para sua família assim que eles tivessem acordado, mas ela não tinha certeza se faria a ligação. Lisa sempre se viu como uma pessoa muito responsável que sempre fazia tudo que seu marido e filhos precisavam.

A casa era limpa, a família era alimentada e ela sempre preparava as crianças para a escola, levava-as, pegava-as e as ajudava com a lição de casa. Ela era uma mãe muito melhor do que a sua. Ela tentava não pensar isso sobre sua própria mãe, mas seu verdadeiro sentimento simplesmente escapava.

Eram 5 horas, então ela ficaria acordada e continuaria lendo para que pudesse ligar para os filhos às 7. Ela se perguntou como seu marido estava se dando com levar as crianças para a cama e acordá-las na hora para prepará-las para a escola. Ela estava fora por somente uns poucos dias, mas parecia como várias vidas.

Talvez ela devesse falar com seu marido nesta manhã, ela pensou ao retornar ao diário para encontrar a resposta de Mytria ao pedido de ajuda de sua mãe.

~ DIÁRIO DE BEVERLY ~
“Minha queridíssima Beverly”, escreveu Mytria através da mão de Beverly. “Por favor, saiba que todos os desafios de sua vida tridimensional são simplesmente óculos que criam a projeção da ilusão 3D conhecida como vida física. Visto que hoje você me chamou, creio que está preparada para eu falar do meu lar no Templo Violeta de Alycone, Plêiades.”

“Sim, minha querida, você merece e agora é um membro dessa grande hierarquia. Eu venho para lembrá-la disso para que você não se perca nas tarefas do dia a dia da sobrevivência. E também, eu não quero que você se julgue porque sente que você não é ‘boa o suficiente’.”

“Seu plano físico está passando por uma grande transformação. Estou lhe enviando imagens internas de sua/nossa vida nas Plêiades, para que você possa se lembrar de que essa realidade é criada pelo seu estado de consciência. Eu também ouço seu pensamento: ‘Se eu crio minha própria vida, por que eu criei uma realidade onde somente há trabalho e luta?’”

“Minha querida Beverly. Você tem se julgado por sua vida inteira pelo critério de sua sociedade externa. Entretanto, você constantemente seguiu o chamado de sua alma. Esse chamado não a levava a focalizar sua atenção no que a sociedade considerava como sucesso. Agora você precisa se amar e amar a vida que você tem criado.”

“Agora se veja no Templo Violeta de Alycone. Sim, a primeira coisa que vê é você voando logo acima da sua casa pleiadiana. É pequena e feita de cristal; é cheia de luz e cercada por lindas árvores. Você poderia imediatamente se projetar para a sua casa, mas você gosta do ato de voar em sua forma pentadimensional.”

“Ao entrar em sua morada, você vê que está cheia de lindas flores e plantas. Você tem pássaros que voam pela sua casa e outro animal pequeno que parece com um cão, mas anda com as pernas traseiras e tem polegares em suas mãos. Nós os chamamos de larnacks. Eles são amigos leais e gostam dos deveres domésticos.”

“Seu larnack não é um empregado, mas um querido amigo. Ele gosta do que faz para você e vocês se amam muito. Ao passar pelo seu dia, você mais e mais se lembra de sua morada e da vida pessoal que você aprecia aqui nas Plêiades. Eu focalizei em sua vida pessoal ao invés do templo porque essa é a área de sua vida que tem os maiores desafios.”

“Agora você está descobrindo a linha entre negação e aceitação. Você esta descobrindo como fazer o melhor que pode sob as circunstâncias em que você está e aceitar os resultados como sendo lindos. Em outras palavras, você está aprendendo a viver sua vida a partir de seu próprio ponto de vista ao invés da perspectiva da sua sociedade.”

“Agora, Beverly, continue seu dia e sinta-me dentro de você. Saiba que um de seus verdadeiros eus é o ser flutuante violeta que você vê como eu, Mytria. Lembrem-se de que todas as suas realidades são criadas pela sua consciência e que os desafios de sua vida tridimensional simplesmente são óculos que criam as projeções da ilusão conhecida como vida física.”

“Aprecie suas ilusões. Em breve elas não existirão mais, e você viverá na realidade do seu verdadeiro eu. Não existe tempo. Portanto, não há pressa. Você precisa ser gentil com você mesma. Não adicione mais desafios à sua vida. Você já teve o suficiente e em breve até mais virão por conta própria.”

~ LISA ~
“Ah, não, mais desafios não”, disse Lisa, como se Mytria estivesse falando para ela. Bem, talvez todos eles estivessem falando para ela. Isto é, sua mãe, Mytria e Jaqual. Lisa fechou o diário, o colocou numa mesa ao lado e levantou da cadeira. Ela foi para a cozinha tentando decidir se tomava vinho, café ou chá.

Principalmente, ela precisava se afastar daquele livro, das divagações insanas de sua mãe com seres desconhecidos e, sobretudo, ela precisava se afastar da sensação de que as pessoas no diário pareciam muito reais e até familiares.

“Não, este não é um pensamento aceitável”, ela disse ao fechar o armário após pegar um novo copo de vinho. Lisa tinha que admitir que queria vinho, apesar de ainda ser antes do amanhecer.

“Não é hora de pensar sobre isso”, ela disse enquanto servia o vinho. “Estou sozinha aqui e não tem ninguém para me julgar. Se quero esse vinho, vou tomá-lo”, Lisa declarou para si mesma em voz alta, enquanto voltava ao diário.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com.br

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

NAVE MÃE, MYTRE & KEPIER - PARTE 5 - VISITAS NOTURNAS


NAVE MÃE, MYTRE & KEPIER - PARTE 5
VISITAS NOTURNAS
Por Suzanne Lie PhD
Em 25 de novembro de 2012



O meu dia seguinte começou muito cedo, pois eu recebi uma mensagem para me encontrar com o Arcturiano o mais rápido que eu pudesse.

A comunicação parecia importante, então eu imediatamente me vesti e fui para o nosso encontro.

Nós nos encontramos, como sempre, na Holosuite, pois era um ótimo lugar para aprender com a prática.

Quando eu cheguei, o Arcturiano já tinha acionado o Programa de Natureza e estava sentado na cachoeira, e convidou-me para me juntar a ele.

Minhas instruções começaram assim que me sentei.

Querido Mytre, em preparação para sua comunicação com muitos povos e civilizações diferentes, nós desejamos conversar com você sobre a expansão de suas habilidades telepáticas.

Você está indo muito bem com sua comunicação telepática conosco e com Kepier.

Mas quando você é o único que pode se comunicar telepaticamente, torna-se uma tarefa muito mais difícil.

Portanto, desejamos repassar parte do que nós já lhe ensinamos para formar uma base sólida para uma discussão mais avançada sobre comunicação interdimensional.

Toda telepatia não será interdimensional, mas muitas de suas comunicações subsequentes serão com Seres ou de uma frequência superior ou de uma frequência inferior de ressonância.

Começaremos nossa instrução dando-lhe mais informação referente à comunicação com seu Coração/Mente.

Queremos lhe falar mais sobre seu Coração/Mente.

Sim, o Coração/Mente é uma combinação do seu coração e da sua mente, mas ele é muito mais.

Verdadeiramente, seu Coração/Mente é seu Coração Superior, que tem a capacidade de receber todas as frequências de luz de qualquer padrão.

Então, seu Coração Superior pode pensar: o que é um processo de tradução dos padrões de luz para uma forma de linguagem.

Seu Coração Superior também pode amar incondicionalmente porque o amor incondicional está entre as frequências mais altas da luz.

Suas encarnações em mundos inferiores o levaram ao hábito de acreditar que seus pensamentos e emoções são separados.

Esta crença é falsa, pois tanto os pensamentos como as emoções são padrões de luz que são interpretados de uma maneira diferente.

Os pensamentos são interpretados por como os padrões de luz interagem uns com os outros.

Por outro lado, as emoções são interpretadas por como os padrões de luz interagem com qualquer forma que você estiver usando.

Se alguém está isento de toda forma, não há verdadeiramente diferença alguma entre pensamentos e emoções, todos eles são padrões de luz.

Nossa ressonância é a onda transportadora para os padrões de luz que enviamos.

Então, quando nós enviamos padrões de luz para a sua consciência, nós combinamos nossa ressonância com a sua.

A fusão de nossos campos de energia, que é todos os padrões de luz que nós enviamos para você, entra na sua Glândula Pineal, que compartilha os padrões de luz com seu Coração Superior para serem traduzidos.

O componente de informação é o que você recebe como emoções.

Quando você separa os pensamentos das emoções dessa maneira, você perde muito da informação.

Por outro lado, seu Coração/Mente é capaz de manter a interação de pensamentos e imagens para criar uma mensagem mais expandida.

É por isso que lhe pedimos para meditar e liberar lembranças de medo, pois o medo distorce as nossas mensagens.

A frequência de qualquer forma de medo restringe sua banda de recepção, eliminando os picos altos e baixos da informação.

Por exemplo: nós podemos lhe enviar a imagem de uma árvore.

Porém, se você tiver medo quando receber essa imagem, o topo da árvore pode ser eliminado e também os sistemas de raízes profundas.

Então, qualquer informação sobre a força de vida do novo crescimento da árvore ou a saúde de suas raízes não seria transmitida.

Quando você se entregar às emoções de medo, ao invés de bloquear ou limitá-las, você pode perceber a emoção com seu Coração/Mente.

Então seu Coração/Mente pode captar toda a informação contida nessa emoção.

Lembrem-se: emoções são meramente uma forma de comunicação.

As emoções de medo lhe dizem que não é seguro ser receptivo aos campos de energia entrantes.

Mas você não quer limitar sua capacidade de receber comunicações completas do seu EU por causa de eventos que não estão mais em sua vida.

Esses eventos emocionais "passados" permanecem como um "tecido cicatrizado" na sua rede neural receptiva.

Portanto, mesmo quando há uma mensagem cheia de amor, o tecido cicatrizado distorcerá a mensagem amorosa.

Esta distorção pode fazer você interpretar erroneamente uma emoção amorosa como uma emoção de medo.

Por exemplo: você teve muitas privações no passado que você ainda carrega em sua consciência.

É vital que você libere essas lembranças e também o tecido cicatrizado que elas criaram.

Desde que você é o criador da sua realidade, você tem a habilidade de escolher liberar essas lembranças antigas.

Então peça para a sua Glândula Timo do Coração Superior para curar essa área da sua forma e também sua rede neural.

Desta maneira, o medo do passado é liberado e você é capaz de receber uma banda de frequência mais ampla da mensagem que nós lhe enviamos.

E também você estará se comunicando com os Galácticos e os Celestiais que não usam qualquer forma de linguagem que não seja a projeção telepática.

Por outro lado, você estará se comunicando com os em ascensão que têm pouca ou nenhuma experiência com a comunicação imagética.

Portanto, você será chamado para expandir suas habilidades de comunicação para abranger ambas as frequências, superior e inferior, de realidade.

Sua capacidade de permanecer confiante e calmo é importante quando você está assistindo aqueles que não estão acostumados à comunicação telepática.

A comunicação telepática é recebida pela compatibilização do seu estado de consciência com o daquele com quem você está se comunicando.

Assim, você pode precisar manter estados mais altos ou mais baixos de consciência por mais tempo do que você está acostumado.

São muitos os que nos visitam durante seu estado de sonho.

Gostaríamos que você praticasse suas habilidades telepáticas com esses visitantes.

Esta experiência ajudará você enquanto você também os ajuda.

Kepier irá se unir a você muito em breve.

Se tiver quaisquer perguntas, por favor, chame-nos telepaticamente.

O Arcturiano imediatamente se projetou como se ele tivesse que atender alguma coisa importante e deixou para eu desligar o holograma.

Após ter desligado, fui para a Sala de Refeições para tomar um café da manhã antes de começar minha nova atribuição.

Não me surpreendi ao ver que Kepier estava lá me esperando com uma xícara de chá quente.

Vejo que você sabia que eu viria. - Eu disse com um sorriso. Você estava conversando com o Arcturiano no mesmo momento que eu, não estava?

Sim. - ela respondeu. Outra vez estamos recebendo uma aula através de nossa experiência. Eu creio que estamos prontos para participar de mais de uma realidade por vez. O que você acha?

Parece sim uma aula. - eu concordei. Você acha que devemos permanecer nesta versão de nosso EU enquanto entramos no Reino Astral tetradimensional para assistir os que estão em estado de sonho?

Eu estava pensando na mesma coisa. Os visitantes estão experimentando as duas realidades: dormir em sua cama e também a experiência em que estão visitando a Nave. Faria sentido que nós dois também deveríamos viver duas realidades.

Kepier e eu continuamos nossa discussão enquanto tomávamos nosso café da manhã, então caminhamos juntos para o Centro de Visitantes.

Os visitantes que vinham até nós em estado de sonho normalmente chegavam à contraparte tetradimensional do Centro de Visitantes.

Este Centro ressoava a uma frequência inferior do que a Nave: então, ele está localizado na aura da Nave.

Os visitantes vinham para esta área até aprender como expandir sua consciência para a quinta dimensão e assim pudessem visitar o corpo real da Nave.

Uma das tarefas de Kepier e minha seria assistir esses visitantes a liberar seu apego à baixa ressonância e elevar sua consciência para a quinta dimensão.

Assim que sua consciência ressoasse a essa frequência, nós poderíamos assisti-los na criação de uma forma em que eles poderiam visitar as frequências mais altas da Nave.

Esta expansão da consciência deles era exatamente como a ascensão.

Portanto, eles não vinham apenas visitar a Nave, mas também para praticar a transferência de sua consciência para um recipiente/corpo pentadimensional.

Assim que eles estivessem usando a forma de frequência pentadimensional, eles poderiam perceber a Nave ao seu redor.

Alguns visitantes entravam na Sala de Restauração, mas essa transição de consciência não era igual à realizada através da Cadeira de Restauração.

Encontrar-se na quarta dimensão para aprender como elevar sua própria ressonância era uma lição vital para seu processo de ascensão.

Também era importante ser capaz de elevar sua própria ressonância para que pudessem experimentar mais claramente nossas Aterrissagens.

A única correlação entre o "tempo" na Nave e na Terra era que a Nave Mãe podia se correlacionar ao Tempo Terreno.

Portanto, nós não fazíamos ideia de quando essas Aterrissagens começariam da perspectiva do tempo da Terra.

Em nossa percepção de realidade, nós já estamos em contato com as expressões de muitos Seres Terrenos.

Cabia a esses Seres encontrar uma forma de despertar seu eu dimensionalmente inferior e sua realidade.

Nós podíamos facilmente perceber a Onda de Energia de Ascensão e estávamos assistindo os em ascensão a senti-la também.

Claro, existem inúmeras realidades possíveis e muitos dos em ascensão escolherá realidades de ascensão diferentes.

E também, conforme os em ascensão se lembrarem de como viver simultaneamente em mais do que uma realidade, eles poderão ter diversas experiências de ascensão.

Visto que o Tempo da Terra não estava fora de sincronismo com o AGORA da Nave, nós recebíamos visitantes de muitas realidades e linhas temporais diferentes.

Kepier e eu saímos da Sala de Refeições e nos projetamos diretamente ao Centro de Visitantes.

Nós utilizamos nosso campo de energia reunido para criar uma segunda realidade na aura tetradimensional da Nave, enquanto que mantivemos nossas expressões pentadimensionais no Centro pentadimensional de Visitantes da Nave.

Assim que chegamos, cada um por si, saímos em busca daqueles que precisavam de assistência.

Ao caminhar pelas formas tipo fantasmagóricas dos corpos noturnos, eu entendi por que o Arcturiano me informou completamente sobre a telepatia.

Conforme eu projetava telepaticamente que eu estava ali para assisti-los, eu percebi que muitas das formas adormecidas não estavam preparadas para comunicação.

Mas uns poucos vieram em minha direção.

Diferente dos outros, eles pareciam conseguir me ver e percebiam que eu podia ajudá-los.

Após uns poucos desses "adormecidos despertos" reunirem-se ao meu redor, mais entraram no círculo, e então mais ainda.

Esses visitantes eram principalmente da Terra e eles eram de todos os países, culturas, idades e status social.

Claro, as crianças eram as primeiras a entender minha telepatia e elas começavam a ajudar os adultos.

Eu pude ver que iria gostar muito desta tarefa.

Eu nunca havia conhecido Terráqueos.

Quer dizer, não podia me lembrar de conhecer Terráqueos.

Por outro lado, eu ainda não estava consciente de muitas das minhas expressões de EU.

Os Terráqueos pareciam ansiosos para aprender e estar preparados para mudar seu mundo.

Entretanto, eu não podia responder adequadamente à pergunta mais feita:

Vou me lembrar deste encontro quando eu acordar?



Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/
Respeite os créditos