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sábado, 21 de março de 2015

ABRINDO O PORTAL – PARTE 2

NOSSAS INICIAÇÕES
Por Suzanne Lie PhD
Em 15 de março de 2015



Era o AGORA para as nossas iniciações começarem.
Apesar de nunca termos muita interação com a sociedade de Maia, era a Terra de nossas Mães.
Nossos pais Arcturianos deram dicas sobre o nosso “destino”, mas não respondiam a quaisquer perguntas que fazíamos a eles.

“Vocês devem encontrar as respostas dentro de vocês”, eles sempre diziam.

Nessa época nossos pais vinham com muita frequência e nos levavam a Vênus, a Arcturus e/ou à Nave Mãe.
Eles nos mostraram como curvar o tempo e espaço e encontrar os Portais pelos quais nós podíamos viajar.
Nós não éramos mais crianças em uma aventura, mas pilotos interdimensionais em treinamento.
Às vezes fazíamos nossa jornada em um veículo e às vezes fazíamos a jornada em nossas mentes.

Fazer a jornada em nossas mentes era muito difícil porque nós tínhamos que elevar nossa faixa vibratória para a sétima dimensão a fim de viajar sem um veículo.
Apenas Hopenakaniah e eu podíamos fazê-lo sem a assistência de nossos pais.
Esta foi a primeira vez que apresentamos uma diferenciação entre nós e isso nos preocupou muito.

“Não tenham medo”, disse meu pai Arcturiano.
“Há velocistas que correm muito, muito rápido, mas eles não podem correr por um longo período de tempo. E há outros que não conseguem correr tão rápido, mas eles têm grande resistência e podem manter um ritmo constante para uma distância longa. Tutenakqua e Hopenakaniah são os velocistas. Hegsteomen e Leatunika são os corredores de longa distância. Tudo é como deveria ser. Vocês quatro são uma equipe, como sempre.”

As palavras de meu pai nos confortaram, mas nossa equipe de quatro gradualmente se transformou em duas equipes de dois.
Os velocistas e os corredores tinham lições diferentes.
E aí havia o sexo.
Embora o sexo tivesse sido explicado para nós enquanto crianças, nós realmente não o entendíamos.
Mas naquele momento, ele se tornou uma necessidade, uma fome.
Novamente eram as duas equipes de dois, mas não havia rivalidade ou ciúmes.

Como de costume, Sackatikeneon foi o primeiro a notar.
Nós quatro estávamos com ele e, como de costume, ele falou por enigmas.

“Alguns alimentos são para serem consumidos todos os dias do modo mais casual e necessário. Entretanto, outros alimentos são ferramentas poderosas e somente devem ser consumidos em ritual.”

Embora ele estivesse acima da vibração de uma necessidade sexual, ele entendia que nossas mães eram tridimensionais e nós herdaríamos as necessidades delas.
Ele nos mostrou como poderíamos usar nossa sexualidade para elevar nossa vibração e viajar juntos acima do tempo e espaço em nossos orgasmos mútuos.

“O presente não é um brinquedo!” – ele nos avisou.
“Há grande poder neste tipo de ato sexual e pode baixar sua vibração tão facilmente como pode elevá-la.”

Nosso dormitório para quatro foi mudado para dois quartos de dois com dois tapetes de dormir ao invés de quatro.
As irmãs sorviam uma bebida especial toda manhã para que não criássemos uma criança.

“Vocês quatro criarão algo muito mais necessário do que outro bebê Maia para ser morto pelos invasores”.

As palavras de Suckatukeneon nos tornaram sóbrios.
Nós sempre tivemos privilégios especiais porque tínhamos uma responsabilidade especial.
Não podíamos fugir dela!
Ao nos tornamos sexuais, as coisas começaram a mudar para nós.
Nossos mestres nos permitiram a liberdade e o prazer de sermos “adultos” sexuais por três ciclos da lua.
Então nós fomos convocados, de repente, para uma reunião com nossos três Sacerdotes pai, nossos pais Arcturianos, Sackatukeneon e nossas duas mães cuidadoras.

“Agora é o tempo de sua iniciação final.”
Sackatukeneon estava falando para a nossa surpresa.
“Vejo que vocês estão surpresos por eu falar para o grupo reunido à sua frente,” Sackatukeneon continuou.
“Sou em quem fala porque eu os conheço bem e porque fui eu quem iniciou e desenvolveu o processo inteiro de seus nascimentos. Eu me apresentei a vocês como um criado porque eu sou um criado para as suas necessidades e porque ‘o primeiro deve ser o último’.”

“Os Escuros não devem saber quem eu sou e eu lhes mostrei que esse poder é algo para ter e não algo para demonstrar. Não mantive um segredo de vocês. Se algum de vocês me perguntasse quem eu era eu lhes teria dito. Entretanto, eu me apresentei a vocês como um criado humilde e vocês nunca me inquiriram por que eu podia ter todos os poderes que tenho lhes mostrado e ensinado.”

“Tem sido minha responsabilidade ensinar-lhes a lição mais importante que vocês precisarão para passar com sucesso pela iniciação que está à sua frente. O poder é mais seguro de uma forma simples. Se vocês puderem manter seu poder lá no fundo de vocês sem a necessidade de reconhecimento ou adulação dos outros, seu poder permanecerá incorruptível.”

“Vocês têm visto como os Escuros renunciam ser poderosos a fim de parecerem poderosos. Isto se dá porque, ao invés de serem governados por eles mesmos, eles são governados pelos outros. Porque eles precisam dos outros para reconhecê-los, eles precisam também reunir seu poder a partir dos outros. Eles distorceram as lições de nossa pátria, Arcturus.”

“Esses desorientados baixaram sua vibração para buscar aclamação e foram incapazes de elevá-la novamente. Assim que vocês precisam de alguma coisa fora de si, vocês perdem a conexão aos seus maiores poderes que estão dentro de VOCÊS. É importante que vocês aprendam essa lição agora. Para a sua iniciação vocês irão à própria comunidade da qual nós os protegemos sua vida inteira. Nós sabemos que vocês estão preparados porque todos vocês passaram pelo desafio da sexualidade.”

Todos nós juntos perguntamos o que ele queria dizer com aquela declaração.

“Quando alguém se torna um ser sexual, ele/ela dá ignição à força criativa. Essa força criativa pode subir pela espinha para os chakras superiores para ser canalizada para o serviço da Luz ou ela pode permanecer no eu animal. Os animais na selva usam a sexualidade deles de uma maneira instintiva e, portanto, obedecem às leis da criação. Entretanto, o homem, com seus pensamentos e emoções descontrolados, pode usar o sexo como uma ferramenta de conquista de outra pessoa.”

“As pessoas podem usar o sexo de uma maneira desrespeitosa ou até cruel. Elas também podem cobiçar o parceiro de outro simplesmente porque desejam o que elas não têm. Vocês, minhas crianças, não caíram nessa escuridão. Vocês compartilharam sua natureza sexual para elevar sua consciência ou para brincar e apreciar a essência um do outro. Por nenhuma vez qualquer um de vocês cobiçou alguém mais além de sua parceira. Estamos muito orgulhosos de vocês por isso e os elogiamos por sua mestria.”

E então todos os nossos mentores vieram até cada um de nós e nos deram um pequeno presente para a nossa jornada ao mundo tridimensional.
Cada um deles nos deu uma mensagem especial e um abraço carinhoso.
Todos nós estávamos chorando de alegria.
Foi um momento lindo que sempre viverá em nossas Almas.

“Agora é hora de ir”, Sackatukeneon disse.

“Mas por que temos que fazer uma jornada para aquela terra?” – nós perguntamos juntos.

“Parte de sua iniciação é responder essa pergunta por vocês mesmos”, foi a resposta dele.

FAZENDO O TRABALHO

Nós saímos do nosso santuário tão inocentes como as crianças.
Disseram-nos para manter em segredo a nossa identidade a todo custo.
Então fomos levados vendados como se não pudéssemos ver com nossa visão interior para a selva que cercava a cidade dos tridimensionais.

“Fiquem inicialmente na selva”, eles avisaram.
“Vocês acharão muito mais fácil lidar com ela do que com a cidade.”

Antes de podermos dizer uma palavra eles se afastaram de nós como fantasmas.
Nós quatro ficamos juntos na selva a noite inteira e no dia seguinte.
Os sons e visões eram aterrorizantes.
Nós viajamos a mundos e planetas distantes, mas nos assustamos na selva, embora ela nos tenha cercado nossas vidas inteiras.

No final, nossos estômagos nos forçaram a aventurar pela selva em busca de comida.
Nós descobrimos que não podíamos matar nenhum ser vivente, mas a selva era rica em frutos e raízes.
Nós rapidamente aprendemos a usar nossos instintos altamente desenvolvidos para determinar o que era comestível e o que era venenoso.

Nós comemos escassamente cada alimento até termos certeza de que nossos instintos estavam corretos.
Nós decidimos que passaríamos juntos seis ciclos lunares na selva e então nos aventuraríamos separados na cidade pelas seis luas finais de nossa iniciação.

Nós fomos instruídos que, a fim de cumprir nosso destino, nós teríamos que experienciar a vida na terceira dimensão e agora nós estávamos fazendo isso.
O tempo na selva foi lindo.
Nós quatro trabalhamos como um.
Nós construímos um abrigo na área densamente florestada e usamos nossas habilidades para camuflar nossa casa e meditar à noite para elevar a vibração de nossa área a fim de criar segurança e invisibilidade para criaturas da escuridão.

Nós fomos capazes de rapidamente estabelecer contato com as fadas, gnomos, duendes e outras pessoinhas de nossa área.
Eles eram nossos amigos e nos ensinaram como sobreviver na selva.
Deste modo nós vivemos a vida a que estávamos acostumados com nossa vibração abrangendo principalmente a quarta dimensão, mas também a terceira.
Todo dia nós treinávamos mudar nossa vibração exclusivamente para a terceira dimensão para nos prepararmos para o nosso tempo na cidade.

Para nosso medo e lamento, chegou o dia em que tínhamos que nos aventurar sozinhos na cidade, encarando as vibrações de muitas, muitas pessoas e também o fluxo dos inúmeros pensamentos e sentimentos delas.
A preparação não tinha sido suficiente para mim.
Eu estava na cidade por poucos dias quando fiquei violentamente doente por causa dos pensamentos e sentimentos dissonantes daqueles que estavam ao meu redor.

Eu não conhecia ninguém, não tinha comida ou abrigo, e estava experienciando doença pela primeira vez em minha vida.
Eu queria desesperadamente emitir uma chamada telepática para meus irmãos e irmãs, mas nós havíamos concordado que experimentaríamos sozinhos essa última parte de nossa iniciação.
Finalmente, no terceiro dia de minha doença, quando eu havia apenas comido e bebido o que eu pude roubar, uma mulher idosa me encontrou enrolado num nicho no fim de uma ruela.
Ela pareceu me reconhecer e me levou para sua casa que ficava perto.

Eu não me lembro do que aconteceu nos dias seguintes.
Creio que eu delirei.
A velha senhora cuidou de mim e me manteve em sua casa.
Ela disse aos vizinhos que eu era um primo distante de outra cidade que havia aparecido inesperadamente na porta dela e que eu de repente fiquei doente.
Nós fomos deixados em paz.

Eu não sei o que disse a ela enquanto estive doente, mas eu pude ver em seus olhos quando eu finalmente me recuperei que ela sabia mais de mim do que podia me lembrar de ter contado a ela.
Ela nunca me questionou ou me limitou de forma alguma.
Um dia ela me disse que esteve esperando por mim por muitos anos.
Ela não explicaria nada mais.
Esta casa serviu como minha base pelo resto do meu tempo na cidade, e esta velha senhora amorosa serviu como uma mãe para mim.

Quando finalmente me recuperei, minha primeira tarefa foi aprender a me proteger das emanações dos outros.
Passei minha vida inteira aprendendo a ser aberto e empático.
Minha vida foi totalmente abrigada e eu era exposto somente àqueles que dominavam seus pensamentos e sentimentos.

Agora eu estava num mar de turbulência psíquica e tinha que aprender a me proteger se fosse para sobreviver.
Gradualmente, eu me expus mais e mais para a cidade ao meu redor até que, no final, eu podia me proteger o suficiente para encontrar um trabalho.
Minha mãe recém-descoberta me dissera que as pessoas tinham que trabalhar aqui para conseguir alimento.
Esta foi uma das muitas vezes que eu senti que ela sabia sobre mim.
Mas nós fizemos um acordo sem palavras de não discutir sua vida privada ou a minha.

No primeiro dia do meu trabalho como ambulante no mercado, eu vi um assassinato.
Eu nunca experimentara nem o conceito de assassinato.
Portanto, quando eu vi um homem matar outro por causa de alguma posse pequena, fiquei chocado.
Eu vi a força vital do homem morto pairando sobre o local da morte de seu corpo por muitos dias.

Outros passavam por essa essência e nem sabiam que ela estava ali.
Eu estava determinado a não me comunicar com ela, pois minha habilidade recentemente descoberta de proteção psíquica não estava perfeita, e eu não ousava liberar minha blindagem psíquica.
E também, o fantasma estava muito bravo e vingativo.
Eu não podia arriscar minha missão por causa de um desencarnado raivoso.

As seis luas se arrastaram pelo que pareceu uma vida inteira.
Eu me encontrei tendo pensamentos e sentimentos que eu nem sequer sabia que existiam.
Medo, raiva, tristeza, solidão, negatividade e confusão lotavam meu coração e mente.
Foi se tornando crescentemente difícil determinar se essas experiências eram minhas ou de alguém mais.

Minha blindagem psíquica foi ficando mais fina e mais fina até que ela pareceu não existir.
Eu ganhei peso porque comer tornou-se um modo de eu me distrair do que estava acontecendo ao meu redor e dentro de mim.
Meu corpo teve outras mudanças também.
Ele parecia mais denso e mais lento.
Eu não tinha mais a mestria sobre ele que eu tinha no lar abrigado de minha infância.
E o pior, eu comecei a me esquecer de quem eu era.

Toda manhã eu acordava mais e mais desassociado do meu verdadeiro eu e mais enraizado na pequena pessoa que labutava o dia todo no mercado.
Eu via uma preocupação crescente no rosto de minha nova mãe.
Ela falava constantemente de como ela me encontrou, como se fosse para manter minha memória viva.
Uma manhã, quando ela estava tentando me lembrar de quem eu era, eu joguei uma caneca pelo nosso pequeno alojamento, por pouco não atingindo a querida mulher.

“Eu não sei do que você precisa que eu seja!”
Eu gritei em fúria e confusão.

Ela calmamente pegou a caneca, encheu-a de novo e a pôs na minha frente.
“Meu querido rapaz, eu somente desejo que você se lembre de quem você é.”

Suas palavras me atordoaram como um tapa na cara.
Lembrar-me de quem sou?
Lembrar-me de quem sou?
Sim, havia uma razão para eu estar ali.
Mas qual era?
Eu mal podia pensar sobre poucos dias atrás e até esses dias eram nebulosos como se eu estivesse drogado.
Vocês pensariam que eu devia agradecer a essa mulher gentil, não é?
Mas eu simplesmente me levantei e saí pisando duro de nossa casa como uma criança com raiva.

O dia todo no meu trabalho eu dificilmente pude me concentrar.
Visões de templos, cavernas e o rosto de três crianças rodopiavam em minha cabeça.
Sim, eu tinha que lembrar.
Mas eu não podia.
As imagens que eu via em minha cabeça não tinham conexão à pessoa que eu tinha me tornado.

Eu passei o dia na mais profunda agitação.
Finalmente, era hora de fechar minha banca quando uma linda jovem veio comprar frutas comigo.
“Estou fechado.” Eu gritei para ela como se ela fosse uma pedinte.


PERGUNTAS E COMENTÁRIOS
Do que você se recorda como uma iniciação importante?
Qual é sua “missão/trabalho”?
Você já se esqueceu de sua Missão?
Como você se lembrou dela?

Seria ótimo se você desejar responder nos comentário, pois nós NÃO estamos sozinhos. Para cada um de nós que encontra a coragem de compartilhar seu processo há alguns ou muitos que se inspiram a compartilhar sua experiência também.
Obrigada a todos vocês!
Sue.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A ESFINGE FALA: A INQUIETUDE DA SEPARAÇÃO

Por Petra Margolis
Em 06 de outubro de 2014



Isto é muito comum dentro da mente humana e de fato começa no nascimento onde você tem de confiar a outros a sua sobrevivência.

Você está sendo ensinado, desde o momento que nasce, que você precisa de outros, da conexão com outros para sobreviver e isto não acaba ali.

A sua realidade é baseada em trabalhar com outros, vivendo com outros.

Não importa como você trabalha duro na criação da sua própria realidade, há outros envolvidos que podem construir ou destruir a sua realidade.

Pensar que isto não é a verdade é uma ilusão já que você é, de muitos modos, dependente de outros, se não depende de outros humanos, você é dependente da terra, do tempo, para cultivar a sua comida, sobreviver.

Então mesmo se você pensar que você cria a sua própria realidade, você não está baseado em uma confiabilidade humana, você depende dos seus arredores, da terra para cultivar a comida, da terra para fazer as suas árvores crescerem para construir abrigo, dos animais como as abelhas para provê-lo do mel e tantos mais.

Ser separado de tudo isso é a inquietude maior que um ser humano tem, já que a sua sobrevivência, como um ser humano, depende não somente de humanos mas de tudo que está sobre a terra também.

Os humanos põem muita importância em ser humano neste momento, e alguns gostariam de voltar aos velhos caminhos, vivendo da terra.

Muitas sociedades mais antigas viviam assim, dependentes do que a terra os provia.

Mas eles também tiveram a inquietude da separação já que a terra tinha grande importância e qualquer coisa, como o tempo por exemplo, podia interferir no que a terra poderia prover para eles.

O instinto de sobrevivência dentro do ser humano é em parte responsável pela inquietude de separação, mas não completamente já que os seres humanos são capazes do pensamento humano. 

Qualquer coisa que interfira no que eles pensam sobre sua sobrevivência causa esta inquietude de separação.

Então quando falamos de vínculos, a inquietude da separação entra em jogo já que muitos a veem de uma perspectiva de sobrevivente.

A unidade e/ou o nada, parece fazer os seres humanos pensarem na separação, e eles só verão a unidade como aquela que os fará sobreviver.

A unidade com o que, eles realmente não compreenderam ainda, já que é cheia de significados e principalmente a partir de uma perspectiva humana significa unicidade dentro da realidade humana.

Quando você pensa na morte do corpo humano, muitos dirão, é somente a vida das pessoas, voltarei dentro de outro corpo.
Mas quando vocês estiverem à beira da morte do corpo humano muitos sentirão como se não quisessem deixar esta vida.

Farão quase tudo para prolongar a vida, e não estamos falando sobre ter uma doença.

Estamos falando sobre aquele momento, aquele momento onde você sabe que a morte é inevitável.

Mesmo Jesus passou por esse momento quando ele disse “Oh pai por que me deixaste?”.

E ele sabia que ele não ia morrer realmente.

Inquietude da separação da realidade humana.

Afinal você criou a sua própria realidade aqui, você está criando a sua própria realidade aqui.

Não importa o que você criou, você deixará para trás quando você morrer.

Não que a criação da sua realidade humana não seja importante, é o vínculo com esta criação que precisa ser liberado.

E é onde a sua inquietude da separação entra, enquanto você confia na realidade humana da sobrevivência, ser separado (a) desta realidade humana é algo que não faz nenhum sentido à mente humana.

Afinal, sem esta realidade humana você não existiria aqui como um humano.

Depois de todo o seu trabalho duro, para criar, para ser quem você é, para estar a serviço, para ser essa pessoa gentil e amável, ajudar outros, e tudo mais.

Agora nós falamos para você liberar o vínculo a tudo isto.

A mente humana vê isto como uma separação; vemos isso como a transformação para um novo modo de ser, movendo-nos para uma maior unidade de ser.



Tradução: Aline Machado

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

ILUMINADOS – OS COMBUSTÍVEIS DE SUAS CRIAÇÕES

OS COMBUSTÍVEIS DE SUAS CRIAÇÕES
Mensagem dos Iluminados
Por Andrew Martin
Em 04 de setembro de 2014



Saudações, Queridos!

Hoje queremos trazer seu foco para aquilo que abastece suas criações.

A muitos de vocês foi ensinado acreditar que se não parecer esforço ou sacrifício ou como que vocês estivessem empurrando uma pedra de dez toneladas montanha acima, os resultados não teriam valia.

Essas ideias antigas baseadas em conceitos do “sem dor sem ganho” somente servem para mantê-los trancados nas vibrações de medo, ansiedade, competição e carência.

Vocês foram programados para acreditar que somente pode haver um vencedor e que somente há recursos suficientes para uma minoria seleta ter o que ela precisa.

Vocês veem como esses meios focalizados externamente de motivação somente servem para mantê-los com medo e como esses conceitos desatualizados dependem de vocês se abaterem por não ser bom o bastante ou rápido o suficiente ou inteligente o bastante ou forte o suficiente?

Nós desejamos recordá-los que o próprio fato de vocês estarem em forma humana nesta vida significa que vocês têm a capacidade de criar aquilo que vocês desejam.

Quando vocês se lembrarem de que são Espírito Divino escolhendo ter esta experiência física, então vocês poderão começar a aproveitar o bem sem fim do Amor Incondicional que flui para e através de vocês em cada momento e em todos os momentos.

Não vamos negar que há trabalho a ser feito.

Mas nós os encorajamos a começar a redefinir seu conceito do que é “trabalho”.

Seu trabalho... se preferirem chamá-lo assim, é primeiro aprender a centrar e focalizar dentro de si.

Sua responsabilidade é primeiro se lembrar de como é estar em alinhamento com a verdade de quem vocês são.

Seu dever é assumir o ponto de vista do Tudo Que É quando se engajam com as circunstâncias de sua vida.

O empreendimento com que vocês concordaram nesta vida é se lembrar de como é Amor, fluxo e facilidade e não se curvarem ao medo baseado nas ilusões de competição, escassez e exclusividade.

Quando vocês encaram esses programas baseados no medo e lhes demonstram Amor e Compaixão, vocês imediatamente os desarmam e o poder que vocês deram a eles retorna instantaneamente a vocês.

Quando vocês retomam esse poder, vocês expandem exponencialmente.

Ao continuar expandindo, sua capacidade de criar a partir do seu Coração... seu centro de poder, aumenta.

Quando vocês se lembram de que Amor e Compaixão são transformadores e integradores e que tudo apenas é uma medição de quanto Amor Luz existe ou quanto espaço para mais Amor Luz há... vocês podem começar a ver através das ilusões desses velhos paradigmas.

Nós não estamos sugerindo que vocês não deveriam agir... nem estamos sugerindo que vocês não deveriam se desafiar para continuar crescendo e expandindo o que vocês já sabem.

Se vocês adoram a experiência do exercício físico, então, claro, vocês entendem a emoção de se impelir a alcançar novos níveis de força e resistência e que pode haver desconforto físico em certos estágios de seu progresso.

É igual quando vocês se focalizam no processo interno de liberar velhos padrões e estruturas mentais que o ego e a mente racional criaram e vocês podem encontrar a resistência do ego criando medo e pânico a partir de uma perspectiva da mente.

Entretanto, nós pedimos que vocês se lembrem de que seu ego e sua mente lógica não estão mais no comando.

A antiga reação física de “lutar ou fugir” simplesmente é um subproduto de sua forma humana que em um ponto de sua existência foi necessária para a sua sobrevivência física.

Vocês podem reconhecer essas reações físicas como vocês reconheceriam uma criança que está debaixo da cama com medo dos monstros.

Vocês mostrariam a ela Amor e Compaixão e delicada e amorosamente a lembrariam de que os monstros somente existem em sua cabeça.

Nós queremos que vocês ajam quando são inspirados pelo Amor para agir.

Nós os aplaudimos pelo seu comprometimento de avançar pelo seu caminho apesar do medo ou ansiedade que sua mente pode atirar em vocês com a intenção de distraí-los.

O esforço é uma escolha, queridos, o medo é apenas uma opção.

E como são as opções, o medo é a opção menos produtiva a que vocês têm acesso.

Agir porque vocês têm medo de fracassar somente os manterá trancados no medo.

Nós os encorajamos a deixar o Amor ser o combustível de seu forno de criação, não o medo e ansiedade.

Continuem a desmontar as ideias de certo e errado.

Entendam que quando vocês descartam o medo de fracassar o falso conceito de fracasso imediatamente se transforma na realidade de simplesmente ser outro estágio de seu sucesso.

Parem de ver tudo isso como uma vida dolorosa ou situação de morte.

Riam de si mesmos, encontrem humor no que vocês costumavam ver como fracasso ou fraqueza.

Descarreguem o papel dos monstros que sua mente pode usar para assustá-los até a inação e redescubram a delícia herdada do ato de criação.

Assumam a perspectiva do Tudo Que É e aproveitem o Poder Universal do Amor Luz para convocar o que vocês desejam para vocês.

Lembrem-se de que cada Momento do Agora contém tudo que vocês precisam para chegar ao próximo Momento do Agora.

Recuperem o sentido de brincar e a maravilha infantil para suas vidas e parem de insistir no apoio às ideias velhas de que suar sangue e lágrimas tem valor.

Compromisso e foco são muito importantes.

Então escolham comprometer-se à ideia de que vocês não podem fracassar e se focalizem na utilização do Amo Luz, que é seu direito divino de nascença.

Não temos como enfatizar mais que todos vocês são muito mais poderosos do que lhes foi permitido acreditar.

Deixem ir as definições externas de quem e o que vocês são e se alinhem com a poderosa energia que reside dentro de vocês!

Em Amor e Luz nós os deixamos.

Regozijem-se!

Os Iluminados



Copyright©Andrew Martin. Todos os direitos reservados.
Você pode copiar e redistribuir este material contanto que não o altere ou edite de forma alguma, o conteúdo permaneça completo e você inclua esta nota de copyright e o link:

Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A ESFINGE FALA: LUTAR OU FUGIR


A ESFINGE FALA: LUTAR OU FUGIR
Por Petra Margolis
Em 22 de fevereiro de 2013



Hoje estou aqui, não com palavras bonitas, mas com a intenção de lhes dar algo para pensar enquanto caminham na Terra.

A palavra importante nesta mensagem é intenção.

É uma palavra utilizada por muitos para dar uma explicação do que eles pretendem ou do que vocês podem pretender, ou do que se pretende para os outros ou para si mesmo.

O humano por natureza é um ser que vive da intenção de viver.

Quando ameaçados, os humanos podem fazer coisas assombrosas que eles não considerariam caso contrário.

A sobrevivência é algo que não é somente a segunda natureza, mas a primeira natureza em cada humano.

Como a sociedade muda, parece que não há realmente necessidade de sobreviver, mas de certa forma este é ainda o primeiro instinto que define muitas de suas ações.

O ego está no comando, de muitas formas, da intenção de sobreviver.

Quando o humano começa a despertar espiritualmente alguma coisa muda, mas a intenção de sobreviver ainda é parte humana/ego que entrará em cena mais do que vocês pensam.

A necessidade de sobreviver está aí para cada espécie e cada espécie aplicará medidas extremas para sobreviver.

Por natureza o coração humano está aí para amar seus parentes imediatos, principalmente seus filhos, pois eles fazem parte da necessidade de sobreviver.

Mas a humanidade tem mudado e este modo de vida tem mudado, mas em sua maior parte fora do humano, pois o interior do humano não tem mudado muito.

Os humanos de certa forma vivem juntos por instinto, para sobreviver até às ameaças maiores do que as de humanos individuais.

Isto exige que os humanos trabalhem juntos, e isto de certa forma é onde começa o controle.

O controle é necessário para que um grupo de humanos trabalhe em conjunto harmoniosamente.

O sistema de controle cresceu conforme os grupos de humanos ficaram maiores, isto resultou em mais atrito, pois quanto mais humanos estão juntos, mais querem estar no controle e isto resultou em guerras entre os grupos de humanos vivendo na mesma área. E também em mais diferenças entre os humanos do próprio grupo, pois mais opiniões são misturadas na consciência geral do grupo.

E então entra na mistura as influências externas à Terra, por exemplo as raças de outros planetas de seu universo, algumas trazendo alguma vantagem às vezes, como entender um pouco mais do mundo espiritual. E também influências vindas diretamente do mundo espiritual e vocês têm uma confusão que leva muito tempo para esclarecer.

Todos vocês estão sentindo isto neste momento e estão tentando encontrar métodos diferentes, mas os métodos conhecidos não estão surtindo o efeito que vocês gostariam de ver.

A um nível pessoal, muitos de vocês tentaram usar muita força para mudar seu modo de vida e manter a intenção de como vocês desejam ver sua vida nesta época.

Vocês têm seguido o caminho do coração como vocês o veem, mas o caminho do coração é forçado de muitos modos.

Vocês tentam forçar o coração a ser amoroso e compassivo, esquecendo-se que a natureza do coração é ser compassivo e clemente.

O coração não tem necessidade de aprender.

É o humano que tem necessidade de aprender, mas de um modo que é equilibrado com todas as partes do seu ser humano e também com todas as partes do seu ser espiritual, pois esses dois, na verdade, são apenas um ser.

Muitos de vocês somente conseguem ver pequenas partes do que está por trás do véu que vocês escolheram receber quando encarnaram na Terra.

Este véu está aí para protegê-los às vezes de ver muito do que realmente está por trás do véu e nós sugerimos tirá-lo de uma maneira que seja apropriada para cada pessoa.

Às vezes a parte que torna muito difícil tirar o véu não é apenas a mente humana, mas tudo que está no seu interior no que se refere ao instinto básico.

Parte deste instinto básico está em seu cérebro, por exemplo: a parte reptiliana do cérebro, mas o instinto também está no seu DNA, seus corpos de energia mais próximos do corpo físico e também na mente e processos de pensamento desde o nascimento.

O instinto básico dos humanos é o instinto de lutar ou fugir e a maioria dos humanos é mais propensa a fugir do que lutar.

Despertar é algo que lhes permite ver mais, mas o que vocês verão nem sempre será o que vocês querem ver e o instinto de fugir passa à frente quase que imediatamente para muitos e os faz esconderem-se atrás do véu ao invés de tirarem o véu.

Mesmo que não pareça, muitos ensinamentos religiosos são baseados no instinto do lutar ou fugir, pois muitos também são baseados no controle. E o controle fica mais fácil quando vocês fogem ao invés de lutarem.

Quando observamos alguns dos ensinamentos egípcios, vemos esta forma de controle sendo usada também, por exemplo, no ensinamento sobre o coração ser leve com uma pluma para pode entrar na vida após a morte.

Ensinamentos mais novos usam o controle de fugir para evitar que as grandes massas lutem.

Por isto eu quero dizer que muitos usam o medo da luta para mantê-los controlados atualmente. O medo da escuridão que tantos têm, mesmo que digam não ter.

A prova normalmente é demonstrada quando muitos somente seguem os ensinamentos mais confortadores ao invés dos ensinamentos mais questionadores. E se eles são ensinamentos questionadores, eles são mais questionados em sua maioria de uma forma tendenciosa, sim, vocês não gostam disto.

Muitos tentam se forçar a seguir o coração, a ser o coração, mas não entendem que o coração é apenas uma pequena parte do ser e sentir não está somente no coração, está em todo o ser.

Apenas seguir o sentir do coração não alcançará o que muitos de vocês procuram.

Este era um dos antigos ensinamentos egípcios, especialmente daqueles no sarcófago, a escuridão.

Imergir-se completamente na escuridão é interromper o instinto de lutar ou fugir e isto exige uma comunicação não apenas com o coração, mas também com todas as suas outras partes que mantêm o instinto básico de lutar ou fugir, pois é isto que assistirá na completa remoção do véu.

É isto que permitirá que mais verdade se apresente, mas, mais importante, isto lhes permitirá ver a verdade de um modo mais completo de conhecimento e entendimento.

Há uma razão para muitos deuses e deusas do Egito terem sido representados por um corpo humano com a cabeça de um animal: todos eles representavam os instintos básicos que estão dentro de cada humano.

Eles representam as lições encontradas no caminho para entender a vida após a morte. O mundo espiritual.

Quando se diz que tudo está dentro de vocês, é verdade, mas o instinto humano de lutar ou fugir impedirá muitos de real e completamente descobrir tudo em seu interior.

É por isso que há pioneiros, mestres, orientação, mas muitos do que estão na Terra agora, todas essas pessoas que vocês seguem, na verdade estão usando os ensinamentos do fugir mais do que lutar ou fugir.

Há muitos ensinamentos por aí que focalizam em tornarem-se mais conscientes; mas muitos não chegam realmente ao ponto em que vocês podem ver tudo ao invés de somente sentir ou saber, mesmo porque o saber muitas vezes é baseado no instinto de lutar ou fugir que os impedirá de realmente saber, pois muitos costumam usar o instinto de fugir mais do que o instinto de lutar ou fugir em equilíbrio quando necessário.

Com isto eu quero dizer que os ensinamentos são baseados nos fato de que muitos usam o instinto de fugir e eles tiram vantagem disto, pois proporciona mais controle daquilo que ensinam, de como ensinam e como podem influenciar os outros para seguirem seu sistema de crença visto que isto manterá muitos ligados aos seus ensinamentos.

As muitas mensagens se encaixam neste programa também, pois elas somente lhes informam na maioria das vezes o que se vê acontecendo, e também, claro, lhes informam o que gostariam de ver acontecer. Elas se focalizam principalmente no instinto de fugir.

Muitos pesquisarão principalmente o que os faz sentirem-se bem, muitos não pesquisarão o que os faz sentirem-se inseguros, tristes, nervosos, não se sentindo bem, até doentes às vezes.

Muitos não irão ver além de seus véus autoconstruídos de ignorância, pois se conformaram com o modo de viver baseado na realidade do instinto de fugir.

Sim, vocês têm seu próprio véu pessoalmente construído ao passarem pelos ensinamentos, mensagens, conhecimento e sistemas de crença que constituem a vida ao seu redor.

Só ultrapassar esses véus pode ser um despertar por si mesmo.

É necessária muita busca interior profunda, não apenas no coração, mas em todas as partes de seu ser que estão disponíveis ou que vocês possam alcançar nesta época.

Isto nada tem a ver com passar por sofrimento ou situações difíceis em sua vida. Tem a ver com o instinto básico de lutar ou fugir que está presente em seus corpos físico e espiritual.

É onde vocês precisarão trabalhar com o coração, a mente, o cérebro, o ego, seu DNA e tudo mais conectado aos seus corpos físico e espiritual.

De uma fonte para outra
Petra Margolis



Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com/
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